Mostrando postagens com marcador transporte público. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador transporte público. Mostrar todas as postagens

Cabral e Paes querem acabar com gratuidade nos ônibus para crianças e idosos

3 Comente aqui

Como sempre, a dupla do mau – Sérgio Cabral e Eduardo Paes – está defendendo os interesses dos empresários em detrimento à população. E dessa vez o caso é ainda mais grave, porque os dois estão querendo simplesmente acabar com a gratuidade nos ônibus para crianças e idosos.

Um achincalhe à população . A denúncia está no blog do César Maia:

PREFEITURA-RIO ENVIA LEI QUE ACABA COM A GRATUIDADE DOS ÔNIBUS EM BILHE ÚNICO!

1. O Rio-Capital tem, há décadas, um amplo sistema de gratuidades em transporte de ônibus que inclui alunos da rede pública, pessoas com mais de 65 anos e portadores de deficiência. Esse conjunto atinge, potencialmente, a 1.500.000 pessoas com uso rotineiro médio por parte de aproximadamente metade disso. As gratuidades estão incluídas nas tarifas há muito tempo. De outra forma o sistema não funcionaria.

2. Quando da prorrogação da permissão às empresas foi incluída pela prefeitura no final do período 1997-2000, um artigo desnecessário, mas esperto, fazendo referência à gratuidade. Em base a isso, as empresas de ônibus recorreram ao TJ e derrubaram este artigo, criando uma situação socialmente absurda. O litígio então, com a prefeitura produziu um impasse administrativo grave e as empresas recuaram da aplicação esperando um "melhor momento".

3. Parece que esse "melhor momento" chegou. A Prefeitura-Rio apresentou à câmara municipal nesses últimos dias antes do recesso o Projeto de Lei 660/2010, instituindo o bilhete único. Em todos os seus artigos praticamente não toca na questão das gratuidades. Mas, o Art. 8º (O Bilhete Único Municipal poderá ser utilizado para viagens, nas seguintes modalidades), em seu inciso III, diz o seguinte: – gratuidades, nos casos previstos na legislação.

4. Só que a prática de gratuidades vinha do tempo em que os atos eram administrativos e o custo delas incorporado às tarifas. Com a lei esperta de 2000, que criou aquele artigo, as empresas litigiaram e derrubaram o artigo e se ficou sem a base administrativa anterior e sem legislação, por culpa daquele artigo inócuo.

5. Com isso, se aprovada a lei do jeito que está, terminam as gratuidades no bilhete único e cassam-se direitos sociais de 40 anos de 25% da população do Rio-Capital. Ou seja, o inciso III neste momento trata de nada e por existir revoga as gratuidades. Cabe a Câmara Municipal, com apoio de seus procuradores, definir que tipo de texto se deve dar, talvez numa referencie genérica a manutenção de todos os direitos dos usuários relativos a isenções aplicados no dia de hoje. Um artigo aberto corre o risco de ser derrubado sob alegação de falta de compensação da prefeitura, quando esta já está implícita nas tarifas

Transportes públicos de Sérgio Cabral: sinônimos de precariedade e péssimos serviços

1 Comente aqui

Os transportes públicos de Sérgio Cabral são tão ruins que nem mais a população faz questão de distinguir os serviços. Para os cariocas, tudo virou uma bagunça só. O que tem de pior em um passou para o outro. E quem paga somos nós, cidadãos de um Estado abandonado.

Andar de metrô, agora, significa a mesma coisa que andar nos trens da Central do Brasil: é ser desrespeitado e tratado como gado.

Detalhe: as duas concessionárias, Metrô Rio e SuperVia, receberam de presente do (des) governador Sérgio Cabral a renovação de contrato de concessão até 2048 pelos péssimos serviços prestados.

E uma delas, inclusive (Metrô Rio), tem a primeira-dama do Estado como advogada de defesa.

Vejam abaixo o que publicou o colunista Ancelmo Gois, em O Globo:

A via-crúcis dos cariocas portadores de deficiência nos transportes públicos de Cabral

2 Comente aqui

A edição desta terça-feira (23) do jornal O Dia traz uma reportagem sobre o descaso dos transportes públicos do Rio de Janeiro de Sérgio Cabral com os portadores de deficiência.


