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Jornalista pergunta: o Natal mudou ou quem mudou foi Cabral, o Fujão?

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Deu no blog do Ricardo Noblat

RECORDAR É VIVER

Mudou o Natal ou mudou Cabral?

De Sérgio Cabral, candidato ao governo do Rio de Janeiro em 2006:


- O debate será importante para a decisáo dos eleitores. (...) O povo quer um debate inteligente, propositivo. Quer ver o que cada um apresenta para melhorar a vida das pessoas.


De Sérgio Cabral, candidato a mais um mandato de governador do Rio de Janeiro em 2010:


- Avaliamos que, neste primeiro turno, a princípio não [sobre a participação em debates]. A população bnos conhece.

Cesar Maia faz novas revelações sobre o escândalo na Secretaria de Saúde de Cabral

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O ex-prefeito Cesar Maia comenta em seu blog o escândalo envolvendo a Secretaria de Saúde de Sérgio Cabral. E faz novas revelações:


O QUE TODOS SABIAM VEM FINALMENTE A LUZ: SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE-RJ SUPERFATURA, SEM LICITAÇÃO!

(RJTV-2, 12) 1. Em 2009, 13% das compras da secretaria estadual de saúde foram feitas sem licitação, R$ 81 milhões. As compras foram mais caras do que as de estados que usam o pregão. Antibiótico, anticoagulante, analgésico e até gaze usada em curativos são apenas alguns produtos da lista de compras emergenciais da secretaria de Saúde. Só que sem licitação os preços ficam muito acima do que normalmente é cobrado no mercado. Na comparação com as compras de outros órgãos públicos, a secretaria jogou dinheiro fora.

2. Em novembro do ano passado, a secretaria de Saúde comprou - sem licitação - o antibiótico levofloxacino 5 mg, por R$ 19,20 a unidade. Dois meses antes, numa concorrência pública, a prefeitura de Porto Alegre havia pagado R$ 10,86 pelo mesmo produto. A diferença: o estado do Rio pagou 77% a mais. Também em novembro de 2009 o frasco de dipirona sódica 500 mg saiu a R$ 0,90 para a secretaria estadual do Rio. Em junho do mesmo ano, o medicamento - na mesma apresentação - custou R$ 0,37 para a prefeitura de Maringá, no Paraná.

Eduardo Paes, filhote de Cabral, toma da população o direito ao transporte de graça

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O ex-prefeito César Mais revela hoje em seu blog que um milhão e meio de passageiros não poderão ter mais gratuidade nos ônibus no Rio de Janeiro. É mais um favorecimento da dupla Sérgio Cabral/Eduardo Paes às empresas de transportes e contra a populalção.

Leiam abaixo:

CASSADO O DIREITO À GRATUIDADE DE 1,5 MILHÃO DE USUÁRIOS DE ÔNIBUS NO RIO!

1. Conforme este Ex-Blog havia antecipado, a lei do bilhete para uso de 2 ônibus elevando o preço da passagem em 10% excluiu desse sistema o direito a gratuidade de idosos, alunos da rede pública e portadores de deficiência. Como antes estes nada pagavam e agora passam a pagar, o bilhete de dois ônibus, que chamam de único, é um aumento gigantesco para quem não pagava nada. Esse sistema já existia há 3 anos em várias linhas, e sempre mantida a gratuidade.

Um milhão e meio de pessoas se beneficiavam, ou pelo menos a metade disso todos os dias.

2. Mais grave que isso é o anúncio feito pela prefeitura. Num novo sistema em estudo, terminarão todas as gratuidades e a prefeitura ressarcirá as empresas de ônibus. Estima-se que esse subsídio será de pelo menos 400 milhões de reais por ano, a metade do subsídio pago em SP há muitos anos.

Polícia Militar em pé de guerra com Sérgio Cabral

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O que era sigilo até poucos dias atrás, começa a ganhar destaque na imprensa: aumenta a cada dia o descontentamento da Polícia Militar com o (des) governador Sérgio Cabral por causa da diferença gritante entre os reajustes concedidos aos policiais militares (10%) e aos delegados da Polícia Civil, que somarão 87,34%, em aumentos mensais até julho de 2012.

