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Ruas do Rio de Eduardo Paes sob o comando de flanelinhas

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As ruas do Rio estão definitivamente sob o comando dos flanelinhas e o prefeito-factóide Eduardo Paes nada faz. Aliás, onde está o (des) choque de ordem?

Segundo revela flagrante feito pelo leitor do O Globo On Line Annibal Staneck Coelho, na semana passada, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, as ruas Bambina e Vicente de Sousa estavam com as vagas totalmente loteadas por cones de um flanelinha.

“É revoltante a extorsão a que somos submetidos pelos 'donos da rua', ainda mais num local aonde há um batalhão da Polícia Militar. Quando voltei ao carro e me recusei a pagar ao flanelinha, fui coagido. Ele correu atrás do meu automóvel e falou apontando os dedos para mim: 'Vamos Acertar isso depois!'”

Foto do leitor Annibal Staneck Coelho

Vagão do metrô de Sérgio Cabral desacopla na estação de Triagem e paralisa parte da linha 2 do metrô

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Mais um milagre no Rio: depois de um trem desgovernado e sem maquinista que percorreu sete estações na semana passada e, graças a Deus, não atingiu nenhuma composição, na noite desta sexta-feira (29), mais um “milagre” ocorreu nos trilhos da bagunça de Sérgio Cabral.

O último vagão de uma composição se desprendeu das demais no momento em que um trem do metrô partia da estação Triagem, na Linha 2, às 16h40 desta sexta-feira. Ninguém ficou ferido. No entanto, todos os trens da linha 2 ficaram inoperantes por mais de 20 minutos. A estação de Triagem chegou a fechar, e as composições circularam em apenas dois trechos da linha 2: entre as estações Botafogo e Maracanã e entre os pontos Maria de Graça e Pavuna. O problema também causou reflexos na Linha 1.

Papai do céu resolveu definitivamente ficar ao lado da população do Rio. Sim, porque o governador já abandonou a população faz tempo, e está, neste momento, passeando em Londres com a primeira-dama Adriana Ancelmo. Aliás, será que o escritório de advocacia de Adriana Ancelmo defenderá o Metrô Rio dessa vez como vem fazendo há muito tempo?

O presidente do Sindicato dos Metroviários, Rubens Foligno, classificou como muito grave o incidente. Segundo ele, o problema é reflexo da falta de manutenção preventiva.

- Desacoplar é muito raro e mostra como a segurança deixou de ser uma prioridade para a empresa Metrô Rio - diz Foligno.

As estações Triagem e Thomaz Coelho, que também fecharam por problema nas portas de uma outra composição, foram reabertas por volta das 19h. Os trens, porém, continuaram a registrar intervalos irregulares de em média 8 minutos.

Em Thomaz Coelho, segundo passageiros, houve princípio de briga e uma lixeira foi quebrada por usuários insatisfeitos. Também houve registro de confusão na Central do Brasil e na Carioca, na Linha 1.

Por e-mail ao Globo On Line, o leitor Elias Cohen conta que chegou na estação Central por volta das 16h45m para ir para Saens Peña.

"O primeiro trem que passou demorou cerca de 6 minutos para chegar e iria para Pavuna. Depois de mais de 10 minutos parado na estação, resolveram mudar o itinerário. Ele iria para Saens Peña. Todos os passageiros desambarcaram e os que iriam para a Tijuca enbarcaram nele. O trem ficou mais uns 5 minutos parado quando seguiu viagem. Mas como se trata de um serviço de péssima qualidade, o trem foi para a linha 2 e a orientação era de pegar um trem retornando para a Central para embarcar em outro indo para Saens Peña. Houve confusão e xingamento com seguranças e o maquinista, porque foi ele que disse que o trem iria para a Tijuca".

Leia abaixo os comentários dessa noite no Globo On Line

Fabíola Reis Barbosa Maués 29/01/2010 - 21h 23m

Na terça-feira desta semana, por volta das 22:40h, os passageiros tiveram que seguiam no sentido Saens Pena tiveram todos que desembarcar na Central devido a problemas técnicos em uma composição. Estas exceções viraram rotina e os "incidentes" acontecem a toda hora, só não são noticiados. Definitivamente, não dá pra levar um país desse a sério...

