Mostrando postagens com marcador Saúde Pública. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde Pública. Mostrar todas as postagens

Grávida é humilhada no hospital de Sérgio Cabral e perde os bebês

3 Comente aqui

O show de horrores nos hospitais públicos de Sérgio Cabral não tem fim. Vejam só o que ocorreu com uma grávida de gêmeos no Hospital Rocha Faria.


Depois de não ser atendida decentemente no hospital, a grávida ficou cinco dias com os bebês mortos na barriga. Ela só descobriu o falecimentos dos filhos depois de exame em uma clínica particular.


No Rocha Faria, a mulher foi atendida por um médico que a aconselhou procurar outro local porque os aparelhos do hospital de Cabral estavam quebrados.


Lamentável, vergonhoso e muito triste o que ocorre com a saúde pública do Estado do Rio, de Sérgio Cabral.


Vejam abaixo:

Estado do Rio de Sérgio Cabral perde pacientes que precisam de transplantes para São Paulo

2 Comente aqui

Vejam só que vergonha.

Como se já não bastassem a vergonha de o Estado do Rio perder royalties do petróleo por causa de Sérgio Cabral, de ter um sistema de educação precário, uma violência desenfreada pelas ruas, entre outras coisas, o Rio agora perde pacientes para a rede pública de São Paulo por causa da precariedade do sistema público de transplantes.

Lamentável!

Leiam abaixo a bronca do Informe do Dia.

Hospital Estadual Albert Schweitzer, de Sérgio Cabral, pela hora da morte

0 Comente aqui

Sérgio Cabral está conseguindo o que queria: destruir toda a rede estadual de saúde. Segundo revela reportagem do jornal de bairro Globo Zona Oeste, no Hospital Estadual Albert Schweitzer faltam insumos básicos como lençóis, fronhas e cobertores e, diante da precariedade, famílias de pacientes têm de comprar medicamentos que deveriam ser fornecidos gratuitamente.

Falta energia elétrica nos banheiros do hospital, que não contam com barras de apoio para pacientes, e há muitas camas quebradas, além de infiltrações e rachaduras por todo o prédio. Vários dutos de ventilação do Albert Schweitzer estão enferrujados, quebrados. Como não há mais filtros limpos nesses equipamentos, pacientes, acompanhantes e funcionários ficam expostos ao risco de contrair doenças transmissíveis pelo ar.

Do lado de fora, telas de contenção antecipam uma obra — o hospital deverá ganhar, daqui a seis meses, uma maternidade de alto risco e uma UTI neonatal.

Mas, enquanto os benefícios não chegam, quem está internado no local tem de enfrentar uma série de dificuldades, incluindo uma espera de pelo menos cinco dias por cirurgias ortopédicas.

E Cabral segue brincando com a saúde da população.

Lamentável!

Cabral ignora saúde pública e Estado do Rio está à beira de novo surto de dengue

1 Comente aqui

Enquanto Sérgio Cabral gasta milhões em publicidade e ignora a saúde pública do Rio de Janeiro, mais da metade dos municípios do estado Rio está em alerta ou corre alto risco de surto ou epidemia de dengue, de acordo com o Levantamento do Índice de Infestação Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa).

As piores taxas médias aparecem em São João da Barra, Italva, Tanguá e Carapebus, locais onde são encontrados mais de quatro imóveis com pelo menos um foco do Aedes aegypti a cada grupo de 100 casas visitadas pelos agentes. O número é quatro vezes o considerado seguro pela Organização Mundial de Saúde (OMS) — um imóvel para cada grupo de 100 (1%).

Outras cidades, como Duque de Caxias, Itaguaí e Japeri, têm regiões em que o risco de surto e epidemia é alto, aponta o relatório. Em Caxias, por exemplo, o índice médio de infestação é 2,4, assim como no Rio de Janeiro de Eduardo Paes. Mas 17% da cidade estão em alto risco, com índice superior a 4. Em Itaguaí, 14% da cidade estão em área de alto risco e, em Japeri, 20% do área total do município apresentam o mesmo perigo.