Leia abaixo o que foi publicado na coluna Informe JB desta segunda-feira.

Polícia Militar em pé de guerra

O COMANDANTE-GERAL da Polícia Militar do Rio, coronel Mário Sérgio Duarte, espera ser recebido hoje pelo governador Sérgio Cabral para um encontro que tem todos os ingredientes para ser tenso. O líder da tropa no estado está a um passo de deixar o cargo – e acompanhado por comandantes de batalhões. O motivo é a diferença gritante entre os reajustes concedidos aos policiais militares (10%) e aos delegados da Polícia Civil, que somarão 87,34%, em aumentos mensais até julho de 2012

Panela de pressão

O clima quente na PM, entre os oficiais com cargo de comando em batalhões, surgiu este mês, poucos dias após a sanção de um reajuste de 10% para servidores da área de segurança pública, inclusive policiais militares e delegados. Na semana passada, o governador Sérgio Cabral enviou à Alerj um projeto de lei para conceder um reajuste adicional de 70,3% a mais de mil delegados.

Foi aí que o ambiente azedou no comando da PM.

Duas classes

O descontentamento do comandante-geral da Polícia Militar e dos chefes dos batalhões, até agora tratado com sigilo junto à mídia, tem motivos claros e simples: o reajuste em patamares tão distintos criará um enorme desnível no topo das duas forças de segurança do estado ao fim dos aumentos unilaterais para os delegados, em julho de 2012.

Críticas internas

O reajuste extra exclusivo aos delegados também desperta críticas dentro da própria Polícia Civil. Em off, servidores da corporação reclamam que a medida criará distorções internas. Por exemplo, um inspetor em início de carreira receberá somente 15% do salário de um delegado, incluídas aí as suas gratificações.

O motivo

A ideia de oferecer um reajuste extra aos delegados da Polícia Civil teria surgido após a constatação de que muitos deles estariam trocando a carreira por cargos mais rentáveis, como os de defensor e promotor público, entre outros.

Colunista revela: Sérgio Cabral nunca teve carteira de trabalho

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Neste fim de semana em que se comemorou o Dia do Trabalho, o jornalista Dacio Malta, do You Pode, pesquisou e revela que Sérgio Cabral nunca teve uma carteira de trabalho assinada na vida.


O que não o impediu de estar muitíssimo bem de vida, com apartamentos no Leblon e mansão em Mangaratiba, segundo denuncia publicamente Anthony Garotinho.


Leiam abaixo:


Cabral e a Carteira de Trabalho

É pena que um dos principais aliados do Presidente da República - e seu candidato ao governo do Rio - Sergio Cabral, não possua uma carteira de trabalho.

De família modesta do Engenho Novo, bairro do subúrbio do Rio de Janeiro, filho de jornalista e de professora, o governador nunca teve patrão.

Com 21 anos, seu primeiro emprego foi assessorar um deputado. Para essa função a carteira não foi necessária.Em 1986, aos 23, disputou uma vaga na Assembléia do Rio, mas com apenas 4 mil votos foi derrotado. Ganhou a diretoria de Operações da TurisRio - Companhia de Turismo do Rio de Janeiro, empresa pública do governo. Ocupando cargo de confiança, de novo a Carteira de Trabalho foi dispensada.Três anos depois, em 1990, foi eleito deputado estadual. E não parou mais.

Por tudo isso, o governador nunca recebeu salário ou remuneração. Só conheceu verba de gabinete ou de representação, e depois subsídios.
* * *
Não faltará quem diga que Cabral é, na verdade, um patriota, pois dedicou sua vida ao serviço público.A verdade é que o governador do Rio de Janeiro nunca foi demitido, nem pediu demissão. Não gozou férias, nem recebeu o terço proporcional. Não sabe o que é aviso prévio, muito menos justa causa, auxílio-doença ou seguro-desemprego.


