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Parques públicos de Eduardo Paes são uma brincadeira

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Banheiros depredados, áreas infantis loteadas por mendigos, quadras de esporte sem manutenção, crianças e jovens consumindo drogas livremente... A situação é cada vez mais caótica nos parques públicos do Rio de Janeiro de Eduardo Paes.


O jornal O Dia visitou cinco importantes áreas de lazer e turismo da cidade e o que ficou constatado foi o inacreditável estado de abandono desses lugares.

Entre eles estão o Parque Dois Irmãos, o Parque da Cidade, o Parque do Flamengo, o Parque Ary Barroso e a Quinta da Boa Vista.

Lamentável!

Mais um descaso de Sérgio Cabral com a saúde pública no Rio de Janeiro

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Leitor denuncia as precárias condições de uma CTI pediátrica. É o total descaso, mais uma vez, de Sérgio Cabral com a saúde pública e os pacientes.

Leiam abaixo:

Instituto de cardiologia no Humaitá tem CTI Pediátrico improvisado

As obras do Instituto Estadual de Cardiologia Aluisio de Castro (IECAC), no Humaíta, vêm causando uma série de transtornos ao CTI Pediátrico da unidade — improvisado onde antes era uma sala de recreação.

Além de fios expostos e medicamentos amontoados, os profissionais, em regime de plantão 24 horas, não têm chuveiros à disposição já que o único banheiro é o mesmo utilizado para dejetos de pacientes.

Vejam abaixo as fotos feitas por um leitor e enviadas à coluna Extra, Extra:



Abandonado por Eduardo Paes, Passeio Público padece entre sujeira, usuários de drogas, mendigos e má conservação

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Tombado em 1896 pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Histórico Nacional, o parque do Passeio Público, no Centro do Rio, é a cara da atual administração municipal do Rio: de descaso e abandono.


Reportagem do Jornal do Brasil mostra que há monumentos danificados, má conservação, falta de lâmpadas, holofotes enferrujados, mendigos, usuários de drogas, sujeira e mau cheiro por toda a área do lindo parque.

Lamentável! É assim que o Rio quer receber mais turistas para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016?

Descaso de Eduardo Paes deixa Lagoa Rodrigo de Freitas às escuras

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Um dos principais cartões postais do Rio de Janeiro, a Lagoa Rodrigo de Freitas, que foi despoluída nos governos Garotinho e Rosinha, sofre há várias semanas com o descaso da prefeitura de Eduardo Paes.

Segundo relata um leitor de O Globo On Line, o trecho da ciclovia da Lagoa, no Parque da Catacumba, entre o quiosque Palafita e píer dos pedalinhhos, está com uma sequência de postes sem luz, o que aumenta a insegurança na área. Esta solicitação de reparo já foi feita na Rioluz, mas até agora o problema não foi resolvido.

Vergonhoso!

Metrô de Cabral: a cada dia pior

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O descaso de Sérgio Cabral com a população que usa os serviços de metrô não para. Segundo relata a colunista Anna Ramalho, no Jornal do Brasil, na semana passada, na Estação Botafogo, só havia uma bilheteria funcionando para uma fila interminável.

Outra coisa relatada pela colunista é que o metrô não aceita os próprios cartões recarregáveis.

O descaso é tanto que inúmeras cartas são publicadas todos os dias nos jornais cariocas. As críticas são as mais diversas possíveis.

Leia abaixo




Postes de luz no Largo da Glória abandonados por Eduardo Paes

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Este blog já havia revelado, no dia 13, a partir da reportagem do Jornal do Brasil, o abandono dos postes de iluminação na cidade do Rio de Janeiro. Nesta quinta-feira (28), mais uma reportagem, dessa vez em O Globo, revela o descaso da Prefeitura de Eduardo Paes e o abandono dos postes antigos de iluminação no Largo da Glória.

Mesmo sendo tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e um dos pontos turísticos da cidade, a área do entorno da estátua de Pedro Álvares Cabral, no Largo da Glória, é o retrato do abandono.

Os belos postes, confeccionados em ferro fundido, têm sido alvo de vândalos e de descaso dos responsáveis pela conservação. O local, que faz parte da memória do Rio, agora sofre com o esquecimento.

