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População não acredita, com razão, no Rio "pacificado" de Sérgio Cabral

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A demagógica e eleitoreira frase de Sérgio Cabral de que o “O Rio está pacificado” não convence o cidadão, que está cada vez mais assustado e sequer procura a polícia para registrar delinqüências.

É o que comprova, mais uma vez, reportagem do Jornal do Brasil:

A professora da Escola de Serviço Social da UFRJ, Paula Ferreira Poncioni, explica o fenômeno:

– As instituições de segurança estão em crise. Não têm credibilidade, muito por conta da impunidade. A vítima questiona se vale a pena dar queixa e acaba não indo.
O presidente da Associação de Moradores e Amigos do Méier, Aníbal Antunes, afirma que, no bairro, o medo e a preocupação dos transeuntes são constantes.

– Quando anoitece é pior. Mas, na Praça Agripino Griecco e nas proximidades do viaduto Castro Alves não importa a hora do dia, o risco sempre existe – disse.


Reportagem completa em:

http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/06/23/e23068064.asp

No Rio "pacificado" de Cabral, bandidos promovem arrastão na Grajaú-Jacarepaguá

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Vejam só como o Rio de Janeiro está em “paz”: pelo menos 50 pessoas foram assaltadas em um arrastão na Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá, na manhã desta quinta-feira.

Segundo as vítimas, o roubo foi praticado por quatro homens que estavam num Sentra Nissan preto. Os assaltantes, armados de fuzis e pistolas, agiram na altura do restaurante Cabana da Serra, no sentido Grajaú.

Eles bloquearam a pista e assaltaram ocupantes de vários carros, de um frescão da Viação Redentor e de uma van. Os veículos estavam num engarrafamento provocado por obras inacabadas da prefeitura de Eduardo Paes.

Será que a violência desta manhã entrará na estatística da violência do Instituto de (in) Segurança Pública de Sérgio Cabral?

Atualização das 13h30 - Assista reportagem do RJTV: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2010/05/grupo-aproveita-obra-e-faz-arrastao-na-grajau-jacarepagua-diz-policia.html


Leiam abaixo os comentários de leitores de O Globo On Line:

demagalha

13/05/2010 - 11h 04m

Gostaria de saber do estátistica do ISP(Instituto de Segurança Pública ) se o arrastão é computado como um assalto ou como 50 Cidadãos assaltados.

zoot
13/05/2010 - 11h 11m

Onde está a polícia? PENDURA NOS MORROS ! E a cidade entregue à própria sorte !!!!!!!!!

M_Vinicius
13/05/2010 - 11h 13m

Eu presenciei o arrastão. Estava em um ônibus parado no engarrafamento logo no início da descida, quando começamos a ver vários motoristas abandonando seus carros e subindo a serra correndo. Foram 5 ou 10 minutos de pânico. No final da serra, chegando ao Grajaú, vários carros estavam parados na cabine da PM. Isso tudo aconteceu por volta das 7h45.Provavelmente vão colocar um carro da polícia parado por algumas semanas e depois tudo volta ao normal. Até o próximo arrastão...

Nem vice-presidente da República está livre da violência no Rio "pacificado" de Sérgio Cabral

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No Rio de Janeiro “pacificado” de Sérgio Cabral, nem o vice-presidente da República, José Alencar, escapou de ação maquiavélica dos bandidos.


Na noite de domingo, Alencar, que vem enfrentando um câncer com bravura, foi alvo de um dos crimes que mais atormentam os cariocas no (des) governo Cabral: o golpe do falso seqüestro comunicado por telefone.


Por telefone, um bandido dizia que havia sequestrado a filha de Alencar e exigia a quantia de R$ 50 mil para soltá-la.


Mais uma vez o Rio de Janeiro de Sérgio Cabral vira uma vergonha nacional!

Rio "pacificado": bandidos aterrorizam população por mais de 30 horas

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Infelizmente, Sérgio Cabral e seu secretário de (in) segurança não têm qualquer razão quando afirmam que pacificaram o Rio. Não pacificaram, os bandidos continuam infernizando a vida dos moradores de vários bairros diferentes e a polícia não aparece, segundo relato da população.