Ele nunca se submeteu a um exame médico de admissão (ou de dispensa) de emprego. Nunca brigou por aumento ou participou de dissídios. Não tem anotações de 13º salário e nem de auxílio doença.Cabral não conta tempo de serviço para aposentadoria, e não tem anotado o nome da mulher e dos cinco filhos.O governador nunca teve Carteira de Trabalho.
* * *
Há dois anos, o ministro Lupi lançou a nova carteira profissional, e Lula foi o primeiro a recebê-la.Com código de barras, ela permite que o trabalhador consulte seus abonos salariais e o saldo depositado no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, o FGTS.


É claro que Cabral não se interessa por nada disso.Um único detalhe talvez animasse o governador a tirar uma Carteira de Trabalho, até mesmo para exibir em ocasiões festivas, mesmo sem anotações: o novo documento tem a aparência de um passaporte.Cabral certamente não sabe disso.

Íntegra em:
http://youpode.com.br/blog/alguemmedisse/2010/04/30/cabral-e-a-carteira-de-trabalho/

Garotinho denuncia mais uma negociata patrocinada no governo de Cabral

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O ex-govenador Anthony Garotinho denuncia em seu blog mais “uma negociata” do governo de Cabral. Garotinho gostaria que o MP investigasse, mas está descrente:

Leiam abaixo:

Mais uma negociata no governo de Cabral

Vejam se isso é normal? O INEA (Instituto Estadual do Ambiente) é o órgão que reúne a FEEMA, SERLA e o Instituto Estadual de Florestas. É quem hoje concede licenças ambientais. Tem como vice-presidente Paulo Schiavo Júnior.

A empresa LOCANTY é uma das gigantes da prestação de serviços e do recolhimento de lixo. Em Angra dos Reis, a coleta de lixo é feita pela LOCANTY, que tem o projeto de construir um centro de tratamento de detritos. Para fazer a obra necessita da licença ambiental. O que fez então a empresa?

Contratou a empresa de tratamento paisagístico NATURAL GARDEN LTDA., que tem como sócios, a mulher e o pai do vice-presidente do INEA, que vai ou não conceder a licença ambiental. O endereço oficial da NATURAL GARDEN LTDA. é um apartamento que pertence ao próprio vice-presidente do INEA, Paulo Schiavo Júnior.

Alguém tem dúvidas que a licença ambiental vai sair?

Por isso parabenizo daqui, a deputada estadual Waldeth Brasiel, do meu partido, pela iniciativa de pedir providências ao Ministério Pùblico. Se o MP vai agir são outros quinhentos. Mas a deputada está cumprindo com o seu papel. Parabéns!

No Rio "pacificado" de Cabral, bandidos levam o terror a três bairros da Zona Norte

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No “Rio pacificado” de Sérgio Cabral, bandidos levam o terror a três bairros da Zona Norte. A reportagem é do jornal Extra:

Tiroteio e arrastão na Zona Norte

Bandidos roubam pedestres e motoristas em três bairros e trocam tiros com policial

RIO - Armados com fuzis e pistolas, cinco bandidos praticaram, na tarde deste domingo, uma série de assaltos e se envolveram em um tiroteio na esquina das ruas Uruguai e Maxwell, no Andaraí. A polícia suspeita que um dos ladrões tenha sido baleado. Mesmo assim, todos conseguiram fugir.

Utilizando um Fiat Linea que, segundo a polícia, foi furtado na última quarta-feira, os ladrões iniciaram os roubos na Rua Grajaú, no bairro de mesmo nome, por volta das 13h. As primeiras vítimas foram as aposentadas Vanda Souza, de 73 anos, e Miriam Pinho, de 58.

- Estávamos andando quando um dos bandidos desceu do carro com uma pistola. Ele levou nossos celulares e documentos, além de dinheiro - contou Miriam.

Na mesma rua, na esquina com a Rua Mearim, o militar Paulo Peixoto, de 47 anos, também foi assaltado pelo bando. Em seguida, os ladrões seguiram para o Andaraí. Na esquina das ruas Maxwell e Uruguai, os criminosos roubaram ocupantes de vários carros.


Eles obrigaram um policial civil e uma mulher que estavam numa Chery Tiggo a descer do veículo e roubaram documentos, joias e celulares. O bando ainda roubou uma jornalista e um taxista.