Entre as dificuldades encontradas pela personagem, estão a falta de rampas para atravessar a rua, mesas de bares espalhadas nas calçadas, carros mal-estacionados e poucos ônibus adaptados.

Clique no link abaixo para ler a íntegra da reportagem de O Dia: http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/3/a_via_crucis_nos_onibus_do_rio_70901.html

Multa para Metrô, SuperVia e Barcas de Sérgio Cabral

1 Comente aqui

Os problemas provocados por falhas e superlotação no metrô podem custar caro à concessionária que administra o caótico e inoperante Metrô do Rio de Sérgio Cabral.


O Núcleo de Defesa do Consumidor, da Defensoria Pública do Estado, entrou com ação na Justiça pedindo que a Metrô Rio seja condenada a pagar multa de R$ 1 milhão. Os defensores também pedem que a punição seja estendida à SuperVia e à Barcas S/A.

Na ação impetrada na 4ª Vara de Fazenda Pública, os defensores pedem ainda que a Agência Reguladora de Serviços de Transportes (Agetransp) seja obrigada a distribuir folhetos informativos sobre o órgão.

Firjan: projetos de Cabral de transporte público para 2016 são insuficientes

0 Comente aqui

Que os trens, metrô, barcas e ônibus de Sérgio Cabral são verdadeiras calamidades isso a população já sabe. Mas quem sonha com um transporte público carioca melhor até o ano dos Jogos Olímpicos pode se decepcionar.

Isso porque tudo o que vem sendo feito hoje pelo governo (???) Sérgio Cabral privilegia apenas os transporte rodoviário, enquanto trens e metrô ficam em segundo plano, segundo apontou levantamento da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio).

O estudo diz ainda que a extensão dos engarrafamentos deverá ficar 63% maior em 2016, que considera insuficientes os projetos de transporte apresentados pelo Rio de Sérgio Cabral e Eduardo Paes ao Comitê Olímpico Internacional (COI).

Com mais 200 mil pessoas no Rio, em seis anos, serão necessárias mais 2.100 vans circulando, além de 2 mil táxis, aponta a Firjan. Só no transporte alternativo, o número de passageiros vai crescer 83,3%, chegando a 165 mil por hora.

O aumento também das frotas de coletivos, táxis e carros particulares causará nó no trânsito: os congestionamentos chegarão a 154 km, 60 km a mais do que os atuais. E a projeção nem considera a demanda gerada por visitantes (delegações e turistas) no ano dos Jogos.

Clique no link abaixo e leia a íntegra da reportagem do jornal O Dia

http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/3/um_engarrafamento_olimpico_67309.html


Metrô de Cabral corre risco de acidente perto da Central

2 Comente aqui

A situação da bagunça do Metrô de Sérgio Cabral atinge a cada dia níveis preocupantes. Além da superlotação, atrasos e o calor que fica insuportável por causa do ar-refrigerado ineficiente, os passageiros do metrô passaram a ter novo companheiro de viagem: o medo de uma colisão entre São Cristóvão e Central.

Segundo estudo técnico, pode haver uma colisão de dimensões catastróficas a 150 metros da estação Central do Brasil e dentro do túnel do metrô, o que dificultaria o possível resgate de vítimas.

É esse o principal risco da conexão Pavuna-Botafogo (Linha 1) apontado por estudo técnico em que se baseia a ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual (MP) contra a concessionária Metrô Rio.

O autor do dossiê, doutor em Engenharia de Transportes Fernando Mac Dowell, chegou a apresentar a tese ao governo do estado, que ignorou. Conforme o jornal O Dia antecipou domingo (21), o promotor Carlos Andresano Moreira, da 3ª Promotoria de Justiça e Defesa do Consumidor, pediu a suspensão imediata da circulação de trens entre as estações São Cristóvão e Central, enquanto as obras da ligação não estiverem concluídas.

A ação pede ainda que a Justiça impeça a Linha 1A e obrigue a concessionária a fechar os guichês de vendas de bilhetes quando as estações estiverem com lotação máxima. O promotor defende que, com essa medida, serão reduzidos os riscos à vida dos passageiros.

