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Para a Prefeitura de Eduardo Paes, corrida aérea ainda não acabou

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Mais um descaso da Prefeitura de Eduardo Paes com a população e de depreciação dos espaços público e turístico do Rio de Janeiro.


As estruturas de ferro montadas para a AirRace, no Aterro do Flamengo, um dos cartões postais da cidade, continuam no mesmo local, dois dias depois do término do evento.

Traficantes ainda dão as ordens no Rio "pacificado" de Cabral

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Mais uma prova contundentes da "pacificação" do Rio de Janeiro pelo (des) governador Sérgio Cabral e seu secretário de Segurança, José Mariano Beltrame.

A revelação é do jornal O Globo, que não é oposição a Cabral, muito pelo contrário:

Traficantes proíbem profissionais de escola da Rocinha de tirar materiais da unidade

RIO - Há duas semanas, nenhum professor dá aula na Escola Municipal Abelardo Chacrinha Barbosa, localizada no alto da Rocinha. Por estar em área considerada de alto risco de deslizamentos pela prefeitura após as chuvas do mês passado, a unidade passou a funcionar de forma improvisada num andar do prédio de outro colégio, no Jardim Botânico.

No entanto, os profissionais estão impedidos de retirar qualquer material da antiga escola. A ordem teria partido do chefe do tráfico na região, Antônio Bonfim Lopes, o Nem: a polícia investiga se ele teria interesses imobiliários na região.


http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/05/07/traficantes-proibem-profissionais-de-escola-da-rocinha-de-tirar-materiais-da-unidade-916534025.asp

Falta de apoio aos estudantes nas escolas municipais do Rio faz subir repetência em 447% com o fim da aprovação automática

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O jornal Extra acompanhou durante um ano o cotidiano de nove alunos e oito professores da rede municipal do Rio de Eduardo Paes. Foi um ano de grandes mudanças no ensino – PARA PIOR - em que a taxa de repetência subiu de 3% em 2008 para 447% em 2009 com o fim da aprovação automática.


As exigências aumentaram e as escolas não deram suporte necessário para os alunos enfrentarem a realidade e as consequências desta mudança.


Quem passou de ano, segundo revela a reportagem, é porque teve o apoio dos pais nos estudos, como o caso de Brenda, de 11 anos, personagem principal do primeiro Caderno Especial do Extra, que passou de ano graças ao esforço da mãe, uma catadora de lixo, que montou uma biblioteca para a menina, com mais de 200 livros didáticos recolhidos nas ruas.


Leiam mais em: http://extra.globo.com/geral/casosdecidade/educacao/#287819


Abaixo, Brenda e a mãe, personagens da reportagem


Cabral não tem nada para mostrar à população e exige que Eduardo Paes faça pelo menos alguma coisa

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Chega a ser curioso partindo de quem parte. O (des) governador Sérgio Cabral quer que o seu pupilo Eduardo Paes faça o que ele não faz: trabalhe.


Assustado com as pré-candidaturas de Anthony Garotinho e Fernando Gabeira, Cabral quer fazer em poucos meses o que não fez em mais de quatro anos. Como não tem nada para mostrar à população, exige que Eduardo Paes, o prefeito-maluquinho, que ele inventou para o Rio, faça pelo menos alguma coisa.


Ou seja, não é nem a população que está revoltada com Eduardo Paes. É o seu mentor político que vem a público para cobrar trabalho. Para dizer que Paes não faz nada.


É o que informa o Correio Braziliense e cabe a pergunta: por que os jornais do Rio nunca $abem o que acontece no governo de Cabral e na prefeitura de Paes?


Mais obras

Eduardo Paes (foto) é o prefeito da ordem. Correu atrás de camelôs, vans e barraqueiros pelos principais logradouros da cidade, principalmente nas praias da Zona Sul. No episódio das chuvas, foi muito performático, comandando a administração do centro de controle da Defesa Civil. Mas as ações estruturantes de seu programa de governo não saíram do papel. Cabral cobra do aliado a implantação do bilhete único, mais asfalto e iluminação pública, investimentos em saúde e muitas obras nos morros da cidade.