Leonardo Castro, inspetor da Delegacia de Homicídios, chegou ao local no momento em que acontecia o arrastão e abriu fogo contra os bandidos.

- Percebi o assalto e dei três tiros. Acho que atingi um dos criminosos. Os bandidos também atiraram, correram para o Linea e conseguiram escapar - disse Castro.

Na delegacia, o policial civil que foi assaltado reconheceu, por meio de fotos, Bruno Alexandre Barbosa de Oliveira como um dos integrantes do bando. Bruno tem contra si um mandado de prisão que foi decretado por conta de um outro roubo a mão armada.


Segundo investigadores, testemunhas ainda o reconheceram como participante do assalto que terminou com a morte de Lúcia Maria de Carvalho Ramos, de 60 anos, na Rua Sá Viana, no Grajaú, no último dia 12.

http://extra.globo.com/rio/materias/2010/04/25/tiroteio-arrastao-na-zona-norte-916426796.asp

PM: Morro do Bumba era um dos mais violentos do Estado

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Nem Sérgio Cabral nem o prefeito Jorge Roberto Silveira podem mais dizer que não conheciam os problemas do Morro do Bumba. É o que diz a Polícia Militar. Para a corporação, o morro era um dos mais perigosos do Rio e não era pela possibilidade de desabamento, mas sim pela violência de uma facção armada até os dentes.

Leiam mais do que revelou o site You Pode:

Morro do Bumba foi área de poderosos traficantes. Antes, as mortes eram por chuva de balas//

Se por um lado a prefeitura de Niterói não cuidou de remover as centenas de moradores do Morro do Bumba, assentado sobre um antigo lixão; de outro, o governo do Estado também foi absolutamente omisso com a população daquela área.

Num local onde podem ter morrido mais de 100 pessoas devido aos temporais era comum a morte pela chuva de balas.

ALUGUEL SOCIAL TRAZ MAIS DESESPERO

De acordo com informações do décimo segundo batalhão da PM, o Morro do Bumba era um dos mais importantes de Niterói sob a liderança da facção Comando Vermelho. Nem Jorge Roberto Silveira nem Sérgio Cabral fizeram alguma coisa efetiva para sanar os dois problemas.

De acordo com a polícia, o Bumba era um dos morros mais perigosos de Niterói (não por sua fragilidade geológica), mas por abrigar criminosos intimamente ligados a Fernandinho Beira-Mar.

Os líderes da quadrilha, Levi do Bumba e Binho, não se sabe se foram mortos no soterramento, mas comandavam vários bandidos muito bem armados de fuzis. Tiroteios e mortes sempre foram comuns ali.

Nunca se falou de uma Unidade Pacificadora da PM para lá. A favela vive em guerra com uma outra próxima, controlada pela ADA e que tem o apoio da Rocinha. No Bumba, hoje se vê bombeiros, equipes de socorro, médicos, jornalistas.

Antes, gente apavorada com o andar impune de bandidos ostensivamente armados, como noticiou o site R7.

Garotinho prova que Cabral e Paes estão fazendo demagogia em cima da dor dos flagelados

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O ex-governador Anthony Garotinho desfaz a farsa demagógica de Sérgio Cabral e Eduardo Paes que estão inaugurando até maquete de obra como se fossem casas populares a serem entregues às vítimas das chuvas.

Cabral: Demagogia e marketing em cima da desgraça da população
A visita ontem, do governador Sérgio Cabral com Eduardo Paes à tiracolo, ao terreno do antigo complexo penitenciário de Frei Caneca não passou de mais uma jogada de marketing, para tentar iludir a população. Cabral quer agora, convencer as pessoas, que depois de tanta omissão e descaso, está agindo e fazendo a sua parte para aliviar o sofrimento de quem perdeu tudo na tragédia da chuva.