Colunista: Cabral fica ao lado dos empresários e de costa para o povo, que paga os aumentos nos transportes

0 Comente aqui

O influente colunista Elio Gaspari faz uma radiografia de como os governos estadual e municipal, Sérgio Cabral e Eduardo Paes à frente, respectivamente, são coniventes com os péssimos serviços prestados pelo Metrô e pelas concessionárias de ônibus.

E mostra que, além dos péssimos serviços, as companhias podem aumentar suas tarifas como bem quiseram.

Revela ainda que Sérgio Cabral é um defensor intransigente desses maus serviços e não aceita uma CPI para investigar tamanho descalabro.

Cabral prefere ficar ao lado dos empresários e de costa para o povo. Resta saber o motivo, que qualquer bom entendedor já sabe....

A CPI do PT do Rio perdeu o ônibus

/ Rio

O DEPUTADO Alessandro Molon (PT-RJ) está coletando assinaturas para instalar uma CPI destinada a abrir a caixa-preta da Agetransp, a agência reguladora dos serviços do Metrô, dos trens da SuperVia e das barcas do Rio de Janeiro. Grande ideia, mas ficou faltando interesse pela mãe de todas as caixas, a das companhias de ônibus municipais. Em geral, as CPIs dão em nada, quando não resultam em coisa pior, mas nem isso a bancada do governador Sérgio Cabral aceita. Seu anjo de guarda, o deputado Jorge Picciani, presidente da Assembleia Legislativa, anuncia que vetará a iniciativa.

O Metrô do Rio tem transportecas arrogantes que mexem nos ramais sem se preocupar com o suplício que impõem aos clientes. A SuperVia tem trem que sai por aí sem maquinista e seguranças que chicoteiam os passageiros. As companhias de ônibus têm mais: cultivam um política extorsiva de tarifas e, com a cumplicidade dos prefeitos, bloqueiam a implantação do Bilhete Único, prometido por Cabral em 2007 e pelo seu prefeito, Eduardo Paes, em 2008, quando pedia votos.

Governadores, prefeitos, amigo$ e caixa$ de campanhas colocaram o Rio numa situação socialmente humilhante. Até 2004, quando a prefeita Marta Suplicy instituiu o Bilhete Único em São Paulo, as duas cidades estavam num mesmo patamar de desgraça no transporte público. Hoje, 50% dos paulistanos avaliam que os serviços de ônibus e de trens estão entre bom e ótimo. O Metrô vai a 82%. No Rio, esse índice de satisfação talvez não seja atingido nem entre os diretores das concessionárias.

O vexame não é consequência da herança escravocrata, do patrimonialismo ibérico ou da mudança da capital para Brasília. É obra de governos demófobos. Quem fez a diferença em São Paulo foram administradores petistas e tucanos que decidiram tirar o transporte público da vala.

Basta comparar a situação nas duas cidades.

O paulistano paga R$ 2,70 pelo seu Bilhete Único, tem direito a quatro viagens de ônibus num intervalo de três horas. O novo bilhete intermunicipal do Rio custa R$ 4,40, com direito a duas viagens de ônibus, trem ou metrô, por duas horas.
O Bilhete Único de São Paulo atende a todo o município e é usado em 12 milhões de viagens/dia. No Rio essa tarifa só existe para percursos intermunicipais. Estima-se que venha a atender 1,5 milhão de viagens/dia.

Desde ontem, com a nova tarifa municipal de R$ 2,35, um trabalhador que toma dois ônibus para chegar ao trabalho, mais outros dois na volta para casa (ao longo de 25 dias), gasta R$ 235. O de São Paulo gasta R$ 135. Com a diferença de R$ 100, tem direito a sete refeições de R$ 13,75 no carro-chefe do Mc Donald's (BigMac, batatas fritas na porção média, e um refrigerante médio). Para ele, almoço grátis existe.
(Na comparação com o bilhete intermunicipal do Rio, a diferença cai para seis refeições.)