Eduardo Paes autorizou caos histórico na cidade em troca de 1 milhão de votos

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O Ministério Público estadual vai investigar as responsabilidades pelas conseqüências do caos histórico que parou a cidade na quarta-feira (21), durante evento religioso autorizado por Eduardo Paes.

Principalmente agora depois da revelação de que o administrador regional da área, Rodrigo Pian, afirmou, durante uma reunião com representantes comunitários, que o culto religioso da última quarta-feira seria “um acontecimento político, pois o prefeito não pode desperdiçar um milhão de votos de evangélicos”.

A justificativa surgiu quando os moradores protestaram contra mais um evento na Praia de Botafogo. Ainda conforme relato de Regina Chiaradia, Pian teria dito que o acontecimento já estava decidido por Eduardo Paes. Ela explicou que, depois dos transtornos provocados pela multidão de mais de um milhão de pessoas, os dois enviaram e-mails pedindo desculpas pelo caos que tomou as ruas de Botafogo.

A revelação surgiu na quinta-feira (22), na coluna de Anna Ramalho, no Jornal do Brasil, e foi confirmada pela presidente da Associação de Moradores e Amigos de Botafogo (Amab), Regina Chiaradia.

É óbvio que Paes autorizou o evento em conluio com o (des) governador Sérgio Cabral, que é o seu padrinho e mentor político. Afinal, este ano há eleições para governador e não para prefeito. Paes é o pau mandado de Cabral e ele não esconde isso de ninguém. Sente até orgulho de ser marionete.

Um absurdo que precisa ser investigado.

Leiam aqui a reportagem do JB: http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/04/22/e22046687.asp

Cariocas não agüentam mais os desmandos dos donos de ônibus e o pouco caso de Eduardo Paes

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Os leitores e eleitores que vivem no Rio de Janeiro não agüentam mais viver sobre a irresponsabilidade dos proprietários de ônibus e a leniência das autoridades (???) públicas que nada fazem para combater os desmandos.

Leiam o que escreveu a respeito um leitor de O Globo e o que ele acha do prefeito (???) Eduardo Paes:

“Enquanto o Prefeito não encarar o transporte público como prioridade vamos ter que conviver com a anarquia. É preciso licitar linhas de ônibus ou vamos ter essa bagunça sempre.”

Do leitor Elias Felcman, em comentário no site Dois Gritando

Cabral sabe de quem é a culpa pelas enchentes: é responsabilidade de Eduardo Paes

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Quando as coisas vão bem – o que é raro – Sérgio Cabral faz elogios às parcerias entre os governos do Município, do Estado e do Governo Federal.

Mas basta dar alguma coisa errada para ele tirar o corpo fora. Depois de uma manhã em que só falou besteira e irritou a população, Cabral foi dormir e sonhou uma maneira, mais uma vez, de tirar o corpo fora.

No Jornal Nacional, com o rosto descansado da soneca, jogou no colo de Eduardo Paes todos os problemas ocorridos na Cidade Maravilhosa.

Foi visto por todo mundo, mas o ferino colunista Reinaldo Azevedo foi fundo na ferida, traduzindo o “cabrales”:

Sérgio Cabral, governador do Rio

“Tenho falado com o prefeito: ‘Solo urbano é da Prefeitura’. Tem que agir duro, por mais duro que seja”.

Traduzindo

Cabral não tem nada com isso. Como vai disputar a reeleição, jogou o problema no colo de seu aliado, o prefeito Eduardo Paes, que estava ao lado — até parece que só morreu gente na antiga Guanabara… Cabral falou apenas para mandar este recado: não é um problema do governo do Estado, e náo é justo que ele perca votos por isso.

Eduardo Paes, prefeito do Rio


“Tivemos uma chuva fora do normal, um período de ressaca. Isso se soma a ineficiências e problemas estruturais da cidade. Não há galeria de área pluvial limpa que resista a essa quantidade de chuva. Estamos preocupados em amenizar os transtornos da cidade, que já são suficientemente grandes para que estejamos completamente alertas e principalmente evitar perdas vidas humanas”.