Será que mais uma vez o (des) governo estadual vai esperar a tragédia acontecer para depois dizer que foram surpreendidos, que não sabiam de nada?

Chega de irresponsabilidades! Quem já teve dengue sabe a loucura que é essa doença.

A informação e o gráfico são do jornal O Dia:




Pesquisa FGV: população não está satisfeita com serviços públicos de Saúde de Paes/Cabral

1 Comente aqui

Enquanto Eduardo Paes e Sérgio Cabral despejam milhões em publicidade para mostrar uma falsa realidade da saúde pública - COMO PODE SER COMPROVADA NOS INÚMEROS ANÚNCIOS DE UMA PÁGINA NOS JORNAIS CARIOCAS - os números comprovam que a população do Rio de Janeiro não está nada, nada, satisfeita com os serviços prestados nos hospitais públicos.

Segundo revela a coluna Informe do Dia, pesquisa da Fundação Getúlio Vargas apontou que os hospitais do Estado e da Prefeitura tiveram os piores resultados na avaliação.


Sindicato dos Médicos dá a receita contra o mal de Cabral: o voto em outro candidato

5 Comente aqui

Em artigo publicado no jornal O Dia, o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio, Jorge Darze, critica a postura do (des) governo Cabral de deixar os profissionais da saúde do Estado do Rio de fora dos reajustes e o calamitoso sistema de saúde estadual.

Segundo o médico, “ único caminho para o resgate da dignidade profissional e da qualidade do atendimento à população é o cumprimento da lei. São precisos a implantação imediata do PCCS, o pagamento de salários que façam justiça ao trabalho realizado e uma gestão transparente que respeite o controle social".

De acordo com Darze, "essas são iniciativas que devem ser adotadas para que a saúde seja, de fato, direito de todos. Do contrário, podemos aplicar ainda um remédio sem contraindicação: o voto em outubro”.

Leiam a íntegra do artigo abaixo:

Jorge Darze: Resposta ao governador

Presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro

Rio - Pelo terceiro ano, o governo estadual deixa a saúde pública de fora dos reajustes concedidos a outros setores da administração, o que se soma a uma década de vencimentos congelados. Também o fechamento do Iaserj, única e importante instituição de assistência aos servidores, acarretou grande dano aos mais de dois milhões de servidores públicos e seus parentes, que ficaram sem atendimento.

O desrespeito não para por aí. Dizer que o cumprimento da Constituição e da legislação do SUS causou as mazelas conhecidas é absurdo. Justificar que a saída é a privatização da gestão e a terceirização da mão de obra não faz sentido, pois sabemos que os resultados não dependem do modelo empregado, mas da escolha dos gestores, feita por este mesmo governo.

Prova disso são os vários exemplos de gestão pública eficiente, entre eles o do Inca e o do Instituto de Cardiologia de Laranjeiras.

Através desse modelo privatizante, profissionais são contratados sem concurso e com salários que representam 25% dos dos servidores públicos. Como era de se esperar, o Supremo Tribunal Federal vem, através das suas últimas decisões, ratificando normas constitucionais, como a exigência do concurso público e dos servidores estatutários.

O único caminho para o resgate da dignidade profissional e da qualidade do atendimento à população é o cumprimento da lei. São precisos a implantação imediata do PCCS, o pagamento de salários que façam justiça ao trabalho realizado e uma gestão transparente que respeite o controle social.

Essas são iniciativas que devem ser adotadas para que a saúde seja, de fato, direito de todos. Do contrário, podemos aplicar ainda um remédio sem contraindicação: o voto em outubro.

Eduardo Paes e Sérgio Cabral ignoram epidemia de crack no Rio de Janeiro

2 Comente aqui

Calcula-se que hoje pelo menos 1, 2 milhão de pessoas usem crack no Brasil. A maioria jovens. No Rio de Janeiro, de Sérgio Cabral e Eduardo Paes, que tanto apóiam marchas a favor da liberação da maconha, nada foi feito para minimizar um dos maiores problemas da saúde pública enfrentados pela sociedade brasileira no século 21: a epidemia do crack.