Leiam mais no blog do ex-governador

http://www.blogdogarotinho.com.br/

Projeto de revitalização das áres atingidas pelas enchentes “boia” na mesa de Cabral

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Deu na coluna do Cláudio Humberto:

Sanciona, Cabral

A Assembleia do Rio de Janeiro aprovou, mês passado, o Programa de Revitalização e o Fundo de Desenvolvimento das áreas atingidas por enchentes, e o projeto “boia’ na gaveta do governador Sérgio Cabral.

Garotinho denuncia em seu blog: a lama da chuva e a "lama de Cabral"

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Deu no blog do Garotinho

Denúncia exclusiva: A lama da chuva e a lama de Cabral

É chocante ver o sofrimento de muitas pessoas, o cinismo de algumas e a omissão de outras. O lamaçal que tomou conta do Estado do Rio mostrou a face de um governante despreparado, que acabou com a secretaria de Defesa Civil e a uniu à secretaria de Saúde formando ali uma quadrilha para assaltar os cofres públicos.

A lama que toma conta das ruas do Rio, que cai dos morros de Niterói e São Gonçalo, que tira muitas vidas é triste, mas a vergonhosa lama da corrupção na secretaria que cuida do dinheiro responsável pela Saúde e Defesa Civil do Estado, essa parece escorada em fortes alicerces.

Leiam toda a denúncia em:

http://www.blogdogarotinho.com.br/

Cabral sabe de quem é a culpa pelas enchentes: é responsabilidade de Eduardo Paes

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Quando as coisas vão bem – o que é raro – Sérgio Cabral faz elogios às parcerias entre os governos do Município, do Estado e do Governo Federal.

Mas basta dar alguma coisa errada para ele tirar o corpo fora. Depois de uma manhã em que só falou besteira e irritou a população, Cabral foi dormir e sonhou uma maneira, mais uma vez, de tirar o corpo fora.

No Jornal Nacional, com o rosto descansado da soneca, jogou no colo de Eduardo Paes todos os problemas ocorridos na Cidade Maravilhosa.

Foi visto por todo mundo, mas o ferino colunista Reinaldo Azevedo foi fundo na ferida, traduzindo o “cabrales”:

Sérgio Cabral, governador do Rio

“Tenho falado com o prefeito: ‘Solo urbano é da Prefeitura’. Tem que agir duro, por mais duro que seja”.

Traduzindo

Cabral não tem nada com isso. Como vai disputar a reeleição, jogou o problema no colo de seu aliado, o prefeito Eduardo Paes, que estava ao lado — até parece que só morreu gente na antiga Guanabara… Cabral falou apenas para mandar este recado: não é um problema do governo do Estado, e náo é justo que ele perca votos por isso.

Eduardo Paes, prefeito do Rio


“Tivemos uma chuva fora do normal, um período de ressaca. Isso se soma a ineficiências e problemas estruturais da cidade. Não há galeria de área pluvial limpa que resista a essa quantidade de chuva. Estamos preocupados em amenizar os transtornos da cidade, que já são suficientemente grandes para que estejamos completamente alertas e principalmente evitar perdas vidas humanas”.

Traduzindo


Não precisa de tradução. Foi uma fala sensata. De fato, não há infra-estrutura capaz de suportar o que aconteceu na cidade. Aproveitou para dizer que está fazendo a sua parte: limpando galerias. Mas parece ter percebido o movimento do aliado, que não quis dividir o peso dos cadáveres: “Estamos preocupados em amenizar os transtornos da cidade, que já são suficientemente grandes (…)” Poderia ter complementado assim: “(…) para o governador ficar me culpando porque vou disputar a reeleição só em 2012, e ele disputa neste ano”.

A política, no Brasil, consegue ser, às vezes, um flagelo pior do que o pior dos temporais.

Tragédia no Rio: para Sérgio Cabral, a culpa de quem morreu é dos mortos

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Maior temporal da história leva o caos ao Rio de Janeiro e deixa mais de 80 mortos; enchentes e deslizamentos de terra fizeram vítimas na capital, em Niterói, na Baixada Fluminense e na Região Serrana

Em entrevista ao Jornal da Band, Sérgio Cabral culpou - como já tinha feito na tragédia de Angra dos Reis - a ocupação irregular dos morros e o excesso de chuva pelas mortes.