Traduzindo


Não precisa de tradução. Foi uma fala sensata. De fato, não há infra-estrutura capaz de suportar o que aconteceu na cidade. Aproveitou para dizer que está fazendo a sua parte: limpando galerias. Mas parece ter percebido o movimento do aliado, que não quis dividir o peso dos cadáveres: “Estamos preocupados em amenizar os transtornos da cidade, que já são suficientemente grandes (…)” Poderia ter complementado assim: “(…) para o governador ficar me culpando porque vou disputar a reeleição só em 2012, e ele disputa neste ano”.

A política, no Brasil, consegue ser, às vezes, um flagelo pior do que o pior dos temporais.

Alexandre Garcia: "Rio de Janeiro não tem estrutura para grandes temporais"

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O jornalista e comentarista político da TV Globo, Alexandre Garcia, afirmou na manhã desta terça-feira que o Rio de Janeiro, que será sede de Copa do Mundo e Olimpíadas, não tem estrutura para enfrentar os temporais.


Segundo ele, é preciso pensar nos grandes eventos que a cidade precisa se preparar para atender, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Não há estrutura para enfrentar um temporal como o que atingiu a cidade.

Clique no link e assista:

Solidariedade às vítimas das enchentes no Rio de Janeiro

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Nossa solidariedade às vítimas das enchentes, alagamentos e deslizamentos que tomaram conta da cidade do Rio de Janeiro.


Depois cobraremos resultados, prometidos pelo atual prefeito e governador (???)

Nem a Uerj escapa da bagunça da falta de luz no Rio de Janeiro

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A bagunça em que se tornou a falta de luz no Rio de Janeiro, de Sérgio Cabral, atingiu agora uma das principais instituições de ensino do estado. Na quinta-feira (25), a reitoria da Uerj dispensou todos os estudantes do campus do Maracanã devido à falta de energia que começou às 16h11m.

As aulas do turno da noite também foram suspensas porque, segundo a reitoria, a Light informou que houve um problema em duas subestações e não há previsão o retorno do fornecimento de luz.

Na universidade, os alunos estão saindo do prédio com a ajuda de seguranças. Os estudantes que chegam para o turno da noite são informados sobre a suspensão das aulas. Técnicos da Light estão atuando no reparo de um cabo no local.

Que vergonha!

Anthony Garotinho revela as mutretas de Sérgio Cabral no Detran

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O ex-governador Anthony Garotinho tem farta documentação mostrando as mutretas do governador (???) Sérgio Cabral. Em seu blog desta sexta-feira (26/03), Gorotinho mostra o que Cabral e a mulher dele, Adriana Ancelmo Cabral, tem feito negócios com o estado para lá de duvidosos.

É o segundo capítulo de uma novela que, parece, vai deixar os eleitores do Rio de cabelo em pé.

As mutretas de Cabral no DETRAN – Capítulo 2

Pode parecer inacreditável, mas o que os senhores vão ler é a mais pura verdade. O escritório da mulher de Sérgio Cabral, Adriana Ancelmo Cabral, além de advogar para o Metrô, também advoga para o grupo Facility, cujos contratos com o Estado ultrapassam a soma de R$ 1,2 bilhão.

No contrato social do escritório de advocacia, a mulher de Cabral é detentora de 70% das ações, ou seja, de tudo o que o escritório fatura 70% vai para o bolso da senhora Cabral. Um de seus clientes é a empresa VIGO CENTRAL DE SERVIÇOS LTDA, que pertence ao Grupo Facility. Adivinhem quem é o advogado que defende a empresa? Trata-se de Sérgio Coelho e Silva Pereira, ex-marido da atual mulher de Cabral e que continua sendo seu sócio, minoritário, no escritório de advocacia.

Leiam mais em:

http://www.blogdogarotinho.com.br/

Participantes do Fórum Urbano Mundial têm medo de sair dos hotéis à noite por causa da violência no Rio de Sérgio Cabral

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O governador (???) Sérgio Cabral adora dizer que o Rio de Janeiro vive “tempos de paz” e que está pacificado. Será mesmo? Não é essa a ideia que tem os participantes do Fórum Urbano Mundial das Nações Unidas. Seguindo os conselhos até do presidente Lula, muitos nem saem dos hotéis de tanto medo.