O sistema de transportes públicos do Rio fez uma opção preferencial pela tunga dos passageiros dos ônibus. Antes da criação do bilhete intermunicipal de R$ 4,40, o cidadão que fazia duas viagens sobre trilhos pagava, e continuará pagando, R$ 3,80. Noutra modalidade de integração, passageiros de quatro cidades da Baixada Fluminense pagam R$ 4,00 pelo percurso ônibus-metrô. Os dois sistemas, privados e lucrativos, atendem cerca de 20 mil passageiros/dia.

A política de tarifas dos ônibus, do Metrô e dos trens do Rio é paleolítica. Nenhum concessionário dá desconto de fidelidade aos usuários. Em São Paulo a passagem de Metrô custa R$ 2,65. Se o cliente compra 50, fica por R$ 2,33. (Sobram R$ 16 para o McDonald's.) O Metrô do Rio prometeu esse tipo de desconto e quem acreditou fez papel de paspalho (inclusive o signatário). A Fetranspor carioca, que administra os altos interesses das empresas de ônibus, criou um RioCard, prometeu o programa de descontos e bobo foi quem acreditou (inclusive, de novo, o signatário).

Vagão do metrô de Sérgio Cabral desacopla na estação de Triagem e paralisa parte da linha 2 do metrô

1 Comente aqui

Mais um milagre no Rio: depois de um trem desgovernado e sem maquinista que percorreu sete estações na semana passada e, graças a Deus, não atingiu nenhuma composição, na noite desta sexta-feira (29), mais um “milagre” ocorreu nos trilhos da bagunça de Sérgio Cabral.

O último vagão de uma composição se desprendeu das demais no momento em que um trem do metrô partia da estação Triagem, na Linha 2, às 16h40 desta sexta-feira. Ninguém ficou ferido. No entanto, todos os trens da linha 2 ficaram inoperantes por mais de 20 minutos. A estação de Triagem chegou a fechar, e as composições circularam em apenas dois trechos da linha 2: entre as estações Botafogo e Maracanã e entre os pontos Maria de Graça e Pavuna. O problema também causou reflexos na Linha 1.

Papai do céu resolveu definitivamente ficar ao lado da população do Rio. Sim, porque o governador já abandonou a população faz tempo, e está, neste momento, passeando em Londres com a primeira-dama Adriana Ancelmo. Aliás, será que o escritório de advocacia de Adriana Ancelmo defenderá o Metrô Rio dessa vez como vem fazendo há muito tempo?

O presidente do Sindicato dos Metroviários, Rubens Foligno, classificou como muito grave o incidente. Segundo ele, o problema é reflexo da falta de manutenção preventiva.

- Desacoplar é muito raro e mostra como a segurança deixou de ser uma prioridade para a empresa Metrô Rio - diz Foligno.

As estações Triagem e Thomaz Coelho, que também fecharam por problema nas portas de uma outra composição, foram reabertas por volta das 19h. Os trens, porém, continuaram a registrar intervalos irregulares de em média 8 minutos.

Em Thomaz Coelho, segundo passageiros, houve princípio de briga e uma lixeira foi quebrada por usuários insatisfeitos. Também houve registro de confusão na Central do Brasil e na Carioca, na Linha 1.

Por e-mail ao Globo On Line, o leitor Elias Cohen conta que chegou na estação Central por volta das 16h45m para ir para Saens Peña.

"O primeiro trem que passou demorou cerca de 6 minutos para chegar e iria para Pavuna. Depois de mais de 10 minutos parado na estação, resolveram mudar o itinerário. Ele iria para Saens Peña. Todos os passageiros desambarcaram e os que iriam para a Tijuca enbarcaram nele. O trem ficou mais uns 5 minutos parado quando seguiu viagem. Mas como se trata de um serviço de péssima qualidade, o trem foi para a linha 2 e a orientação era de pegar um trem retornando para a Central para embarcar em outro indo para Saens Peña. Houve confusão e xingamento com seguranças e o maquinista, porque foi ele que disse que o trem iria para a Tijuca".

Leia abaixo os comentários dessa noite no Globo On Line

Fabíola Reis Barbosa Maués 29/01/2010 - 21h 23m

Na terça-feira desta semana, por volta das 22:40h, os passageiros tiveram que seguiam no sentido Saens Pena tiveram todos que desembarcar na Central devido a problemas técnicos em uma composição. Estas exceções viraram rotina e os "incidentes" acontecem a toda hora, só não são noticiados. Definitivamente, não dá pra levar um país desse a sério...