Foi duramente interpelado pelo apresentador Ricardo Boechat, que afirmou que, caso o governador não saiba, as pessoas moram em área de risco porque não têm opção. Para Boechat, e para todos que têm bom senso, o que o governo tem que fazer é arrumar casas para essas pessoas não morrerem



Leia abaixo a coluna Toda Mídia, do jornal Folha de S.Paulo:


Assista ao vídeo com a reportagem. Infelizmente, o video foi editado pela emissora e foi publicado sem a bronca do jornalista Ricardo Boechat.

Garotinho: "Rio alagado e o prefeito e o governador perdidos"

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Eduardo Paes passou a campanha toda afirmando que acabaria com as enchentes no Rio de Janeiro, que Cesar Maia era irresponsável, que ele Paes era o único capacitado.

No meio do dilúvio que se abateu pela cidade, ele só repete: fiquem em casa, saiam das áreas de risco.

Como se alguém com juízo precisasse de conselhos para evitar sair à rua ou alguém é tão irresponsável com a própria vida que vive em área de risco porque gosta de adrenalina alta.

Paes e Cabral, que aliás não é visto em lugar nenhum das enchentes, são dois irresponsáveis porque não cuidaram da cidade e nem do estado. Essa é a verdade.

Paes então é ainda mais irresponsável porque prometeu acabar com as enchentes e não investiu nem 30% do previsto e nem removeu famílias das áreas de risco.

Garotinho revala outras males dessa dupla em seu blog, que reproduzimos abaixo:

O Rio alagado e o prefeito e o governador perdidos

O Estado do Rio de Janeiro está debaixo de água. A situação na cidade do Rio é uma calamidade. Da Zona Norte à Zona Sul está tudo parado. O sistema de transportes entrou em colapso. As pessoas não conseguem chegar ao trabalho e voltam para casa. O prefeito Eduardo Paes orienta as pessoas a não saírem de casa. Já foram confirmadas 34 mortes em todo o estado. Há milhares de desabrigados. Dezenas de milhares de pessoas estão isoladas. Em áreas de risco, milhares de pessoas precisam ser retiradas imediatamente, porque podem ocorrer deslizamentos. É o caos em meio às tragédias.

Eduardo Paes disse em entrevista esta manhã, que dá nota inferior a ZERO para a preparação da cidade para as chuvas e anunciou que fará ainda hoje, uma reunião de emergência com todos os órgãos envolvidos para tomarem medidas de urgência.

Ora, prefeito se o senhor tivesse trabalhado em vez de viver no oba-oba, com certeza apesar da chuva fortíssima, a cidade não teria ficado nesse estado de calamidade. Já foi mostrado aqui no blog, que no ano passado, depois de ter garantido que iria trabalhar para que as chuvas não fizessem grandes estragos neste verão, Paes gastou menos da metade do orçamento para a prevenção das enchentes. Cansou de criticar César Maia e gastou menos do que ele. É um irresponsável.

Paes preferiu confiar na Fundação Cacique Cobra Coral, assim como o governador Sérgio Cabral. Sem investir em obras de prevenção às enchentes, sem projetos, sem trabalhar não vai ser cacique nenhum, padre, pastor ou quem quer que seja que vai resolver os nossos problemas da cidade e do estado. Quem merece nota inferior a ZERO não é cidade, como quis desviar o foco de forma cínica, o prefeito Eduardo Paes. Ele, como prefeito que merece nota abaixo de ZERO.

Assim como o governador Sérgio Cabral. Foi para a televisão enaltecer as obras do PAC, dizendo que vão resolver o problema das enchentes de várias áreas. Vê se é hora de ir fazer política e propaganda de obras? Há mais de 30 mortos, as rodovias do estado estão em situação caótica, muitas interditadas ou em estado de risco, neste momento, e o governador fica só se lamentando, não faz nada.

Olha, é tudo lamentável. A postura do governador e do prefeito é vergonhosa. O povo do estado está sofrendo em grande parte pela irresponsabilidade e omissão desses dois: Cabral e Paes. Essa é a verdade inquestionável.