Em volta da estátua de Cabral quase não há mais iluminação pública, porque praticamente todos os postes antigos que ficam em volta do monumento estão apagados. Quem frequenta o local diz que o problema é antigo.

http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/01/27/postes-de-iluminacao-antigos-sofrem-com-vandalismo-abandono-do-poder-publico-915724123.asp

http://amigosdogarotinho.blogspot.com/2010/01/apagao-na-conservacao-dos-postes-de-luz.html

Chuva deixa moradores do Sul Fluminense isolados e (des) governo Cabral até agora não se pronunciou

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Enquanto o (des) governador Sérgio Cabral dava risadas ao lado dos amiguinhos Lindberg Farias e do presidente Lula a região Sul Fluminense sofria com fortes chuvas que prejudicaram municípios como Barra Mansa, Volta Redonda e Barra do Piraí no final da tarde e início da noite de segunda-feira (25), no Rio.

Dezoito horas após as chuvas e até o momento não houve nenhum pronunciamento do Governo Cabral sobre o assunto. Lamentável! Típico, infelizmente, de um (des) governo que virou as costas para o interior do Rio de Janeiro.

Foram sérias as consequências da chuva forte que caiu na segunda-feira (25) à tarde em Barra do Piraí, no Sul Fluminense. Houve estragos no Centro e em pelo menos seis bairros do município. O Rio Paraíba do Sul transbordou e as ruas ficaram inundadas.

Os municípios de Barra Mansa e Volta Redonda também sofreram fortes consequências em decorrência da chuva forte.

Clique no link abaixo e assista reportagem do telejornal Bom Dia Rio desta terça-feira (26)

http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV/0,,MUL1462860-9101,00-CHUVA+FORTE+EM+BARRA+DO+PIRAI+PROVOCA+ESTRAGOS+NO+CENTRO+E+EM+SEIS+BAIRROS.html

Zona Norte e interior do Rio revoltados com a Cedae de Sérgio Cabral

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Cansados do descaso da Cedae, que oferece serviço precário e adora cobrar indevidamente da população fluminense, moradores e comerciantes da Zona Norte estão revoltados com o aumento estratosférico das contas.

Já no interior do estado, o deputado Domingos Brazão - presidente da Comissão de Saneamento da Alerj - fez uma visita a 65 municípios fluminenses e ouviu tantas reclamações da Cedae de Sérgio Cabral que não sabe nem como começar o relatório final.

Leia abaixo a informação publicada na coluna Extra, Extra, do jornal Extra.

Descaso com a população no atendimento do PAM da Cinelândia

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Leiam abaixo o absurdo e o descaso da Prefeitura de Eduardo Paes com a população no PAM da Cinelândia.

Para um simples atendimento, a população tem que enfrentar várias filas, sendo que a primeira é do lado de fora do prédio.

Não há fila prioritária para idosos e gestantes e há ainda elevadores quebrados.

Vila de Noel desafinada com tanto abandono e insegurança

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Infelizmente, a prefeitura de Eduardo Paes e o governo do Estado de Sérgio Cabral pensam que o Estado do Rio se limita ao Leblon, Ipanema, Copacabana e o Leme, pegando ainda São Conrado, Barra e Recreio.

Imortalizada por Noel Rosa - cujo centenário será tema de enredo este ano na Marquês de Sapucaí -, Vila Isabel, na Zona Norte do Rio, vive um contraste, como mostra reportagem de O GLOBO, publicada neste domingo (24). De um lado, a sua importância para a identidade cultural carioca; de outro, o abandono e a insegurança.

A nota mais triste está registrada nas calçadas tombadas do Boulevard 28 de Setembro, onde fradinhos e até bancas de jornal avançam sobre o mosaico de pedras portuguesas que reproduzem as partituras de canções de Noel Rosa ("Feitiço da Vila", em parceria com Vadico) e de outros compositores como Chiquinha Gonzaga ("Abre-alas") e Sinhô ("Jura").

- Isso é o maior absurdo - protesta o morador Carlos Arêas, da Velha Guarda da Unidos de Vila Isabel.

A situação lastimável do antigo jardim zoológico é outro símbolo do descaso do poder público. O lago, mesmo imundo, atrai crianças dos morros São João e Macacos, e carros são abandonados no meio do matagal.

Responsável pelo projeto Rio Cidade da Vila, o arquiteto Pedro da Luz toca na grande ferida do bairro hoje em dia. Para ele, a Vila tem sido vista como um território conflagrado desde que houve um intenso confronto entre facções do São João e do Macacos, de onde partiram tiros de fuzil que derrubaram um helicóptero da PM, matando três policiais, em outubro passado.

Não à toa, Martinho da Vila, único autor do samba-enredo da Vila Isabel que homenageia Noel este ano, desabafa:

- Como pode um bairro com a importância cultural da Vila não ter um Memorial Noel Rosa? Uma casa de espetáculo? Um teatro? Se, além disso, acontecesse a urbanização do Morro dos Macacos, a Vila se transformaria num lugar muito bom.