Lussamba 29/01/2010 - 21h 19

E o Metrô Rio apronta mais uma das suas! Enquanto isso... Cabral, o Inútil, passeia na Europa às nossas custas. Sobre esse acidente? Bom, como sempre, nada acontecerá ao Metrô Rio já que a empresa conta com o auxílio luxuoso da primeira-dama do estado, né?

Giaccomo 29/01/2010 - 21h 14m

O METRO ESTÁ DE MAL A PIOR... ASSIM COMO A SUPERVIA...ASSIM COMO AS BARCAS... E A AGETRANSP, A AGÊNCIA-REGULADORA-CABIDES-DE-EMPREGOS-DE-POLÍTICOS, QUE DEVERIA FISCALIZA-LOS FINGE QUE NÃO VÊ (DEVEM ESTAR SENDO BEM RECOMPEN$ADO$ PARA ISTO). O DESGOVERNADOR SERGINHO MALANDRO TAMBÉM LAVA AS MÃOS, E AINDA DEFENDE AS CONCESSIONÁRIAS. DEVE ESTAR VALENDO MUITA CONTRIBUIÇÃO PRA CAMPANHA ELEITORAL. CADEIA PRA ELES!

Antonio Alexandre Marques de Sá 29/01/2010 - 21h 07m

Fala sério.. Eu estava no vagão. No Maracanã deu a primeira freada e fez um barulhão.. em triagem o barulho e o solavanco foi pior.. Arrebentou os fios e conexões.. o vagão ficou preso apenas pelas finas molas.



Descaso absoluto no metrô: agência não fez estudo sobre viabilidade da ligação Pavuna-Botafogo

1 Comente aqui

O que esperar de uma expansão do metrô que não foi avaliada, que não foi estudada e planejada? Caos e bagunça, não é mesmo?

Pois, segundo reportagem publicada nesta quarta-feira (27) em O Globo, a própria Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio (Agetransp), responsável pela fiscalização do metrô, confessou que não fez estudo algum formal para analisar a viabilidade técnica da ligação direta das linhas 1 e 2.

É brincadeira! Uma falta total de compromisso e de respeito de Sérgio Cabral com a população do Rio de Janeiro.

O atual presidente da Agetransp, Luiz Antônio Laranjeira Barbosa, fez a revelação ao prestar depoimento na Alerj em 28 de outubro, quando defendeu investimentos da concessionária em troca de extensão do prazo da exploração do serviço.

- Não houve estudo formal da agência - disse ele na ocasião.

O promotor da 3ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, Carlos Andresano, já requisitou estudos que embasariam a ligação das linhas 1 e 2, mas ainda não obteve resposta.

- O órgão regulador tem que ter estudo de viabilidade técnica. Como ele vai deliberar sobre alguma coisa se não tem estudo em mãos? Sem sombra de dúvidas, isso é da própria natureza da sua atribuição.

Para o deputado Alessandro Molon (PT), o episódio revela a omissão da Agetransp:

- Fica comprovada a omissão da agência no dever fundamental, que é zelar pelo usuário.

A Agetransp informou que não lhe cabe discutir alterações no contrato de concessão, mas fiscalizar a execução do contrato. Além disso, a agência alega que a Secretaria estadual de Transportes fez estudos técnicos.

O secretário estadual de Transportes, Júlio Lopes, diz que técnicos da sua pasta fizeram um relatório com mais de 40 páginas sobre a ligação das linhas 1 e 2.

- Temos todos os estudos técnicos que embasam a proposta. Eles ainda foram referendados pelo metrô de Paris, que analisou as simulações, que foram analisadas pelo nosso diretor técnico. O assunto também foi muito discutido na Alerj.

Leitores revoltados com os péssimos serviços de metrô

1 Comente aqui

Leitores dos jornais O Globo e O Dia estão indignados com o descaso de Cabral com o metrô. Eles reclamam da péssima qualidade dos serviços e também se mostram revoltados com o abandono do projeto de expansão do metrô até Niterói e do fato de o governo priorizar a expansão para a Barra da Tijuca.

