A Justiça Eleitoral no Brasil não usa a sua famosa balança, seu simbolismo máximo de pesar os dois lados igualmente, para constatar se há ou não propaganda fora de hora.
É o caso da apreensão de faixas de apoio de simpatizantes do PR que saudavam a visita do ex-governador Anthony Garotinho ao município de Quissamã, onde ele, como presidente regional do PR, foi dar posse ao diretório local.
O curioso é que o presidente Lula vem ao Rio e pede publicamente para as pessoas votarem em Cabral e a Justiça Eleitoral acha que não é campanha.
Nesse caso, usa a venda de sua estátua para nada ver. No caso de Garotinho, tira a venda, coloca um binóculo nos olhos e....
Em o Globo, o ex-governador negou a propaganda fora de hora:
- Estavam saudando minha presença como presidente estadual (do PR). Não tenho nada com isso. Uma faixinha em Quissamã não vai fazer diferença. O TRE precisava ficar atento às inaugurações que o Lula vem fazendo pedindo voto para o Cabral, numa verdadeira afronta à Justiça Eleitoral, isso sim.
Por que o Ministério Público ou os fiscais eleitorais não fizeram representação contra o Eduardo Paes, o senador Francisco Dorneles, e o Deputado Dionísio Lina quando fizeram campanha em Copacabana desejando "feliz natal" ???
ResponderExcluirhttp://www.youtube.com/watch?v=l3G_P6PmHhA
Ricardo Gama
O Lula anda para baixo para a cima com a Dilma, pede votos e nada acontece. Garotinho nem pode botar a cara na rua que lá vem processo.
ResponderExcluirQuer dizer que o Cabral e o Eduardo Paes podem torrar milhões de reais em publicidade com o nosso dinheiro que isso não é propaganda eleiotoral. Francamente, pensam que somos todos idiotas.
ResponderExcluirA Justiça Eleitoral não tem televisão. Se tivesse veria diariamente em horário nobre dezenas de propagandas da Caixa Econômica, do Banco do Brasil, da Vale enaltecendo o governo. Isso não é propaganda eleitoral
ResponderExcluirGarotinho não deveria ficar preocupado com essa perseguição: só é perseguido quem tem chances de vitória
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