Colunista lembra que o Metrô já foi motivo de orgulho dos cariocas

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Tradicional colunista de amenidades e do meio artístico, até o colunista Artur Xexéo resolveu entrar na briga dos cariocas contra o péssimo serviço prestado pelo Metrô Rio.
Com propriedade, ele lembra tempos recentes quando o carioca sentia orgulho do seu Metrô. Sentimento hoje transformado em ódio.
E Cabral não está nem aí. Foi banhar-se em Porto Seguro porque está muito cansado.... de não fazer nada!
Leiam mais:

Apagão na conservação dos postes de luz de Eduardo Paes

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O prefeito midiático Eduardo Paes deveria olhar primeiro para a falta de estrutura do município antes de promover choques de ordem contra os trabalhadores de rua ou querer impor à população a cobrança de uma taxa de iluminação absurda.

Nas ruas do Rio de Janeiro uma cena comum em todos os bairros é o estado precário de conservação dos postes de iluminação. Leiam abaixo o flagrante que o Jornal do Brasil fez da precariedade dos postes da cidade. Alguns prestes a cair a qualquer momento.

Os postes que não estão a postos

Manuela Andreoni

Certos postes da cidade dão medo só de olhar. Num breve giro por alguns bairros, a reportagem do Jornal do Brasil encontrou uma série deles em estado deplorável. Por mais que a Light afirme que o fato de as ferragens das estruturas estarem a mostra não represente necessariamente risco de queda, os ferros retorcidos não deixam de causar receio a Agostinho Guerreiro, presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea) do Rio:

– A função do concreto é dar maior firmeza, sustentabilidade ao poste. Sem essa proteção, a estrutura de ferro pode ser corroída por diversos elementos. O mais preocupante é que, se ele estiver com a base podre, a probabilidade de vir ao chão com um acidente de carro é muito maior. O problema é a falta de cultura de prevenção – alertou o presidente.

Vários donos possíveis Existem cerca de 30 mil postes na cidade, não se sabe quantos em estado precário.

As estruturas de iluminação são de responsabilidade da Light e da Rioluz, Companhia Municipal de Energia e Iluminação. Outros, que façam ligações de telecomunicação, por exemplo, podem pertencer a empresas como a Oi.

Pela Avenida Paulo de Frontin, no Rio Comprido, onde foram encontrados três postes precários (em frente aos números 124, 160 e 300), passam cerca de 32 mil veículos por dia, por causa do acesso ao Túnel Rebouças, que conecta as Zonas Sul e Norte da cidade.

A assessoria de imprensa da Light não soube informar à reportagem se os postes do Rio Comprido pertencem à empresa, mas negou responsabilidade sobre a estrutura da Rua Benvindo de Novaes, em frente ao número 940, na Barra da Tijuca, também fotografada pela reportagem.

A empresa, no entanto, informou que enviaria equipe para checar se os postes lhes pertenciam.

A Rioluz, por meio de sua assessoria, também informou que mandaria funcionários para verificar que empresa é responsável pelos postes e que as notificaria se fosse o caso. Se constatar que as estruturas são suas, enviará técnicos.

Em relação à durabilidade dos postes de concreto, há divergências. Se para Antônio Eulálio, engenheiro civil do Crea, uma estrutura aguenta de cinco a 10 anos, para a Light ela tem vida útil de “no mínimo” 30.

A Rioluz, por sua vez, informou que, apesar de o fabricante dar garantia de 10 anos, o poste de concreto pode durar mais de 15.

Morador não vê problema Procurados pela reportagem, moradores da Avenida Paulo de Frontin desconhecem o problema e aproveitaram a presença do Jornal do Brasil pare reclamar dos mendigos.

A Câmara Comunitária da Barra da Tijuca diz que não recebe reclamações de moradores em relação aos postes.


Zero, nota zero no quesito segurança do Sambódromo

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Se depender da Riotur e do prefeito-factóide Eduardo Paes, o Sambódromo já começa o desfile com nota ZERO em segurança. Em mais uma demonstração de descaso com a população, é preocupante o estado de conservação do palco da maior festa popular do mundo.

Leia abaixo a reportagem de O Globo On Line

Goteiras e rachaduras enfeiam o Sambódromo, palco dos desfiles de carnaval do Rio

Palco da maior festa popular do mundo, o Sambódromo carioca não está preparado para fazer bonito neste carnaval. No quesito conservação, o espaço criado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e inaugurado em 1984, está deixando a desejar.