Segundo reportagem do Jornal do Brasil, não existem mais vagas para acolhimento de jovens carentes dependentes de crack no município.

Das 60 unidades públicas da cidade, apenas três são direcionadas para adolescentes entre 12 e 17 anos e, nelas, já há 40 meninos e 20 meninas sob acompanhamento.

Hoje, 70% dos 1.200 menores que vivem nas ruas do Rio já tiveram contato com a droga, conhecida por viciar rapidamente.

Em seu blog, o ex-governador Anthony Garotinho destaca a iniciativa da mídia em abordar o assunto, mas faz a ressalva de que a imprensa não comenta o abandono das clínicas gratuitas de tratamento de dependentes, criadas por Garotinho e Rosinha. Muito menos cobrando de Cabral a criação de um programa de atendimento às pessoas que querem se livrar do vício.

Segundo Garotinho, “só para vocês terem uma idéia do absurdo, o governo do Estado não tem hoje uma única vaga para tratamento de dependentes de crack. Justamente a droga que mais avança e mais mal provoca. É como se o crack não existisse para Cabral. Descaso total!”

Lamentável!

Leiam abaixo a reportagem do site G1 e o post sobre o tema no Blog do Garotinho:

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2010/06/epidemia-de-crack-esta-fora-de-controle-adverte-especialista.html

http://www.blogdogarotinho.com.br/lartigo.aspx?id=6006

Mais um descaso de Sérgio Cabral com a saúde pública no Rio de Janeiro

3 Comente aqui

Leitor denuncia as precárias condições de uma CTI pediátrica. É o total descaso, mais uma vez, de Sérgio Cabral com a saúde pública e os pacientes.

Leiam abaixo:

Instituto de cardiologia no Humaitá tem CTI Pediátrico improvisado

As obras do Instituto Estadual de Cardiologia Aluisio de Castro (IECAC), no Humaíta, vêm causando uma série de transtornos ao CTI Pediátrico da unidade — improvisado onde antes era uma sala de recreação.

Além de fios expostos e medicamentos amontoados, os profissionais, em regime de plantão 24 horas, não têm chuveiros à disposição já que o único banheiro é o mesmo utilizado para dejetos de pacientes.

Vejam abaixo as fotos feitas por um leitor e enviadas à coluna Extra, Extra:



População morre de dengue no Estado do Rio e Cabral prefere brincar de DJ

1 Comente aqui

Enquanto as pessoas estão morrendo mais de dengue no Estado desgovernado de Sérgio Cabral - aumentou 325% de janeiro a maio, em relação ao mesmo período de 2009 - o omisso Sérgio Cabral mais uma vez demonstra que não está nem aí para a população.

Em mais uma manifestação debilóide, Cabral brincou de DJ ao lado do deputado Jorge Picciani. Mas parecia uma cena do saudoso comediante Ronald Golias.

Vejam abaixo o que foi publicado na coluna Informe do Dia:



PAM de Irajá de Eduardo Paes vira unidade fantasma

1 Comente aqui

Vejam a que ponto chegou a saúde pública na rede municipal de Eduardo Paes.

Agora, até as unidades de emergência se transformaram em verdadeiros hospitais fantasmas.

Leiam abaixo o que foi publicado na coluna Extra, Extra, do jornal Extra.


Atendimento precário na rede municipal de saúde de Eduardo Paes

1 Comente aqui

A rede municipal de saúde de Eduardo Paes não tem jeito mesmo: está um abandono só!

Leiam abaixo o que foi publicado na coluna Extra, Extra, do jornal Extra.

Sérgio Cabral e Paes, agora, querem privatizar também a saúde pública no Rio de Janeiro

0 Comente aqui

Essa era mais do que esperada: $érgio Cabral e Eduardo Paes querem privatizar tudo, da saúde à educação.