Leiam abaixo a reportagem do Jornal do Brasil

Participantes do Fórum Urbano destacam medo da violência no Rio

O Rio de Janeiro recebe desde a última segunda-feira milhares de pessoas de vários países para o Fórum Urbano Mundial das Nações Unidas. Muitas delas vêm ao Rio pela primeira vez e mostram percepções diversas sobre a cidade, que sediará jogos da Copa do Mundo de Futebol em 2014 e as Olimpíadas de 2016.

A reportagem da Agência Brasil conversou com alguns desses visitantes e, apesar das opiniões diversas, percebeu um tema comum abordado por todos: a violência.

A jornalista queniana Beatrice Marshall, que está participando da cobertura do fórum, disse que foi informada para ter cuidado com a segurança, antes mesmo de sair do Quênia, no leste da África. Segundo ela, o governo de seu país aconselha turistas a terem cuidado no Brasil.

- Não me aventurei a sair de noite, de forma alguma. Estou confinada ao meu hotel. Então, é provavelmente algo que o governo brasileiro tem que ter mais cuidado - disse a queniana, que gostou da arquitetura e do aparente aspecto de ordem da cidade, mas disse que as ruas do Rio são mais sujas do que ela imaginava.

Outro visitante que disse evitar circular pela cidade, com medo da violência, é o paquistanês Mohawad Fawad, morador de Islamabad. - Antes de vir, eu ouvi coisas sobre a violência no Rio e fiquei com um pouco de medo. Por isso, não saio muito por aí. Não me afasto muito do hotel. Fico apenas na rua principal e não vou para outras ruas. Tento não sair à noite e tampouco usar algo muito caro, para não atrair assaltantes - disse.

O paquistanês também se surpreendeu com o calor da cidade que, segundo ele, não deixa nada a dever ao clima de seu país. Ao contrário da jornalista queniana, Fawad destacou a limpeza da cidade como um dos atributos principais do Rio.

O visitante do Reino do Lesoto, um montanhoso país encravado na África do Sul, Lekhotla Francis Tseane, disse que o Rio tem fama de cidade violenta e que, inclusive, já teve notícias de um participante do fórum que foi assaltado.

- Ele [o participante do Fórum] disse que saiu do hotel e foi caminhar, quando encontrou ladrões que roubaram seu relógio, seu dinheiro e outras coisas. Mas eu só fiquei sabendo desse incidente específico. Aqui próximo ao Fórum parece ser mais seguro. Tem segurança em volta - disse.

Já Edward Seah, de Cingapura, cidade-Estado do Sudeste Asiático, disse que apesar de ter escutado “coisas não muito boas sobre o Brasil”, como o tráfego intenso e o crime, ele se sente seguro na cidade.

- Achei o Rio seguro. O Brasil vai sediar a Copa do Mundo e as Olimpíadas e o governo tem feito um trabalho muito bom para torná-lo seguro e acessível para estrangeiros como eu - disse o visitante, que se surpreendeu com a limpeza, a beleza da cidade e com a simpatia dos cariocas.

Royalties do petróleo: presidente Lula deixa governador (??) Sérgio Cabral de joelhos

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Olhem o tamanho da encrenca que a inabilidade política de Sérgio Cabral provocou para as finanças e até o presente e futuro do Rio de Janeiro.

A revelação dos bastidores da guerra dos royalties é do colunista Luiz Carlos Azedo, do Correio Braziliense.

Para ele, a jogada eleitoral de Cabral foi de jogar petróleo para apagar incêndio.

“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou de joelhos o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), ao pôr a participação especial do Rio de Janeiro (e demais estados produtores) nos royalties de petróleo na moagem do novo marco regulatório da camada pré-sal.

Agora Lula diz que não tem nada a ver com isso, pois pretendia deixar essa discussão para depois das eleições. Cabral conta com o veto do presidente Lula à emenda Ibsen Pinheiro(PMDB-RS)-Humberto Souto(PPS-MG), que distribui igualmente os royalties entre todos os estados e municípios, para evitar um colapso econômico e administrativo em seu estado e o próprio desastre eleitoral. Lula negaceia o veto.
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A posição de Lula alimenta o fogo amigo contra Cabral.