A constatação é do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea), que, a convite do GLOBO, realizou uma vistoria nas dependências da passarela do samba na tarde desta segunda-feira. Em menos de uma hora de visita às dependências da pista oficial de desfiles das escolas de samba, foram encontrados ferros aparentes, inúmeras rachaduras, goteiras e pinturas mal acabadas.

Presidente do Crea, Agostinho Guerreiro acompanhou a vistoria e afirma que desde fevereiro do ano passado, quando já havia participado de uma inspeção no local, também a pedido do GLOBO, foram feitas pequenas melhorias e muita maquiagem:

- Há fissuras espalhadas por todo o setor 2 e muitos remendos. Os problemas que encontrei na última vez em que estive aqui se alastraram ainda mais, o que é um mau sinal. O tipo de trabalho recomendado para a recuperação das paredes deveria ser executado por especialistas, e não por pedreiros, como aparenta. Eles só deram uma guaribada. Se continuar assim, a tendência é piorar e, num prazo de aproximadamente dez anos, a estrutura poderá colocar em risco a vida do público que vier assistir aos desfiles - diz Guerreiro.

Apesar de o estado de conservação da passarela do samba não ser o ideal para receber um público de 80 mil pessoas, os técnicos do Crea asseguram que não há risco iminente de desabamentos. Mas o engenheiro civil Antônio Eulálio, especializado em patologia das estruturas, considera o caso sério e acredita que o descaso com a estrutura do local seja resultado da mudança na administração da cidade:

- É grave o processo de deterioração do concreto, e esse problema é causado principalmente pelas chuvas ácidas e pela maresia característica de toda cidade litorânea, que pode agir a até sete quilômetros da praia. Precisa ser feita uma reforma plena e não paliativa e de improviso como fizeram. Acho que esse desleixo pode ser consequência da falta de continuidade administrativa - supõe Eulálio.

Entre os pontos mais críticos na estrutura do Sambódromo, de acordo com a avaliação dos técnicos do Crea, estão a fachada e a base das arquibancadas do Setor 11, que apresentam ferros expostos ao calor e algumas goteiras:

- Não posso falar que o concreto vai ceder em 24 horas. Mas nos próximos anos, se não for tomada uma medida eficaz, a coisa vai ficar feia. Isso aqui é um patrimônio histórico e não pode ficar desse jeito. É necessária uma intervenção global e não pontual. A grande questão é que ninguém resolve o problema no momento inicial. Se tudo fosse sanado de imediato, muitas consequências perigosas seriam evitadas - completa Agostinho Guerreiro.

Órgão responsável por manter e conservar o Sambódromo, a Riotur, através de sua assessoria de imprensa, afirma que, ao longo de 2009, foram realizadas pequenas melhorias estruturais, como na iluminação e no cabeamento da avenida. Mas a obra completa para reparar os problemas apurados pelo Crea será feita apenas para os Jogos Olímpicos de 2016, quando a Passarela do Samba será utilizada para provas esportivas como arco e flecha e maratona.

-Temos conhecimento de todos os problemas, mas, como aguardávamos o resultado do Rio da escolha da sede das Olimpíadas, chegamos à conclusão de que não adiantava fazer nada antes da confirmação de que venceríamos. Depois disso, foram feitas obras paliativas, como nas escadas de acesso à torre que os fotógrafos e cinegrafistas utilizam para registrar as imagens dos desfiles. O objetivo era não gastar dinheiro da forma errada. Mas, após o carnaval desse ano, será feita a reforma - promete o presidente da Riotur, Antonio Pedro.

Índices de homicídios na Zona Norte crescem de forma alarmante

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A denúncia é de César Maia, com números oficiais da Secretaria de Segurança. Como não têm a visibilidade dos moradores da Zona Sul, que vive na Zona Norte não tem das autoridades públicas o mesmo tratamento.

ÍNDICE DE HOMICÍDIOS DOLOSOS DE 60 POR 100 MIL HABITANTES NA REGIÃO ONDE 4 INOCENTES MORRERAM!

1. A Área Integrada de Segurança Pública -AISP-9- inclui os bairros onde os traficantes que, atirando a esmo e trocando tiros com a polícia, terminaram matando 4 pessoas e deixando uma em estado grave. Essa é uma região de 850 mil habitantes, nos cálculos do Instituto de Segurança Pública (ISP).

Ali, em 2009, até novembro, ocorreram 459 homicídios, uma taxa de crescimento, sobre 2008, de 15%, segundo o ISP. Para se ter uma ideia, todas as 3 AISPs da Zona Sul -02,19 e 23- somadas, tiveram em 2009, menos de 10% dos homicídios dolosos da AISP 9.2.