E não importa o que tiver pela frente – no caso, a população do Rio de Janeiro.
A denúncia é do ex-prefeito César Maia:
A PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA BÁSICA NO RIO!
Da Rede de Servidores da Secretaria Municipal da Saúde.
1. "Atenção para a forma como anda sendo conduzida a questão das Organizações Sociais na área da saúde municipal. Alguns servidores lotados em unidades de atendimento da CAP 3.2 têm relatado que as OSs estão ocupando-as. Segundo o relato de um servidor, o Posto de Saúde Dr. Eduardo Araújo Vilhena Leite já estaria sendo gerida por uma OS de São Paulo, sendo que o próximo seria o Posto de Saúde Dr. Carlos Gentile de Mello."
2. "As prioridades são: verificação do que vem ocorrendo nas unidades da CAP 3.2 e da CAP de Campo Grande e Santa Cruz. \ Verificação da legalidade do feito de acordo com a malfadada lei n.° 5.026, de 19 de maio de 2009; \ Situação dos servidores municipais lotados nestas unidades. \ No caso da ilegalidade do feito, as providências cabíveis para se evitar a burla da lei."

No Rio de Janeiro de Sérgio Cabral e Eduardo Paes, saúde e educação ainda preocupam

1 Comente aqui

Dados das áreas de educação e saúde foram destacados nesta terça-feira (26) pela ONG Rio Como Vamos, durante a apresentação dos indicadores. E os números do Rio de Cabral e Paes são preocupantes.

O número de reprovação no ensino médio chama a atenção em todas as regiões administrativas.

– É assustador, 30,15% dos alunos da rede pública foram reprovados em 2008. Somado a isso, quase 20% abandonaram os estudos. É um número para se refletir. Precisamos mudar esse quadro – contou a presidente da ONG, Rosiska Darcy de Oliveira.

Os índices de distorção de idade no ensino médio também chamam a atenção. Se considerarmos a defasagem de dois anos ou mais em relação à idade ideal para as séries do ensino médio, o dado impressiona: 62,44% dos alunos estão acima da faixa etária ideal.

Na saúde, destaque para o baixo número de exames pré-natais realizados pelas gestantes. O Ministério da Saúde recomenda que sejam feitas 7 consultas durante a gravidez, mas 31,86% das mães não cumprem a meta.

Os piores índices são registrados na favela Cidade de Deus, em Jacarepaguá (Zona Oeste), onde mais de 60% das gestantes não fazem o total de exames. A precariedade dos cuidados durante a gravidez reflete no elevado percentual de mortalidade infantil. Na mesma Cidade de Deus, 20 crianças, em cada mil nascidas vivas, morreram durante o período analisado.

Ontem, antes de divulgar os números, os diretores do Movimento Rio Como Vamos estiveram reunidos com representantes do município e do estado, onde eles puderam receber o estudo e conhecer o sistema.

Cabral, Paes e Temporão abandonam pacientes com HIV

1 Comente aqui

No Rio de Janeiro, o governador Sergio Cabral, o prefeito Eduardo Paes e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, parecem estar de mãos dadas, infelizmente, no abandono aos pacientes soropositivos.

Leiam abaixo a reportagem do Globo On Line que revela que os pacientes com HIV enfrentam falta de remédios e médicos em postos do Rio, além da demora para realização de exames em unidades federais.

Uma vergonha!

O sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, já dizia que quem tem Aids tem pressa. No Rio, a corrida dos pacientes soropositivos da rede pública é para superar a falta de medicamentos e de profissionais para atendê-los. Os antiretrovirais, que inibem a reprodução do vírus no sangue, são encontrados sem transtornos.

A dificuldade é para conseguir remédios que combatem efeitos colaterais do coquetel e os que tratam infecções oportunistas. Outro entrave que esses pacientes precisam enfrentar é a longa demora para a realização de exames de CD4 (que verificam como está o sistema imunológico) e de carga viral.

No Posto de Assistência Médica (PAM) Antonio Ribeiro Netto, mais conhecido como PAM Treze de Maio, o Programa DST/Aids conta atualmente com três infectologistas para atender a mais de 1.500 pacientes que recebem medicação.