A reportagem é do jornal o Dia.

Arrastão faz 14 vítimas em 30 horas de medo

Em Vila Kosmos, dispararam 14 tiros contra uma casa. Outros alvos foram Vila da Penha e Irajá.

Rio - Mais um fim de semana de terror para os moradores de Vila Kosmos, Vila da Penha e Irajá. A quadrilha do Complexo da Penha — que tem mais de 60 assaltantes identificados pela Polícia Civil — mostrada ontem por O DIA, voltou a espalhar o medo fazendo três arrastões em menos de 24 horas, roubando dezenas de pessoas e baleando um suboficial da Marinha, cuja casa ficou com 14 marcas de tiros.

M. mostra duas das 14 marcas de tiros em sua casa: seu marido foi baleado na barriga na Rua Jaborandi, em Vila Kosmos, sexta-feira passada Foto: André Mourão / Agência O DiaNas manhãs de sábado e de domingo, bandidos circularam sem ser incomodados pela polícia. Só na 27ª DP (Vicente de Carvalho), entre 7h15 de sábado e 13h de ontem, foram 14 registros de assalto, praticados por grupos de jovens, entre 19 e 25 anos, armados com pistolas e metralhadoras.


Os roubos aconteceram em 13 ruas. Uma delas, a Engenheiro Alberto Rocha, na Vila da EPnha, foi atacada duas vezes.

O maior ataque ocorreu ontem: das 9h30 às 11h30, pelo menos oito pessoas foram roubadas. O arrastão começou numa padaria na Rua Engenheiro Lafayette Stockler, no mesmo bairro. “Chegaram em motos e levaram celulares, dinheiro e joias. Umas sete pessoas foram roubadas aqui, mas nem todo mundo foi à delegacia. Do caixa levaram tudo. É o terceiro assalto só este ano”, lamentou um funcionário.

Perto dali, a equipe de O DIA avistou um carro da PM: foi o único em cinco horas, em seis bairros da região. “Nunca passa carro de polícia aqui. Estamos abandonados”, lamentava mulher que vive na R. Aiera, em Vila Kosmos, há 50 anos.

Íntegra em:
http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/4/arrastao_faz_14_vitimas_em_30_horas_de_medo_77213.html

Governo Cabral tenta - mais uma vez - enganar população com estatísticas sobre violência

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Depois que o Instituto de Segurança Pública de Sérgio Cabral e os jornais cariocas aumentaram artificialmente a população do Rio para melhorar o índice de mortes pelo total de habitantes, eis que agora surge outra controvérsia nos números divulgados pelo estado.

Segundo revelou o site R7, do Grupo Record, o número de vítimas fatais por balas perdidas é muito maior do que o divulgado pelos gabinetes oficiais.

E a população continua sendo enganada pelo atual governo, que tenta a todo custo nos fazer acreditar que vivemos num Rio de Janeiro paradisíaco, de paz, de contos de fada.

Leiam abaixo a reportagem

Número de mortes por balas perdidas no Rio

pode ter sido o triplo da estatística oficial

O ISP (Instituto de Segurança Pública) divulgou no último dia 14 que foram registradas oito mortes por balas perdidas no Estado do Rio de Janeiro em todo o ano de 2009. Entretanto, um levantamento feito pelo R7 em casos que se tornaram públicos revela que o número de vítimas chegou a 24, o triplo da estatística oficial.

O relatório divulgado pelo ISP, órgão vinculado à Secretaria de Segurança Pública e responsável pela elaboração das estatísticas da criminalidade, aparentemente não incluiu várias mortes. Uma delas é a da menina Júlia Andrade de Carvalho, de apenas oito anos. Ela morreu no dia 21 de março do ano passado durante um confronto entre PMs e traficantes na favela Vila Aliança, em Bangu, na zona oeste da capital fluminense. Para o ISP, não houve nenhum registro de morte por bala perdida em março de 2009.