O bombardeio vem da Bahia, que abriga um grande polo petroquímico,explora petróleo e começa a concorrer com a indústria naval do Rio de Janeiro. Amigo do presidente da República, com quem viajou para o Oriente Médio, o governador Jaques Wagner (PT) juntou-se aos governadores de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e do Ceará (PSB), Cid Gomes, para contestar a participação especial do Rio de Janeiro, do Espírito Santo e de São Paulo na distribuição dos recursos do pré-sal.

O petista defende a tese de que os royalties devem ser distribuídos de acordo com a população e a riqueza ou a pobreza de cada estado, medidas pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
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Wagner diz que São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo querem ficar com a maior parte dessa riqueza. Eu não vejo o porquê, já que o petróleo foi descoberto por uma empresa que pertence a todos os brasileiros, argumenta. Segundo ele, o petróleo está afastado da costa e, portanto, não implica em nenhum prejuízo ambiental.

Minha posição é essa desde o começo: uma distribuição que seja justa para todo o povo brasileiro e não apenas para três estados. Agora tem essa discussão sendo feita no Senado e eu espero que o bom senso prevaleça de tal forma que a gente possa ter essa riqueza fazendo bem para todos os brasileiros, dispara.

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Ontem, o presidente Lula colocou em xeque a estratégia eleitoral do governador Sérgio Cabral(PMDB) para a reeleição ao pressioná-lo a entregar uma das vagas de candidato ao Senado a Marcelo Crivella (PRB). O senador é aliado do presidente Lula, disputou e perdeu as eleições para a prefeitura do Rio de Janeiro.

A outra vaga seria do PT, a ser ocupada pelo prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias, ou a ex-governadora Benedita da Silva. Cabral não pode atender o pedido de Lula sem cortar uma das pernas. A vaga está prometida ao presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani (PMDB), peso pesado da política fluminense”.


Há consenso entre os senadores sobre os royalties: Cabral exagerou na dose por ser um ano eleitoral

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O presidente Lula convocou nove senadores de partidos aliados para uma reunião, na qual pediu um acordo que evite perdas com a emenda Ibsen, que retira do Rio R$ 7 bilhões em royalties do petróleo.

Lula orientou os líderes a conversarem com as bancadas e marcou novo encontro semana que vem. Líder do PDT, Osmar Dias disse que a orientação é para que se altere a emenda Ibsen. Mas ele pontuou que a tarefa não é fácil:

- O assunto já tomou conta dos estados. Há pressão não só nos estados produtores mas nos demais. Só o bom senso pode tirar o calor da disputa - afirmou o senador paranaense. - O Rio exagerou. O governador do Rio exagerou por ser um ano eleitoral. Esta opinião é quase unânime entre os senadores.

Lula diz que Rio de Janeiro de Sérgio Cabral é violento e perigoso

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Ao contrário do governador (???) Sérgio Cabral, que adora dizer que o Rio está “pacificado”, o presidente Lula disse categoricamente nesta segunda-feira (22), durante o seu discurso no 5º Fórum Urbano Mundial, que a cidade é perigosa.

Ele convidou todas as autoridades internacionais presentes ao evento que conheçam a capital carioca, mas fez um alerta.

- Não se embrenhem por locais que vocês não conheçam. Temos notícias de que morre alguém no Rio, não negamos que há violência. Mas procurem ir nas melhores praias, ver as melhores paisagens. O povo do Rio é o mais alegre, mais cortês do Brasil

Até jornalista de O Globo aponta o dedo para Cabral na questão dos royalties: ele armou a confusão

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O jornalista Merval Pereira Filho, de O Globo, faz um interessante alerta sobre a questão dos royalties e culpa Sérgio Cabral pelo impasse:

Leiam os principais trechos:

Este nosso arremedo de Guerra de Secessão, com choro e ranger de dentes tipicamente tropicais, pode se transformar em uma crise política grave se o governo do Estado do Rio não agir seriamente, como não fez até agora.

Mas o fato é que a posição do Rio não é tão segura assim como querem fazer crer as autoridades fluminenses, e é preciso mais do que protestos para que se chegue a bom termo na negociação.