-Temos que optar entre o paciente que está mal e o que está bem e quer fazer um acompanhamento de rotina. Não podemos recusar novos doentes, mas como atender nessas condições? - indaga um médico do PAM que prefere não se identificar.

Segundo o presidente da Comissão de Saúde da Câmara dos Vereadores, Carlos Eduardo (PSB), que realizou uma vistoria na unidade na última quinta-feira, faltam 27 tipos de medicamentos, sendo sete deles comumente usados por pacientes soropositivos.

Desde dezembro, o PAM não recebe Amoxicilina com Clavulanato, Azitromicina e Eritromicina (antibióticos que podem ser receitados para infecções oportunistas), Fluconazol (usado para infecções como cândida, sintoma de baixa de imunidade), Metronidazol (creme vaginal), Paracetamol (usado para febre e dor) e Sinvastatina (combate o aumento da gordura do sangue, um dos efeitos colaterais do coquetel).

- A situação deste posto reflete como está a rede. Esses medicamentos não faltam só no PAM Treze de Maio. Além disso, somente nesta unidade, os médicos são responsáveis por uma média de 500 pacientes, enquanto o ideal é que eles atendessem no máximo 360. O programa brasileiro de Aids é referência no mundo inteiro. O Rio vai na contramão disso - afirma o vereador.

Uma aposentada de 74 anos, que prefere não se identificar, é uma das pacientes soropositivas que precisam do Aciclovir. Paciente do Centro Municipal de Saúde João Barros Barreto, em Copacabana, ela toma quatro comprimidos por dia, mas ficou um mês e meio tentando pegar o medicamento. Somente nesta segunda-feira, ela conseguiu a medicação. A quantia recebida, no entanto, só é suficiente até 15 de fevereiro:

- No início de fevereiro vou ter que voltar lá para tentar de novo. Não fossem as doações que eu consigo, não sei como faria. O problema todo é que a falta do medicamento é constante, e não podemos pegar mais quantidade e estocar, mesmo sabendo que no próximo mês pode não ter.

Exames demoram até 45 dias para ficarem prontos

A incerteza também paira sobre o advogado José Luiz Santos da Silva, de 44 anos, toda vez que ele vai fazer exames necessários para o acompanhamento da doença. Paciente do PAM da Cinelândia, ele precisa ir ao Hospital Escola São Francisco de Assis, da UFRJ, para realizar os testes, que, segundo ele, demoram, em média, de 30 a 45 dias para ficarem prontos.

Em agosto do ano passado, ao chegar à instituição para pegar o resultado dos testes que havia feito em junho, ele recebeu a informação de que um problema técnico impediu a realização do exame. Segundo ele, a instituição afirmou que não entrou em contato, pois ele só tinha e-mail e celular.

- Eu normalmente entro em pânico quando vou fazer esses exames. Isso é muito importante para nós porque sabermos como está a evolução da doença. Para fazer o exame, você tem que se acalmar porque isso influi no resultado. Aí, depois de 45 dias, você tem que passar por tudo isso de novo. Você sabe que aquele sofrimento não valeu de nada - conta José Luiz.

Os problemas, no entanto, não são restritos à rede municipal. Há dois meses a coordenadora de três projetos do Grupo Pela Vidda, Mara Moreira, de 33 anos, não consegue na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) o medicamento Bezafibrato, que combate os efeitos colaterais da doença. Como é acompanhada pelo Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec/Fiocruz), Mara não pode obter o remédio em outra unidade de saúde:

- Preciso de duas caixas por mês, o que é equivalente a cerca de R$ 120. Infelizmente, não tenho condições de pagar e acabo refém da disponibilidade da Fiocruz.