Outro caso que não foi computado pelo instituto foi a morte da aposentada Arlete Alves do Nascimento, de 66 anos. No dia 8 de setembro de 2009, ela foi atingida na cabeça por um tiro de fuzil quando estava dentro de uma van lotada na praça das Nações, em Bonsucesso, na zona norte. No momento do disparo, PMs perseguiam um grupo de suspeitos e houve intenso confronto. Também no relatório do ISP não há registro de mortes por balas perdidas no mês de setembro.

O instituto também não incluiu outras duas mortes que ocorreram em maio. Uma delas de Ana Paula Farias da Luz, de 12 anos. No dia 31 daquele mês, ela foi baleada no peito quando brincava em frente a sua casa, na favela do Jacarezinho, zona norte. No mesmo dia, o pedreiro José Ivo Ferreira, de 27 anos, que voltava para casa após jogar futebol, foi surpreendido por um tiroteio entre traficantes rivais no complexo da Maré, na zona norte. Ele foi baleado e morreu.

No mês de outubro, o R7 apurou que houve pelo menos quatro mortes por balas perdidas. Entretanto, na estatística oficial do ISP, há apenas um registro. Em julho, segundo o que levantou o R7, foram ao menos quatro mortes. Para o instituto, ocorreram apenas duas.
Em abril de 2009, aconteceram três mortes por balas perdidas mas na estatística oficial, só foi incluído um caso. Em fevereiro do ano passado, houve ao menos quatro casos, mas o ISP só anotou um.

Leiam mais em: http://noticias.r7.com/rio-e-cidades/noticias/numero-de-mortes-por-balas-perdidas-no-rio-pode-ter-sido-o-triplo-da-estatistica-oficial-20100422.html


No Rio "pacificado" de Sérgio Cabral, duas crianças morrem vítimas de balas perdidas

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No Rio de Janeiro “pacificado” de Sérgio Cabral, nem as crianças estão livres da violência. Na noite de terça-feira, um menino de 13 anos foi atingido na Maré, e uma menina de 12 anos foi baleada na cabeça na Baixada Fluminense.

Luan Victor da Silva Nascimento, de 13 anos, morreu ao ser atingido por uma bala perdida, enquanto brincava no Morro do Timbau, no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio, na noite de terça-feira (20) . Além de Luan, Júlia Estácio dos Santos, de 12 anos também morreu vítima de bala perdida na noite de terça (20).

Lamentável!

Leia mais em: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2010/04/duas-criancas-morrem-por-bala-perdida-no-rio-diz-pm.html

No Rio de Cabral, policial determina: “assaltado de um lado; furtados de outro”

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Cena carioca no “pacificado” Rio de Sérgio Cabral. A revelação está no blog da coluna de Ancelmo Gois.

Leiam abaixo:

Cena carioca
Questão de organização

Domingo agora, enquanto o Monobloco se apresentava na Rio Branco no epílogo do carnaval 2010, um grupo de turistas cercou a cabine policial em frente ao Odeon, para dar queixa. Diante da turba, o policial usou apito para arrumar harmonia e evolução:

- Amigos, assim não dá. Vamos organizar: quem foi assaltado fica desse lado; os furtados, do outro.

Não adiantou. Começou um debate para descobrir a diferença entre os crimes.

Cabral faz piadinha sobre os péssimos serviços de trens. Providência...

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Sérgio Cabral, o Tássia ("tá se achando") da política, perdeu toda e qualquer compustura e não para de cair no ridículo.

Dias desses, em plena campanha eleitoral (fora de época e ilegal, a bem da verdade), se meteu a engraçadinho ao relembrar o tempo em que desfilava no bloco Em Cima da Hora, do subúrbio de Cavalcante. Disse ele:

"O suburbano quando chega atrasado o patrão mal-humorado diz que mora logo alí. Mas é porque não anda nesse trem lotado que vem lá de Japeri, imagine quem vem lá de Japeri..."cantou para a galera, segundo Berenice Seara, do Extra.

Pois bem se ele sabe até de cor em música o sufoco por que passam os passageiros de trem por que Cabral, enquanto governador, não toma providências, por que não exige da concessionárias melhorias nos trens, por que não cobra a compra de novos vagões???