Lussamba 29/01/2010 - 21h 19

E o Metrô Rio apronta mais uma das suas! Enquanto isso... Cabral, o Inútil, passeia na Europa às nossas custas. Sobre esse acidente? Bom, como sempre, nada acontecerá ao Metrô Rio já que a empresa conta com o auxílio luxuoso da primeira-dama do estado, né?

Giaccomo 29/01/2010 - 21h 14m

O METRO ESTÁ DE MAL A PIOR... ASSIM COMO A SUPERVIA...ASSIM COMO AS BARCAS... E A AGETRANSP, A AGÊNCIA-REGULADORA-CABIDES-DE-EMPREGOS-DE-POLÍTICOS, QUE DEVERIA FISCALIZA-LOS FINGE QUE NÃO VÊ (DEVEM ESTAR SENDO BEM RECOMPEN$ADO$ PARA ISTO). O DESGOVERNADOR SERGINHO MALANDRO TAMBÉM LAVA AS MÃOS, E AINDA DEFENDE AS CONCESSIONÁRIAS. DEVE ESTAR VALENDO MUITA CONTRIBUIÇÃO PRA CAMPANHA ELEITORAL. CADEIA PRA ELES!

Antonio Alexandre Marques de Sá 29/01/2010 - 21h 07m

Fala sério.. Eu estava no vagão. No Maracanã deu a primeira freada e fez um barulhão.. em triagem o barulho e o solavanco foi pior.. Arrebentou os fios e conexões.. o vagão ficou preso apenas pelas finas molas.



População paga caro por vistoria de carros e ainda sofre com bagunça nos postos de vistoria do DETRAN

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A bagunça chegou agora aos postos de vistoria do DETRAN. Além de pagar caro pelo serviço, motoristas cariocas enfrentaram um calvário para concluir a inspeção do carro esta semana. O órgão estadual alega que houve problema no agendamento do serviço.

Leia abaixo a reportagem do jornal O Dia

Motoristas que correram esta semana para fazer a vistoria de seu veículo enfrentaram a volta de um velho obstáculo: filas imensas. Quem escolheu o posto da Rua João Paulo, na Tijuca, esperou até 4 horas pelo serviço. Desde segunda-feira, a quantidade de carros é tamanha que dá a volta no quarteirão. Funcionários informaram aos condutores que a problema era a checagem da emissão de gases poluentes, que passou a ser obrigatória.

A aposentada Maria Cecília Quadra, vizinha do posto, foi duas vezes ao local para ver se a fila diminuía. Como a mãe está internada e ela não podia esperar, voltou ontem. “É um absurdo a falta de infraestrutura”, criticou a aposentada, que ontem, com protocolo de prioridade, conseguiu ser atendida. Ela contou que foi informada pelo chefe do posto que não havia funcionários suficientes para fazer a medição de gases poluentes nos veículos de passeio. A fonoaudióloga Rosi Laura Belize, 40 anos, que enfrentava o calor na fila há mais de uma hora ontem, ouviu a mesma explicação.

A espera é sinônimo não só de desconforto, mas também de prejuízo para motoristas. Como o taxista Timonschenco Paiva, 67 anos. Agendado para 13h45, às 15h30 ele nem tinha conseguido entrar no posto: “Nesse tempo que estou aqui, sem pegar passageiro, já perdi uns R$ 60”. O atraso complicou a vida de um comerciante que inventava mil desculpas para retardar a volta do almoço, horário usado para a fazer a vistoria. “Estou aqui há quase 2 horas, enrolando meu chefe”, contou ele, que não se identificou com medo de ser demitido.

Desde 4 de janeiro, a checagem da emissão de gases poluentes foi estendida a veículos de passeio, o que aumentou o tempo da vistoria. O governo do estado chegou a anunciar que os automóveis poluidores, reprovados no teste, não receberiam o CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo). Mas voltou atrás, o documento é emitido com uma advertência apenas.