Secretaria diz que novos médicos irão atuar já nas próximas semanas

A Fiocruz reconheceu que desde novembro não há entrega do Bezafibrato aos pacientes do Ipec. A previsão é de que nas próximas semanas a compra desse medicamento seja concluída e o fornecimento aos pacientes regularizado. A instituição ressaltou, no entanto, que oferece aos seus pacientes o tratamento preconizado pelo Ministério da Saúde para a terapia contra a Aids, não tendo qualquer problema com a disponibilização desses medicamentos aos seus pacientes. Já a UFRJ não quis comentar a demora para a realização de exames no Hospital Escola São Francisco de Assis.

A Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil (SMDC) afirmou que vem reforçando a contratação de médicos especializados, entre eles infectologistas. Segundo o órgão, eles estarão atuando nas unidades já nas próximas semanas.

A secretaria ressaltou, no entanto, que o número de infectologistas da Policlínica Antonio Ribeiro Netto, no Centro, é suficiente para atender a demanda da unidade, pois os cerca de 1.500 pacientes cadastrados não necessariamente fazem uso dos seus serviços.

Sobre a falta de medicamentos, as direções da policlínica e do Centro Municipal de Saúde João Barros Barreto, em Copacabana, afirmaram que o que pode ocorrer são desabastecimentos pontuais, em função da demanda de pacientes. No entanto, os insumos são repostos o mais rápido possível.

A SMDC informou ainda que trabalha na reestruturação de toda a rede e de seus serviços, incluindo a atenção prestada aos pacientes com HIV/Aids. O órgão disse que está preparando unidades para atender especificamente este público com a melhoria estrutural do Hospital Raphael de Paula e Souza, em Curicica, e o Hospital da Piedade, que receberam mais de R$ 1 milhão em reformas.

A organização dos fluxos de atendimento entre as três esferas de governo, visando à implementação efetiva no SUS, para garantia do cuidado integral aos pacientes com HIV/Aids também está em discussão, segundo a secretaria.



Descaso com a população no atendimento do PAM da Cinelândia

1 Comente aqui

Leiam abaixo o absurdo e o descaso da Prefeitura de Eduardo Paes com a população no PAM da Cinelândia.

Para um simples atendimento, a população tem que enfrentar várias filas, sendo que a primeira é do lado de fora do prédio.

Não há fila prioritária para idosos e gestantes e há ainda elevadores quebrados.

Mosquito Aedes aegypti está dando goleada em Eduardo Paes. Mais uma vez é a população quem sofre

1 Comente aqui

Descaso da prefeitura de Eduardo Paes faz com que o mosquito da dengue volta a aparecer e já preocupa os cariocas.

Leia abaixo a reportagem do jornal O Globo

Dengue: infestação por 'Aedes aegypti' no Rio é três vezes maior do que o tolerável pela OMS

Publicada em 22/01/2010 às 23h45m

Célia Costa e Rafael Galdo

O mosquito Aedes aegypti parece estar ganhando a guerra no Rio. Os índices de infestação predial na cidade continuam altos e, segundo especialistas, como o entomologista Rafael Freitas, da Fiocruz, o número de vítimas da dengue só não é grande porque a maioria da população já teve a doença e está imune aos três vírus que circulam no país.

Conforme o último Levantamento do Índice de Infestação Rápido pelo Aedes aegypti (LIRAa), realizado em outubro do ano passado, a média do Rio é 2,9%, quase três vezes o tolerável pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é 1%.

Existem pontos na cidade onde a situação é ainda pior. Na Área Programática (AP) 3.1, que compreende os bairros de Penha, Ilha do Governador e Ramos, o índice é 5,2%. Os dois bairros com maior infestação têm realidades distintas. Santo Cristo, bairro degradado e com áreas abandonadas, tem 9,5%.

Mesmo índice apresenta a Lagoa, região nobre, mas com problemas como água empoçada em áreas públicas, como o Parque do Cantagalo. Ainda não há levantamentos dos índices do verão, mas a preocupação é com o grande volume de chuvas e as altas temperaturas, condições favoráveis à proliferação do mosquito da dengue.