É muita pergunta sem resposta. E muita piadinha sem graça alguma

Depois dos traficantes e bandidos em geral, PM do Rio agora corre o risco do peru de Natal com prazo vencido

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Os valentes policiais militares do Rio de Janeiro – que não têm armas como as dos traficantes – agora estão ameaçados também pelo próprio governo do estado.

A denuncia é de um cabo- que obviamente não quis se identificar – ao jornal Extra. É que o governo de Sérgio Cabral está mandando para a ceia dos policiais perus de Natal com prazo validado vencido.

Cabral também já está com o prazo validado vencido, segundo se ouve nas ruas.

Leiam abaixo mais esse absurdo, relatado ao jornal Extra:

Polícia Militar dá peru vencido a policiais em cesta de Natal


Símbolo da gastronomia natalina, o tradicional peru pode não estar na ceia de muitos policiais militares neste Natal: algumas das aves entregues aos PMs pela corporação, na cesta de fim de ano, estavam fora do prazo de validade.

Um cabo da PM, que prefere não ser identificado, disse que recebeu a ave no último dia 16, mas a validade do peru havia terminado em 23 de novembro. O policial afirmou ainda que alguns de seus colegas de farda receberam perus que estavam com a data de validade muito próxima do fim.“Uma verdadeira falta de consideração com o Policial Militar e seus familiares”, desabafou o PM num e-mail enviado ao EXTRA.

O presidente da Associação de Ativos e Inativos da PM, Miguel Cordeiro, contou que o órgão recebeu dezenas de denúncias sobre o estado de conservação dos perus:

— Muitos já vieram fora da validade, o que já é um absurdo. No entanto, recebemos muitas denúncias de que os perus, mesmo dentro do prazo de validade, vieram descongelados. Como é perecível, não sei dizer nem se dá para aproveitá-los.

A entrega das cestas de Natal — cada uma com um peru temperado, um tender bolinha e 2Kg de bacalhau tipo Porto — termina nesta quarta-feira. Em nota, a Polícia Militar informou que algumas das 40 mil aves entregues estavam com prazo de validade vencido, e que já foram tomadas providências para que a empresa fornecedora faça as trocas.

Mais uma vitima da violência no Rio “pacificado” de Cabral e Beltrame

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Essa é para a coleção do “Rio Pacificado” de Sérgio Cabral e José Mariano Beltrame, o secretário de Segurança (?). O relato está no Jornal do Brasil e no blog do Flávio Migliacio:

Leiam abaixo:

Bem vindo ao Rio!!!!!

Vejam o que conta o leitor deste blog Flavio Bastos:Sou médico em Brasília e vim pela primeira vez ao Rio passar o natal com minhas irmãs, que se mudaram para Ipanema recentemente.

Mesmo com medo, apreensivo em razão das notícias constantes sobre tiroteios, assaltos e impunidades, tive de vir de carro, pois iria trazer grande parte da mudança das duas e era preciso um carro grande. Dormi em Ribeirão Preto e saí de lá às 7 horas da manhã, do dia 19 de dezembro, acompanhado de minha mãe de 61 anos, dirigindo uma caminhonete.

Sabendo da má fama do Rio de Janeiro e sem conhecer a cidade e as estradas, resolvi chegar cedo para correr menos riscos. Para minha surpresa, no final da Dutra, no Jardim América, na Avenida Brasil, com a rodovia cheia, às 14 horas de um sábado, um carro da marca “Astra”, de cor preta, começou a ziguezaguear na pista na minha frente, reduzindo a velocidade e, por fim, me fechando, me forçando a parar o carro, a fim de evitar um acidente.

Descem quatro pessoas armadas de fuzil e pistolas, com roupas camufladas, cor verde-clara e rosa, e coletes, acredito eu, à prova de bala, e simplesmente param o trânsito da Avenida Brasil, me assaltando e a mais quatro ou cinco

Meu carro estava carregado de pequenos móveis, roupas, microondas, notebook, gps, presentes de natal, carteiras, cartões e documentos meus e de minha mãe, além dos nossos celulares. Minhas irmãs, sem saberem do ocorrido, ligaram para os nossos celulares, na intenção de falar conosco, e os bandidos não só atenderam as chamadas, como ironizaram a situação, usando frases do tipo:

“Seu irmão perdeu, minha filha. Pára de ligar pra cá. Liga pra polícia!” Na delegacia da Polícia Civil em que prestei boletim de ocorrência, um agente falou que esse era um grupo de ex-policiais banidos da corporação, que estavam assaltando na região há algum tempo.