Vejam abaixo:


Cansada das promessas e da omissão de Sérgio Cabral, população troca o precário metrô por ônibus

0 Comente aqui

Este blog não sabe sinceramente o que é pior atualmente para a população: ir para o trabalho de metrô ou de ônibus. Mas, como não pode ficar sem trabalhar e muito menos esperar alguma satisfação do omisso governador do Estado do Rio, Sérgio Cabral, a população carioca e fluminense tem trocado o precário serviço de metrô pelos ônibus.

Com a troca pelos ônibus, o trânsito no Rio de Janeiro piorou ainda mais. Além disso, pode-se notar nas ruas da cidade que sumiram os ônibus com ar-condicionado. Ou seja, a troca do metrô pelo ônibus é uma troca de seis por meia dúzia. A população continua sofrendo do mesmo jeito.

O jornal Extra fez na quinta-feira (21) uma viagem pelo metrô e constatou a precariedade do serviço que Sérgio Cabral renovou.

Leia abaixo a íntegra da reportagem

Superlotação e calor levam passageiros a trocar metrô por ônibus

A conexão Pavuna-Botafogo completa hoje um mês, e os passageiros da Linha 2 do metrô continuam insatisfeitos com o serviço, apesar do fim da baldeação no Estácio. A superlotação tem empurrado cada vez mais usuários para os ônibus, além do forte calor e da irregularidade dos intervalos na Linha 2 — reclamações constantes entre os passageiros.

Os problemas fazem com que muitos moradores da Zona Norte e Baixada prefiram gastar mais tempo no trânsito, em meio aos engarrafamentos de manhã e à noite, do que enfrentar os vagões lotados. O ladrilheiro Alan Gonçalves dos Santos, de 30 anos, morador de São João de Meriti, trabalha na Tijuca. Até o mês passado, usava a Linha 2 do metrô. Do Estácio, seguia até a estação São Francisco Xavier. O trajeto, segundo ele, levava 45 minutos. Agora, prefere o ônibus.

— Agora estou levando, em média, 1h15m para chegar ao trabalho. Em dias de chuva, o engarrafamento na Avenida Brasil faz com que o trajeto leve duas horas. Enquanto o metrô não melhorar o serviço, vou continuar a andar de ônibusá. — disse Alan, por volta das 7h30m de ontem, num ônibus da linha 665 (Pavuna-Praça Saens Peña).

Uma equipe do EXTRA fez, no início da manhã de ontem, uma viagem de ônibus entre Pavuna e Botafogo, para ouvir opiniões dos passageiros sobre o serviço prestado pelos coletivos e pelo metrô. Os repórteres levaram 2h44m do ponto final da linha 665 (Pavuna-Saens Peña) até a saída da estação do metrô de Botafogo, na Rua São Clemente. O percurso foi complementado pelo ônibus da linha 409 (Saens Peña - Jardim Botânico). O tempo é 1h32m superior ao gasto pela equipe do jornal entre as estações Pavuna e Botafogo do metrô, na manhã da última terça-feira.

— Sei que não existe engarrafamento, trânsito e enchente com o metrô. Mas tem gente demais. Assim não dá — contou o autônomo Paulo Rocha, de 29 anos.

Os passageiros da Linha 2 reclamam que, mesmo sem a transferência em Estácio, o tempo de viagem continua tão demorado quanto antes. A equipe de reportagem fez percurso Pavuna-Botafogo em 62 minutos no horário de pico da manhã. Segundo a Metrô Rio, com a baldeação, a viagem durava 64 minutos. Isto é, a redução, na prática, ainda não chegou aos 13 minutos prometidos pela concessionária.

— Com baldeação, fazia 40 minutos de Del Castilho até Copacabana. E agora, mesmo sem transferência, estou demorando mais. Onde está sendo construída a estação Cidade Nova, o trem fica parado por até 15 minutos esperando o trânsito ser liberado — reclamou a vendedora Sabrina de Matos, de 21 anos.

