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Bagunça no Metrô de Sérgio Cabral começa a ser apurada

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Até que enfim começam as investigações para apurar a bagunça no Metrô. O Conselho Diretor da Agetransp abre nesta quarta-feira (10) processo para tentar pôr fim aos transtornos provocados pela conexão direta do metrô, a Linha 1A.

O fim da baldeação no Estácio piorou os atrasos e deixou as composições ainda mais superlotadas. Panes nos trens também ficaram mais frequentes. Em ação civil pública, o Ministério Público Estadual exige o fim da Linha 1A até que haja condições para operação do novo sistema.

Agência que deveria fiscalizar o Metrô Rio é sempre a última a saber dos contratos assinados

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O que todo usuário do Metrô Rio sabia, a agência que regula os transportes na cidade acaba de descobrir, segundo a coluna Informa do Dia:
Bronca do informe
Para contrato do Estado com o Metrô
"A Agestranp constatou que o contrato assinado entre o Estado e o Metrô Rio é vago: não estabelece o tempo de espera pelas composições nem o número de passageiros por metro quadrado”.
Sabem quem é a advogada do Metrô Rio? Adriana Ancelmo.
Vem a ser a mulher do governador Sérgio Cabral.
Curioso, não?

Metrô Rio de Cabral oferece serviço precário e ainda lucra com arredondamento do preço da passagem

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O Metrô Rio oferece um péssimo serviço à população, é defendido pela escritório de advocacia da primeira-dama do Estado, Adriana Ancelmo, é sempre elogiado por Sérgio Cabral e ainda por cima ganha quase R$ 6 milhões a mais com o arredondamento do preço da passagem.

Segundo nota postada pelo site YouPode, o cálculo da tarifa é feito pelo IGP-M, que em 2009 foi negativo, o que, na verdade, deveria levar a passagem para 2,76. Porém, existe uma norma de arredondamento para facilitar o troco.

Com isso, a Agetransp decidiu manter em R$ 2,80 o preço da passagem até fevereiro de 2011.

Ou seja, os quatro centavos a mais pagos por cada passageiro vão diretamente para o bolso da concessionária Metrô Rio, que oferece, infelizmente, tudo isso que estamos presenciando rotineiramente desde que Cabral assumiu como governador (???), e também desde a inauguração da linha Pavuna-Botafogo: vagões se desprendendo um dos outros, falhas nos freios, superlotação, calor insuportável, atrasos, tumultos, paralisações, falta de informação, entre outros problemas.

Leia abaixo a nota do YouPode.

Metrô ganha quase 6 milhões com o preço arredondado

// Postado por youPode

Numa medida inócua, a Agência Reguladora dos Transportes Públicos do Rio de Janeiro, decidiu manter em 2,80 reais o preço da passagem do Metrô até fevereiro do ano que vem, data base para os reajustes.

O cálculo da tarifa é feito pelo IGP-M, que em 2009 foi negativo, o que, na verdade, deveria levar a passagem para 2,76. Mas existe uma norma de arredondamento para facilitar o troco.

Só que o arredondamento é para cima, em favor da empresa, e não do consumidor. Ou seja: os 400 mil passageiros diários pagam, cada um, quatro centatos a mais.

Ao fim de um ano, a empresa,com esta política, ganha quase seis milhões de reais a mais nos seus cofres. Ultimamente, o Metrô é alvo de várias críticas e até de condenações técnicas em relação à segurança e conforto dos passageiros

Descaso absoluto no metrô: agência não fez estudo sobre viabilidade da ligação Pavuna-Botafogo

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O que esperar de uma expansão do metrô que não foi avaliada, que não foi estudada e planejada? Caos e bagunça, não é mesmo?

Pois, segundo reportagem publicada nesta quarta-feira (27) em O Globo, a própria Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio (Agetransp), responsável pela fiscalização do metrô, confessou que não fez estudo algum formal para analisar a viabilidade técnica da ligação direta das linhas 1 e 2.

É brincadeira! Uma falta total de compromisso e de respeito de Sérgio Cabral com a população do Rio de Janeiro.

O atual presidente da Agetransp, Luiz Antônio Laranjeira Barbosa, fez a revelação ao prestar depoimento na Alerj em 28 de outubro, quando defendeu investimentos da concessionária em troca de extensão do prazo da exploração do serviço.

- Não houve estudo formal da agência - disse ele na ocasião.

O promotor da 3ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, Carlos Andresano, já requisitou estudos que embasariam a ligação das linhas 1 e 2, mas ainda não obteve resposta.

- O órgão regulador tem que ter estudo de viabilidade técnica. Como ele vai deliberar sobre alguma coisa se não tem estudo em mãos? Sem sombra de dúvidas, isso é da própria natureza da sua atribuição.

Para o deputado Alessandro Molon (PT), o episódio revela a omissão da Agetransp:

- Fica comprovada a omissão da agência no dever fundamental, que é zelar pelo usuário.

A Agetransp informou que não lhe cabe discutir alterações no contrato de concessão, mas fiscalizar a execução do contrato. Além disso, a agência alega que a Secretaria estadual de Transportes fez estudos técnicos.

O secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes, diz que técnicos da sua pasta fizeram um relatório com mais de 40 páginas sobre a ligação das linhas 1 e 2.

- Temos todos os estudos técnicos que embasam a proposta. Eles ainda foram referendados pelo metrô de Paris, que analisou as simulações, que foram analisadas pelo nosso diretor técnico. O assunto também foi muito discutido na Alerj.