Me senti humilhado, acuado e indignado com a audácia dos bandidos, em fecharem a Avenida Brasil, no auge do movimento e em plena luz do dia, munidos de armas dignas de guerra civil e a poucos quilômetros de um posto da Polícia Rodoviária Federal.

Como se trata de uma região sabidamente violenta, não consegui compreender a ausência total de policiais ou câmeras na região.

E o sentimento de impunidade e revolta aumenta na medida em que, ao registrar ocorrência na delegacia mais próxima, não havia sequer um computador, apenas uma (pasmem!) máquina de escrever, e poderei ter cópia da ocorrência apenas três dias após o ocorrido, tendo ainda de voltar ao lugar que hoje tenho pânico, correndo novos riscos de ser assaltado.

Resolvi procurar um meio de desabafar minha indignação e solicitar algum tipo de explicação para a ausência de policiais na região.

Sinceramente, não entendo como um estado que acabou de ter sido escolhido para sediar as próximas Olimpíadas, sede, ainda, de alguns jogos da Copa do Mundo, admite que aconteça um crime bárbaro e primário da ordem desse comigo ocorrido, em plena luz do dia.

Se não há policiamento nas vias de acesso à cidade, como os demais brasileiros, que quiserem vir para cá de carro, serão capazes de ingressar na cidade, sem pôr em risco suas vidas e integridades físicas?

E o pior, qual não será o choque de um turista estrangeiro ao se deparar com uma cena destas? Somente não gostaria de acreditar que a situação apenas vai ser “maqueada” para eventos do porte da Copa do Mundo e das Olimpíadas e que, depois, cidadãos comuns, moradores da cidade e pessoas do bem tenham que se submeter aos caprichos da bandidagem.

Sou brasileiro, cidadão, trabalhador e, assim como grande parte da população, fiquei lisonjeado e muito feliz com a recente escolha da cidade para sediar as Olimpíadas.

Porém, diante de uma situação de selvageria, como a que me vi inserido, sinceramente, hoje, rezo pela segurança das pessoas que aqui moram e desconfio, deliberadamente, da capacidade da cidade em organizar eventos de grande porte. Segurança é uma necessidade básica.A população do Rio de Janeiro, os brasileiros e os demais admiradores do Rio de Janeiro, muito antes de irem assistir a uma competição olímpica, querem poder sair de suas casas e terem a certeza de que voltarão vivos.

Senhores governantes, policiais de respeito e honra, que buscam defender sua cidade, em detrimento dos ladrões que se proliferam, que garantia posso eu ter de que a situação vai mudar?

Polícia de Cabral não evita o caos na Zona Sul. Assustados moradores e comerciantes não sabem o que fazer

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Essa política de enfrentamento da dupla Cabral/Beltrame, sem o respaldo de ações de inteligência, só poderia deixar mesmo a população no meio do tiroteio e do caos.

Foi o que acontece nesta terça-feira em Copacabana e na Lagoa, dois cartões postais do Rio.

Leiam abaixo reportagem do jornal O Dia:

Após ocupação do Bope, ônibus é incendiado em Copacabana


Rio - Bandidos incendiaram no início da noite desta terça-feira um ônibus da linha 127 (Copacabana-Rodoviária) da Viação Real, na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, entre as ruas Rainha Elizabeth e Joaquim Nabuco, na divisa com o bairro de Ipanema, na Zona Sul.O veículo estava parado e sem passageiros dentro.

Os bombeiros e a polícia estão no local. Ninguém ficou ferido e o fogo já foi controlado. Por conta do susto, parte da Avenida Nossa Senhora de Copacabana está interrompida ao tráfego. A polícia tenta acalmar os pedestres e o comércio local abaixou as portas com medo.