Clique no link abaixo e assista depoimentos de passageiros do metrô

http://extra.globo.com/geral/casosdecidade/video/2010/16378/default.asp

Colunista lembra que o Metrô já foi motivo de orgulho dos cariocas

3 Comente aqui

Tradicional colunista de amenidades e do meio artístico, até o colunista Artur Xexéo resolveu entrar na briga dos cariocas contra o péssimo serviço prestado pelo Metrô Rio.
Com propriedade, ele lembra tempos recentes quando o carioca sentia orgulho do seu Metrô. Sentimento hoje transformado em ódio.
E Cabral não está nem aí. Foi banhar-se em Porto Seguro porque está muito cansado.... de não fazer nada!
Leiam mais:

Transportes públicos: Cabral parece esperar uma tragédia para só depois intervir na concessionária de trens

3 Comente aqui

O que ainda terá que acontecer para que a “administradora” dos trens do Rio de Janeiro seja punida? Talvez mesmo – vira essa tecla para lá – só uma grande tragédia porque Sérgio Cabral, de fato e de direito, deu as costas ao público e se encantou (por que será???) com os empresários do meio de transporte.
Até com trem fantasma o carioca já foi brindado. Os cariocas, ao contrário do imagina Cabral e sua turma, não estão nada satisfeitos com esse quadro, até porque não têm compromissos com os empresários.
No único compromisso que os cariocas têm com os empresários são lesados: pagam por um serviço que estava à beira da morte e já morreu.
Leiam abaixo:

Bagunça e superlotação do metrô de Sérgio Cabral serão investigados

0 Comente aqui

Depois de tanta precariedade no serviço oferecido aos usuários, finalmente a bagunça no metrô do Rio de Sérgio Cabral será investigada. Parlamentares entrarão com um pedido de CPI dos transportes ferroviários no dia 1º de fevereiro na Alerj. A ideia é tratar dos problemas do metrô e da SuperVia. A Agetransp, agência do estado que fiscaliza tanto o metrô quanto os trens, também é criticada pela omissão.

O metrô está tão lotado que até respirar fica difícil. Por falta de mais carros e dificuldades na gestão da integração das linhas 1 e 2, as composições estariam circulando com ocupação além da máxima. Isso faz com que alguns passageiros realmente passem mal. O sistema, sobretudo o mecanismo de fechamento das portas, também sofre com o excesso de passageiros. Não é raro ver vagões lacrados por causa de algum defeito.

O engenheiro de transportes Fernando Mac Dowell explica que o mecanismo de fechamento das portas é o primeiro a sofrer com o excesso de passageiros nos vagões. Ele analisou fotos e vídeos feitos pelo GLOBO e afirmou: o número de passageiros transportados está acima do máximo.

- Com a superlotação, o peso fica muito maior e algumas portas têm dificuldade de fechar. É um absurdo colocar tanta gente confinada. Estudos comprovam que as pessoas passam mal a partir de uma determinada concentração por metro quadrado. Se o carro para, há chance de pânico. Quando a pessoa sequer consegue entrar num vagão é porque a composição está acima do limite máximo - disse.

- Uma frente será o metrô, outra os trens da SuperVia. Sem a menor dúvida, nesta CPI a atuação da Agetransp vai ser um dos temas obrigatórios, já que lhe cabe a fiscalização. O governador reclamou do metrô, mas basta ele encaminhar para a Alerj um pedido. Caso ele seja aprovado em plenário, os conselheiros da Agetransp poderão ser substituídos - disse Molon.

Mais uma inacreditável história dos trens de Sérgio Cabral

1 Comente aqui

Assista abaixo à reportagem do RJTV

http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV/0,,MUL1452197-9097,00-TREM+PASSA+POR+ESTACOES+EM+ALTA+VELOCIDADE+E+ASSUSTA+PASSAGEIROS.html

A semana mal começou e já tem bagunça nos serviços de transportes públicos que Sérgio Cabral acha que não é responsabilidade dele. Mais uma vez – já virou rotina no (des) governo Cabral - passageiros de trens da Supervia dos ramais de Japeri e de Deodoro enfrentaram problemas de atrasos na manhã desta segunda-feira (18).

E desta vez, por pouco não ocorre uma tragédia. O trem que saiu de Japeri, na Baixada Fluminense, pouco depois das 6 horas, apresentou avaria mecânica nas proximidades da estação de Ricardo de Albuquerque.

