Pelo visto, nunca foi tão famoso o velho bordão "devo, não nego, pago quando puder". Um desrespeito com enfermeiros e auxiliares de enfermagem que acompanharam de perto uma das mais terríveis pandemias que a cidade já vivenciou.
Leia abaixo o que foi publicado na coluna de Fernando Molica, no Informe do Dia. 

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