Três mutirões de combate à dengue, de acordo com o secretário de Saúde, foram feitos recentemente na região da Penha e na do Maracanã. Nas últimas semanas, foram visitados 45 mil imóveis e 40 toneladas de lixo foram removidas. Os agentes detectaram 15 mil focos do Aedes aegypti.

Na Lagoa, bairro com maior índice de infestação na Zona Sul, é com desconfiança que moradores passam pela ciclovia na altura do Parque do Cantagalo. Eles temem que as grandes poças d'água perto das quadras esportivas sirvam de criadouro do mosquito.

Na saúde pública de Cabral, máquina de hemodiálise fica ao lado de vaso sanitário

1 Comente aqui

Vejam só o descaso do (des) governo estadual de Sérgio Cabral com a saúde. Segundo informa nesta sexta-feira (22) a coluna Extra, Extra, do jornal Extra, um vídeo divulgado no YouTube mostra uma suposta máquina de hemodiálise instalada dentro do Hospital Estadual Alberto Torres, também chamado de Hospital Geral de São Gonçalo.

O vídeo foi analisado pelo presidente do Sindicado dos Médicos, Jorge Darze. Ele concluiu que o equipamento parece ser um complemento da máquina de hemodiálise — e que estaria “em desacordo com normas estabelecidas pelo Ministério da Saúde”.

Confira abaixo. Vergonhoso!

Saúde pública agoniza nas enfermarias e emergências de hospitais municipais, estaduais e federais

0 Comente aqui

Em recém-vistoria por hospitais municipais, estaduais e federais, o vereador Paulo Pinheiro ficou horrorizado com a superlotação das enfermarias e emergências e com a precária infraestrutura dos hospitais, que aumento o risco de mortalidade.

A informação está na coluna Extra, Extra, do jornal Extra.

Leia abaixo

MP: fundação cultural contratada por Paes para cuidar da saúde pública é "totalmente irregular"

0 Comente aqui

O que esse blog já vinha noticiando desde a semana passada se confirmou nesta quarta-feira (13): a fundação cultural contratada por Eduardo Paes para cuidar da saúde pública é irregular.

Segundo nota publicada na coluna Informe O Dia, o Ministério Público do Rio revelou que a Fundação Romulo Arantes é “totalmente irregular” e não está inscrita sem sua Provedoria de Fundações.

Leiam abaixo:

Leia também o que publicamos anteriormente no blog

Fundação cultural contratada por Paes para cuidar da saúde pública não funciona onde deveria

2 Comente aqui

Esse blog já tinha tocado no assunto ontem, segunda-feira (11), por achar muito estranho que uma fundação cultural seja encarregada pela prefeitura de cuidar da saúde pública.

Pois nesta terça-feira (12), segundo reportagem do jornal O Dia, a Fundação Cultural, Educacional e de Radiodifusão Rômulo Arantes - escolhida pela prefeitura de Cabralzinho Paes sem licitação para ser responsável pela contratação de enfermeiros e médicos para postos de saúde do Município do Rio - não funciona no endereço que aparece no seu alvará de licença para estabelecimento.

No documento, datado do ano passado, da Secretaria Municipal da Fazenda, a entidade estaria localizada na Estrada do Gabinal 313, Galeria 205B, Freguesia, no Rio Shopping. No local, fica a imobiliária InvestiRio. Nos arquivos digitais do Ministério Público, a fundação também não consta como registrada.

O vereador Luiz Carlos Ramos (sem partido), autor do Projeto de Lei 530/2009, que pede para ser considerada de utilidade pública a fundação, admitiu que não conhece a sede onde funciona a entidade. O parlamentar explicou que fez a proposta atendendo a pedido de conhecidos. O contrato de 180 dias com a Fundação Cultural, Educacional e de Radiodifusão Rômulo Arantes é de mais de R$ 20 milhões.

A dispensa de licitação foi justificada pela Secretaria Municipal de Saúde como necessidade de “emergência no atendimento”. E, segundo a Secretaria Municipal de Educação, o processo e a empresa foram acompanhados e aprovados pela Procuradoria Geral do Município.

E agora, Eduardo Paes?