Essa seria mais uma ação de bandidos dos morros do Cantagalo e Pavão-Pavãozinho em represália à presença de policiais do Bope, que prometem pacificar a região. O clima é de tensão e os motoristas devem evitar o local.

Em entrevista ao RJTV na noite desta terça-feira, o secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, não confirmou que o incêndio foi represália dos traficantes, mas ressaltou os objetivos da ocupação iniciada na segunda-feira.

"O que posso afirmar é que qualquer manifestação do trafico será atendida pela policia. Acabou o poder de narcotraficantes armados naquela região. Não vamos nos afastar dali, vamos devolver territórios aos verdadeiros donos daquela área", afirmou.

O comandante do Batalhão de Operações especiais (Bope), Paulo Henrique de Azevedo Moraes, admitiu nesta terça-feira que já esperava uma reação de criminosos à ocupação das favelas do Cantagalo, Pavão-Pavãozinho, em Ipanema e Copacabana, na Zona Sul do Rio.

Segundo o comandante, prevendo ataques foi pedido o reforço do Batalhão de Choque e do 19º BPM (Copacabana) nas ruas do entorno, enquanto o Bope vasculha o interior das favelas. Segundo ele, o Bope não sairá do morro.

Pelo visto o reforço do BP não adiantou nada, não é Cabral, não é Beltrame?

Mentiras de Beltrame sobre a violência no Rio repercutem na imprensa

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Nem a imprensa carioca aguenta mais as mentiras de Beltrame, que parece viver em outra cidade - talvez Paris - como o (des) governador Sérgio Cabral.

Conforme este blog já havia publicado ontem (http://amigosdogarotinho.blogspot.com/2009/11/beltrame-garante-no-congresso-que-o-rio.html), Beltrame afirmou no Congresso que o Rio não é violento.

Durante audiência pública nesta quinta-feira na Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados, o secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, minimizou a última onda de violência deflagrada no Estado com a morte de diversas pessoas e a derrubada de um helicóptero da Polícia Militar por traficantes.

O secretário chegou a dizer que "o Rio de Janeiro não é violento", se compararmos o número da população total do Estado com o número de pessoas envolvidas com crimes.

Será que os traficantes já sabem que o Rio não é violento?


(Des) governo de Cabral e violência afetam vida cultural e boêmia de Vila Isabel

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Um morador de Vila Isabel e leitor deste blog já tinha nos enviado a denúncia, mas hoje na coluna de Anna Ramalho, no JB, veio a confirmação de que a guerra instalada no Rio de Janeiro, em especial no tradicional bairro boêmio de Vila Isabel, cancelou shows no local.

Além disso, bares e restaurantes de Vila Isabel que costumavam ficar abertos até o amanhecer estão sendo afetados com a violência urbana e a incompetência de Sérgio Cabral para resolver a segurança pública.

Vejam abaixo:

Beltrame e Cabral preparam mais um show midiático

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A falta de uma política séria de segurança pública e investimentos em inteligência por parte do (des) governo Cabral vai gerar em breve mais um show de tiros e mortes de inocentes no Complexo do Alemão.

Leiam abaixo o que publicou a jornalista Berenice Seara, na coluna Extra, Extra, do jornal Extra.

Carioca revela o seu maior medo: ser atingido por balas perdidas

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Fonte: Monkey News/Sinfrônio

Pesquisa da organização não-governamental Rio Como Vamos (RCV) – publicada no Globo On Line – informa que o maior medo do carioca hoje é ser atingido por uma bala perdida.

“No estudo Percepção 2009, encomendado ao Ibope, o medo de bala perdida foi apontado por 36% dos entrevistados, conforme foi antecipado pela coluna de Ancelmo Gois. Eles disseram sentir esse temor mesmo se não estiverem envolvidos em uma situação de tiroteio. Os moradores da Zona Norte foram os que demonstraram mais este receio: 44% deles. Nesta quarta-feira, um adolescente de 15 anos foi vítima de bala perdida na Favela do Mandela, em Manguinhos.