Mas será preciso muita negociação para que os estados produtores não saiam desse episódio com um prejuízo irrecuperável.

O governador Sérgio Cabral, que conduziu muito mal a negociação congressual, irritando-se excessivamente no primeiro momento e chegando às lágrimas quando o estado foi atingido pelo corte de recursos, tem que tomar cuidado para que a passeata de hoje não se transforme em um tiro no pé.

Investimentos de Eduardo Paes ficam na promessa - como sempre - e Rio sofre com as enchentes

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Diferentemente do que diz o prefeito do Rio, Eduardo Paes, a cidade não está preparada para as chuvas e a falta de investimento na limpeza de canais e rios continua sendo a principal reclamação da população, que muitas vezes é considerada culpada pelo próprio prefeito da sujeira da cidade.

Leiam abaixo a bronca do Informe do Dia:

Colunista diz que Cabral trabalhou mal e no confronto na questão dos royalties

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A colunista Mirian Leitão analisa a questão dos royalties do petróleo e responsabiliza diretamente Cabral pelo impasse. Para ela, Cabral teria que ter trabalhado melhor e não investido no confronto.

Ouçam o comentário na Rádio CBN:

http://oglobo.globo.com/economia/miriam/posts/2010/03/15/royalties-emenda-ibsen-demagogica-274643.asp

Garotinho mostra que Cabral nada fez e agora quer tirar proveito político na questão dos royalties

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O ex-governador Anthony Garotinho revela em seu blog mais uma armação do governador (???) Sérgio Cabral, que tenta se aproveitar de manifestação da sociedade pela manutenção dos royalties como se fosse uma campanha promovida por ele, Cabral.

É mais uma jogada de marketing para construir um personagem de ficção. Cabral, na verdade liderou sim, mas a derrota do Rio na Câmara, com suas atitudes destemperadas, ofensas a parlamentares e ameaças, sem que em momento algum sentasse para negociar uma questão vital para o nosso estado.

Leiam mais no blog:

http://www.blogdogarotinho.com.br/lartigo.aspx?id=5438

PT põe na conta de Cabral perda de bilhões de reais em royalties do Rio

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Deu no blog You Pode:

PT põe na conta de Cabral perda de bilhões de reais em royalties do Rio.Cabral retalia parando o PAC. E PT diz não precisar dele

O Presidente Nacional do PT, José Eduardo Dutra, não tem dúvidas: a falta de habilidade política e pouco empenho do governador Sérgio Cabral fez com que a emenda Ibsen Pinheiro, que tira bilhões de reais em royalties do estado, acabasse sendo aprovada por esmagadora maioria.”Acho que o Cabral, da outra vez, no ano passado, acabou acirrando este clima de beligerância e foi pouco habilidoso quando disse que o Estado do Rio estava sendo roubado. Aí criou essa divisão. No mínimo, o Cabral não deveria ter chegado dando entrevista naquele tom do ano passado, acabou inflando os ânimos”, disse.

Governador diz que o estado vai parar

Por sua vez, segundo o vice-governador Pezão, as obras do Programa de Aceleração do Crescimento no estado, o PAC, serão paralisadas até a solução do impasse dos roialties. Cabral, que participará de uma passeata convocada por Rosinha na quinta-feira (hoje sua assessoria atribuiu a ele a convocação da manifestação) quer que o presidente Lula vete a emenda e assim, fique mal com todos os demais estados.


Mas até o veto do presidente poderá ser derrubado na Câmara. O governador chegou a chorar com a decisão dos deputados e disse que que todos poderiam esquecer a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Só não disse que os dois eventos têm como investimentos em sua maioria recursos vindos do governo federal e não do Estado do Rio.

O descontetamento do PT com Cabral é absoluto. Veja o que disse o líder do PT, sobre a decisão de parar o PAC:

-Essa decisão não terá repercussão no palanque da Dilma no Rio. O presidente Lula tem mais voto que o Cabral até mesmo no Estado do Rio.


E o grande cabo eleitoral da Dilma é o presidente da República, não o Cabral. Se o governador quiser parar as obras do PAC, é uma questão administrativa dele no governo do Rio, disse o deputado Cândido Vaccareza.