Policiais, médicos do Iaserj, além de funcionários demitidos do Samu prometem levar um bolo de oito metros, faixas e até um caixão. Professores da rede estadual também prometem protesto em frente à casa de Cabral.
Mas a pergunta que não quer calar é a seguinte: será que ele está no Rio ou já voltou para Paris, de onde (des) governa o Rio?
Leia abaixo nota publicada na coluna Extra, Extra, do jornal Extra.

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