Dilma garante que vai estar no palanque de Garotinho, caso ele seja candidato

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Sérgio Cabral não vai gostar do que relata o Jornal do Brasil, que mostra também o ótimo relacionamento entre Garotinho e a candidata Dilma Rousseff:


Garotinho ganha afago de Dilma

Agora é certo: a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff estará, no palanque do ex-governador Anthony Garotinho na provável candidatura dele ao governo do Rio. Nesta segunda-feira, durante o Congresso Nacional do PR, em Brasília, a petista disse que mantém com Garotinho e sua mulher, a ex-governadora Rosinha Garotinho, uma convivência cordial desde os tempos em que os três eram filiados ao PDT.

– Não posso deixar aqui de aproveitar esse momento para reconhecer o ótimo relacionamento que tenho com o governador Garotinho e com sua esposa, a Rosinha Garotinho, há anos – afirmou a ex-ministra Dilma, em seu primeiro compromisso público após deixar a Casa Civil.

No próximo sábado (10), Garotinho lança sua pré-candidatura ao governo fluminense, durante o congresso estadual do PR. Dilma foi convidada a participar, mas, segundo Garotinho, não confirmou a presença.

– Ela disse que vai depender da agenda do presidente Lula, contou.

No mesmo dia em que o PR realiza a convenção estadual, que pretende reunir 15 mil militantes em um centro de convenções no Centro do Rio, o PT fluminense fará uma homenagem para Dilma. Antes de receber os afagos da ministra no encontro desta segunda-feira, Garotinho já dava como certo a presença da pré-candidata petista em seu palanque no estado, mesmo sabendo que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já declarou apoio à reeleição do governador Sérgio Cabral (PMDB), ex-aliado e hoje rival de Garotinho.

– Não poderia ser diferente (o apoio de Dilma à sua provável campanha), o PR é da base do governo, essa é a questão. Eu não estou reclamando da possibilidade de a Dilma subir no palanque do Cabral, aliás, não reclamo de nada, minha pré-candidatura nem foi lançada e eu respeito a lei eleitoral. Campanha mesmo, só
em junho. Agora, o governador, que já está em campanha descarada, é que tem chiado – disse ao comentar sobre o apoio de Dilma ao adversário.

No encontro em Brasília, Garotinho destacou que não acertou nenhum “pacto de não agressão” com Cabral, apesar da aliança entre PT, PMDB e PR em nível nacional.

– No Rio, só temos problema com o PMDB, com o PT está tudo bem.

No encontro em Brasília em que o PR oficializou o apoio à pré-candidatura de Dilma Rousseff, Garotinho foi nomeado primeiro secretário do partido. Ele já ocupa a presidência regional da legenda, no Rio.

De olho no vice

Ao responder a perguntas sobre o futuro de sua pré-candidatura, Garotinho destacou que não pretende lançar uma chapa “puro-sangue”. Do PR, faz questão de ressaltar que o pastor Manuel Ferreira, presidente nacional da Assembleia de Deus, é o candidato ao Senado pela legenda. No mais, diz apenas que “um bom vice (para sua candidatura) poderia ser do PDT”, mas não citou preferências em seu ex-partido, disse apenas que o ministro Carlos Lupi seria um bom nome, mas o pedetista não deixou o ministério para concorrer nas eleições de 2010.

– Já tivemos um primeiro encontro em fevereiro (com Lupi), foi muito produtivo. Mas vamos aguardar, é cedo para falar sobre isso, ainda nem lancei minha pré-campanha. O que digo até agora é que estou disposto a concorrer ao cargo – despistou.

Embate com o MP

Na visita a Brasília, Garotinho procurou o presidente do Conselho Nacional do Ministério Público, Sandro José Neis, para pedir celeridade nas representações que fez contra promotores do MP do Rio que o denunciaram por improbidade.