(O que os governos precisam fazer para tornar o Rio mais seguro até 2016?)

Aparece como segundo maior medo dos cariocas, segundo a pesquisa, é ser roubado ou assaltado (23%), seguido de sair à noite (19%), presença do tráfico de drogas (7%) e abordagem policial (4%). Disseram não sentir medo 4% dos entrevistados.

O cariocas citaram também: estar no trânsito e briga de torcida dos clubes, ambos com 2%, além de multidão, alagamentos e andar de ônibus, trem ou metrô, cada um citado por 1% dos entrevistados. No total, foram entrevistadas 1.358 pessoas em todas as regiões da cidade.

Comparando-se os dados da pesquisa com os do Relatório Temático sobre Balas Perdidas do Instituto de Segurança Pública do Estado (ISP), a ONG chegou à conclusão que o temor dos residentes da Zona Norte não é infundado.

Segundo o relatório do ISP, das 79 pessoas vitimadas (entre mortos e feridos) por balas perdidas no primeiro semestre deste ano na capital, quase a metade foi atingida em bairros da Zona Norte, área que concentra o maior número de domicílios em favelas da cidade (49,78%, segundo dados do Censo 2000 do IBGE).

As balas perdidas foram também o maior temor apontado por 36% dos moradores de Barra/Jacarepaguá; 35% no Centro; 34% na Zona Sul e 24% na Oeste. Na Barra e em Jacarepaguá, o receio de ser assaltado, respondido por 31%, é maior do que no resto da cidade. Já no Centro e na Zona Sul, destaca-se o medo de sair à noite (23%)”.

Nem alto comando da PM tem segurança no Rio de Cabral

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A prova definitiva de que ninguém tem segurança no Rio de Janeiro de Sérgio Cabral. O tenente-coronel Eraldo Almeida, comandandte do 34o BPM (Magé), foi atacado por bandidos na noite de segunda-feira, na alça que liga a Linha Vermelha à Linha Amarela, na Ilha do Fundão.

Segundo ele, eram quatro jovens, que aparentavam ter em torno de 20 anos de idade e faziam ameaças com armas na mão. O comandante estava acompanhado de sua mulher, grávida de oito meses. Apesar da situação, nenhum dos dois ficou ferido.

Uma vergonha!

Leia abaixo a reportagem do Extra.


ONGs: polícia quer apenas se vingar e não pacificar o Rio

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Para organizações não governamentais, a polícia do Rio não quer pacificar as favelas. Prefere, segundo as ONGs, a se vingar dos bandidos.

No meio do tiroteio, a população acuada.

Polícia do Rio age 'de forma vingativa', dizem ONGs

Organizações não-governamentais (ONGs) classificaram de "revide" as operações policiais no Rio de Janeiro desde o dia 17 de outubro, quando ocorreu a queda de um helicóptero no Morro São João, nas imediações do Morro dos Macacos, que matou três tripulantes e desencadeou uma série de incursões da Polícia Militar (PM) em favelas cariocas.

Um manifesto assinado por diversas entidades - entre elas Justiça Global, Grupo Tortura Nunca Mais e Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação - aponta que o governo do Estado age "de forma vingativa" e "manipula a reação pública" por meio do "pânico que oculta mortes, ferimentos, fechamento de escolas, creches, postos de saúde e comércio".

O documento aponta que a "política do confronto" busca respaldo "nos grandes acontecimentos esportivos previstos para ocorrer na cidade". As entidades devem realizar um encontro hoje, no Sindicato Estadual dos Professores, para lançar o manifesto.

Desde a queda do helicóptero, 47 pessoas morreram nos confrontos. As últimas vítimas foram inocentes: Severino Marcelino dos Santos, de 49 anos, atingido por uma bala perdida no rosto na sexta-feira, durante operação policial na Vila Cruzeiro, na Penha (zona norte); e Ana Cristina Costa do Nascimento, de 24, baleada ontem no peito na favela Kelson's, também na Penha.

A filha dela, de apenas 11 meses, foi atingida no braço e corre o risco de ser amputada. As duas ocorrências envolvem o 16º Batalhão de PM de Olaria.