O Índice de Homicídios da AISP 9 é de 60 por cem mil habitantes. A média da cidade é de 35. Com 13% da população da cidade, essa região representa quase 25% de todos os homicídios dolosos. Os bairros da AISP 9 não têm a visibilidade, nos meios de comunicação, dos bairros da zona sul, onde a secretaria de segurança procura concentrar sua coreografia.

São cariocas como todos e exigem uma atenção proporcional à violência da qual são vítimas.3. As UPPs já ocuparam 4 pequenas comunidades da Zona Sul, o que é bom. (JN-09) (AISP-9) “Nós estamos falando de uma área em que há, pelo menos, 94 comunidades carentes dominadas por narcotraficantes de diferentes facções", afirma o capitão Ivan Blaz, relações públicas da PM.

Leitor denuncia o “Rio de autoridades assustadoramente permissivas e incompetentes”

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O jornal O Globo tem leitores. Esses vivem numa cidade em que o jornal insiste em não noticiar – talvez em razão de intere$$e$e$ publicitários.

Mas esses leitores têm opinião, que vão na contramão da beleza que o jornal tenta impingir na população, como a tal manchete do “Tá tudo dominado... pela polícia”.

Leiam abaixo o que os leitores acham do governo Sérgio Cabral, o mesmo que gasta mais de 300 mil em publicidade diariamente:

Metrô aqui em SP
Sou carioca e moro em São Paulo há 19 anos. Escrevo entristecido ao ver que, no início do século XXI, o povo da minha terra ainda é tratado como gado, desrespeitado e humilhado diariamente, como aconteceu na terça-feira no metrô e, antes, nos trens e barcas.

O pior é que o descaso tem DNA. A forma suspeitamente displicente com que as autoridades do Rio se relacionam com as concessionárias é, no mínimo, displicente, digna de investigação do Ministério Público.

Em São Paulo, parte dos serviços é sob concessão e parte, do Estado. Nos dois casos, jamais vi algo que chegasse perto das cenas de ontem (terça-feira) no metrô carioca.

A falta de iniciativa do governo em cobrar da concessionária explicações me faz lembrar a forma permissiva como o governo Cabral tratou incidentes nos trens e nas barcas, ambos também serviços concessionados.

No fim, quem sofre sempre é o usuário. Mas o que importa, não é mesmo?

São gente simples e pobre, o novo gado do século XXI, num Rio de autoridades assustadoramente permissivas e incompetentes.

Ângelo Raposo
(por e-mail, 23/12). São Paulo, SP

O Metrô Rio foi, para variar, péssimo na prestação de serviços na terça, 22. O secretário de Transportes, Júlio Lopes, já tirou o corpo fora e disse que a responsabilidade é toda da concessionária. Então, por que ele estava dando entrevista na Estação da Glória?

Provavelmente, querendo colher os louros, caso a operação fosse bem-sucedida. Agora o que a Agetransp vai fazer?

Deveria aplicar uma sonora multa à concessionária, mas vai fazê-lo? Ou vai continuar com o mesmo descaso, como costuma fazer com as Barcas SA?

A população carioca está refém do metrô e o governo do estado e a agência reguladora fecham os olhos para isso.

Marcos André Lessa
(por e-mail, 23/12) Rio

Vergonha na saúde pública de Eduardo Paes

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Seja no Estado do (des) governo Cabral, ou no Município do filhote de Cabral, Eduardo Paes, a vergonha e o descaso com a saúde da população são idênticas. Para pior...é claro!


Na Maternidade Municipal Leila Diniz, em Jacarepaguá, médicos têm realizado partos ajoelhados, conforme constatou o Conselho Regional de Medicina do Rio (Cremerj). Segundo o órgão, a maca usada nos partos não funciona adequadamente. O conselho, que realizou vistorias nas maternidades públicas do Rio, encontrou ainda falta de profissionais e superlotação de pacientes.

Segundo o conselho, na Maternidade Praça XV, também do município, faltam 32 pediatras, 23 obstetras, enfermeiros, radiologistas, anestesistas, psiquiatras e fisioterapeutas. Os plantões contam com apenas dois médicos que se dividem entre salas de parto, 70 leitos comuns, cinco de UTI Neonatal e 15 de Unidade Intermediária (UI).

Outro problema é o horário da farmácia, que por falta de funcionários fecha às 17h. Segundo o conselho, enfermeiras calculam e separam os medicamentos para os pacientes internados, mas possíveis complicações só são resolvidas quando a farmácia que guarda o estoque abre, no dia seguinte.