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Cabral consegue dobrar casos de dengue em todo o Estado do Rio

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A incompetência e o descaso com a saúde pública e o combate à dengue são tão grandes que o (des) governador Sérgio Cabral consegue um recorde pra lá de triste: os casos de dengue no estado do Rio quase dobraram em relação a todo ano de 2009.

Sim, o aumento se deve à volta do vírus tipo 1 e da infestação do tipo 2 em municípios que ainda não tinham registrado a doença nos últimos dois anos. De janeiro a junho foram 21.346 casos, com 31 mortes. Em 2009, foram 12.403 infectados e 12 pessoas morreram.

O município que lidera em número de infectados é São Gonçalo, na região metropolitana, com 1.805 casos e oito mortes, seguido de Tanguá, também na região metropolitana, com 1.730, e Macaé, no norte fluminense, com 1.670.

Lamentável! O pior é saber que mais um verão se aproxima e nada foi feito para combater a volta da dengue no Estado do Rio.

Epidemia de dengue está próxima e Prefeitura de Eduardo Paes nada faz para combatê-la

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O verão ainda está longe, mas depois que chegar é bom o prefeito Eduardo Paes não dizer que não sabia de nada e que a culpa é da administração anterior.

A cada dia vem aumentando os casos de dengue no Rio e nada tem sido feito pela Prefeitura para evitar uma nova epidemia.

Leiam abaixo a indignação de um leitor do jornal O Dia com o prefeito.

Cabral ignora saúde pública e Estado do Rio está à beira de novo surto de dengue

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Enquanto Sérgio Cabral gasta milhões em publicidade e ignora a saúde pública do Rio de Janeiro, mais da metade dos municípios do estado Rio está em alerta ou corre alto risco de surto ou epidemia de dengue, de acordo com o Levantamento do Índice de Infestação Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa).

As piores taxas médias aparecem em São João da Barra, Italva, Tanguá e Carapebus, locais onde são encontrados mais de quatro imóveis com pelo menos um foco do Aedes aegypti a cada grupo de 100 casas visitadas pelos agentes. O número é quatro vezes o considerado seguro pela Organização Mundial de Saúde (OMS) — um imóvel para cada grupo de 100 (1%).

Outras cidades, como Duque de Caxias, Itaguaí e Japeri, têm regiões em que o risco de surto e epidemia é alto, aponta o relatório. Em Caxias, por exemplo, o índice médio de infestação é 2,4, assim como no Rio de Janeiro de Eduardo Paes. Mas 17% da cidade estão em alto risco, com índice superior a 4. Em Itaguaí, 14% da cidade estão em área de alto risco e, em Japeri, 20% do área total do município apresentam o mesmo perigo.

Será que mais uma vez o (des) governo estadual vai esperar a tragédia acontecer para depois dizer que foram surpreendidos, que não sabiam de nada?

Chega de irresponsabilidades! Quem já teve dengue sabe a loucura que é essa doença.

A informação e o gráfico são do jornal O Dia:




População morre de dengue no Estado do Rio e Cabral prefere brincar de DJ

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Enquanto as pessoas estão morrendo mais de dengue no Estado desgovernado de Sérgio Cabral - aumentou 325% de janeiro a maio, em relação ao mesmo período de 2009 - o omisso Sérgio Cabral mais uma vez demonstra que não está nem aí para a população.

Em mais uma manifestação debilóide, Cabral brincou de DJ ao lado do deputado Jorge Picciani. Mas parecia uma cena do saudoso comediante Ronald Golias.

Vejam abaixo o que foi publicado na coluna Informe do Dia:



Mosquito Aedes aegypti está dando goleada em Eduardo Paes. Mais uma vez é a população quem sofre

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Descaso da prefeitura de Eduardo Paes faz com que o mosquito da dengue volta a aparecer e já preocupa os cariocas.

Leia abaixo a reportagem do jornal O Globo

Dengue: infestação por 'Aedes aegypti' no Rio é três vezes maior do que o tolerável pela OMS

Publicada em 22/01/2010 às 23h45m

Célia Costa e Rafael Galdo

O mosquito Aedes aegypti parece estar ganhando a guerra no Rio. Os índices de infestação predial na cidade continuam altos e, segundo especialistas, como o entomologista Rafael Freitas, da Fiocruz, o número de vítimas da dengue só não é grande porque a maioria da população já teve a doença e está imune aos três vírus que circulam no país.

Conforme o último Levantamento do Índice de Infestação Rápido pelo Aedes aegypti (LIRAa), realizado em outubro do ano passado, a média do Rio é 2,9%, quase três vezes o tolerável pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é 1%.

Existem pontos na cidade onde a situação é ainda pior. Na Área Programática (AP) 3.1, que compreende os bairros de Penha, Ilha do Governador e Ramos, o índice é 5,2%. Os dois bairros com maior infestação têm realidades distintas. Santo Cristo, bairro degradado e com áreas abandonadas, tem 9,5%.

Mesmo índice apresenta a Lagoa, região nobre, mas com problemas como água empoçada em áreas públicas, como o Parque do Cantagalo. Ainda não há levantamentos dos índices do verão, mas a preocupação é com o grande volume de chuvas e as altas temperaturas, condições favoráveis à proliferação do mosquito da dengue.

Três mutirões de combate à dengue, de acordo com o secretário de Saúde, foram feitos recentemente na região da Penha e na do Maracanã. Nas últimas semanas, foram visitados 45 mil imóveis e 40 toneladas de lixo foram removidas. Os agentes detectaram 15 mil focos do Aedes aegypti.

Na Lagoa, bairro com maior índice de infestação na Zona Sul, é com desconfiança que moradores passam pela ciclovia na altura do Parque do Cantagalo. Eles temem que as grandes poças d'água perto das quadras esportivas sirvam de criadouro do mosquito.