O maquinista parou o trem e desembarcou para verificar o problema. O trem teria dado partida sozinho e somente parou nas proximidades da estação de Oswaldo Cruz, depois que o maquinista avisou ao Centro de Controle. A energia foi cortada e o trem parou.

Segundo passageiros que estavam a bordo do trem, a composição chegou a desenvolver velocidade de 80 km/hora e deixou os usuários assustados. Os passageiros desembarcaram próximo a Oswaldo Cruz, na linha férrea, e caminharam até a plataforma da estação. Uma mulher se feriu ao pular na linha e foi socorrida por uma ambulância do SAMU.

O desligamento da energia casou problemas também no ramal de Deodoro. Os atrasos chegaram a mais de 40 minutos. Passageiros ficaram revoltados ao longo das estações acima de Deodoro e na Baixada Fluminense.

Pra variar, a Supervia não sabe de nada.

Blog do Peregrino: bilhete único do Rio é mais caro do que o de São Paulo e favorece empresas de ônibus

2 Comente aqui

Em seu blog, o cientista político e presidente do Instituto Republicano, Fernando Peregrino, faz uma ótima reflexão sobre recém-criado Bilhete Único dos transportes públicos do Rio de Janeiro de Sérgio Cabral.

Peregrino destaca que o valor cobrado por Sérgio Cabral no Rio é muito maior do que o bilhete único paulista. Segundo ele, "o modelo, conforme fontes confiáveis, foi idealizada pela Fetranspor. Por ele, o Estado institui subsidios flutuantes para os preços das passagens além do valor de R$4,40".

"Estima-se em R$ 300 milhões por ano o volume de subsidios adiantados todos os meses para um fundo proprio. Caso o Estado atrase o repasse para esse fundo, as empresas não serão obrigadas a permitir o uso do Bilhete Unico. Ou seja, os ônibus estão completamente protegidos contra falhas no sistema de pagamento do Governo, menos o cidadão".

Clique no link abaixo e leia a íntegra do texto

http://fperegrino.blogspot.com/2010/01/agora-sim-esta-esclarecido-alem-de-mais.html

Ministério Público investigará panes no metrô que Cabral acha que não é dele

2 Comente aqui

Embora Sérgio Cabral ache que o metrô não lhe pertence - mesmo tendo renovado o contrato de concessão - o Ministério Público instaurou inquérito para investigar as panes e os problemas de superlotação no metrô do Rio.

Desde o dia 22 de dezembro, quando foi inaugurada a conexão direta Pavuna-Botafogo, o serviço piorou, segundo o promotor Carlos Andrezzano. A sequência de panes no sistema também provocou aumento no intervalo entre as composições, prejudicando milhares de passageiros todos os dias.

Já o deputado Alessandro Molon (PT) prometeu entrar com uma ação na Justiça pedindo a anulação do termo aditivo que prorrogou a concessão do serviço, que acabaria em 2018, por mais 20 anos. As informações são do jornal O Dia.

Leia abaixo o chilique que Cabral deu em entrevista ao RJTV se eximindo da responsabilidade pelo caos no metrô do Rio, e cartas dos leitores do jornal O Globo reclamando do serviço.


Cabral faz piadinha sobre os péssimos serviços de trens. Providência...

2 Comente aqui

Sérgio Cabral, o Tássia ("tá se achando") da política, perdeu toda e qualquer compustura e não para de cair no ridículo.

Dias desses, em plena campanha eleitoral (fora de época e ilegal, a bem da verdade), se meteu a engraçadinho ao relembrar o tempo em que desfilava no bloco Em Cima da Hora, do subúrbio de Cavalcante. Disse ele:

"O suburbano quando chega atrasado o patrão mal-humorado diz que mora logo alí. Mas é porque não anda nesse trem lotado que vem lá de Japeri, imagine quem vem lá de Japeri..."cantou para a galera, segundo Berenice Seara, do Extra.

Pois bem se ele sabe até de cor em música o sufoco por que passam os passageiros de trem por que Cabral, enquanto governador, não toma providências, por que não exige da concessionárias melhorias nos trens, por que não cobra a compra de novos vagões???

É muita pergunta sem resposta. E muita piadinha sem graça alguma