Na Escola Municipal Luiz César Sayão, na Vila Cruzeiro, alunos e profissionais usaram bebedouros, pois não havia água mineral em garrafões. Também faltou álcool em gel e sabonete. Na Escola Municipal Leônidas Sobrinho Porto, em Bangu, profissionais e alunos utilizaram sabão de coco.
O Sepe afirmou, em nota, que “ao ligar para as Coordenadorias de Educação, a direção das mesmas está recomendando que os profissionais das escolas comprem estes materiais com dinheiro do próprio bolso”.
Que vergonha, Paes!
salve-se quem puder nas escolas do Rio. Uma vergonha!
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