Sérgio Cabral está "preso" no Rio e não pode fazer o que mais gosta: viajar ao exterior

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O sempre gozador colunista Jorge Bastos Moreno dá uma na canelada em Sérgio Cabral, ao revelar que o governador (???) está "preso" no Rio e não pode mais fazer o que mais gosta: permanecer longas temporadas no exterior:

"Acabou a festa"

Sérgio Cabral teve de retornar ontem ao país porque, a partir de hoje e até o fim das eleições, não poderá mais viajar ao exterior, a não ser que seja substituído pelo presidente do Tribunal de Justiça do Estado, já que os outros nomes da linha sucessória, por serem candidatos a cargos eletivos, não poderão substituí-lo.

Por motivos totalmente diferentes, é claro, Cabral é o segundo governador a ser preso no exercício do cargo.

Pior, nem prisão domiciliar é. O cara está preso em território estrangeiro.

Mãe é mãe! Magaly, ontem mesmo, já levou uma marmitinha para o filho só de comidas
caseiras compradas numa delicatessen do Leblon.

Cabral está se sentindo o próprio refém das Farc.
É o preço da reeleição.

Imprudência e truculência no combate ao crime são comuns no governo (???) Cabral

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Episódios de bala perdida como o que ocorreu na segunda-feira no Humaitá, quando policiais saíram atirando livremente na direção da população para atingir os bandidos, reforçam ainda mais a política equivocada de truculência da secretaria de (In) Segurança Pública do Estado do Rio, de Sérgio Cabral e de seu secretário José Mariano Beltrame.

E merecem nota zero e a bronca do Informe do Dia. Veja abaixo:

O Estado de SP: Cabral pode trair Lula? Não seria novidade para ninguém

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Sérgio Cabral fez tantas trapalhadas na questão do pre-sal que deixou o presidente Lula com um enorme abacaxi no colo. É o que relata o jornalista Wilson Tosta, de O Estado de SP, na edição online.

E ele se pergunta se Cabral pode trair Lula como já traiu tanta gente no passado?

Vale a pena ler

Lula e Cabral discutindo a relação


Um casamento que, como tudo na política brasileira, é de conveniência, está perto de completar quatro anos em clima de crise na relação. Trata-se da aliança entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB). Ela surgiu no segundo turno de 2006, quando o presidente tentava a reeleição, e o hoje chefe do Executivo fluminense, ainda senador, enfrentava Denise Frossard (PPS) na disputa pelo Palácio Guanabara. Quandos os dois decidiram se unir, foi uma virada e tanto: na disputa pelo governo local, Lula apoiara o senador Marcelo Crivella (PRB) e o ex-deputado Vladimir Palmeira (PT), eliminados no primeiro turno; Cabral era o candidato do casal Anthony e Rosinha Garotinho, então duros adversários do presidente. Mas o senso de sobrevivência eleitoral foi mais forte.: Lula e Cabral se aliaram, e até hoje estão juntos.

Cabral poderia se afastar do presidente por causa da crise? Em tese, sim, e isso não seria novidade para quem, no passado, rompeu com outros padrinhos políticos, como Marcello Alencar em 1998 e o casal Garotinho em 2002/2003.

Mais em:

http://blogs.estadao.com.br/radar-politico/2010/03/24/lula-e-cabral-discutindo-a-relacao/

Cabral paga por ar condicionado desligado na Rede Estadual de Ensino

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O inferno astral do Rio de Janeiro na gestão Cabral parece não ter fim. Agora que o verão mais quente dos últimos tempos acabou, descobre-se que foram comprados aparelhos de ar-condicionado para as escola estaduais que não foram usados.

Apesar disso, o estado continua pagando pelos aparelhos que estão desligados. Um vexame.

A denúncia é do jornal Extra. Leiam abaixo e mais em:

http://extra.globo.com/geral/casosdecidade/#276234

Desperdício na educação
Estado paga por ar condicionado desligado em salas de aula do Rio

O Estado vem desperdiçando dinheiro num dos projetos mais importantes da sua pasta de Educação: o de climatização das salas de aula. No começo deste mês, o governo recebeu uma fatura — da empresa com quem tem contrato — pelo aluguel relativo ao mês de fevereiro de 14 mil aparelhos de ar-condicionado.

Esse é o total de equipamentos que estão afixados nas paredes das salas. Porém, só 6 mil já puderam ser ligados por professores e alunos. Os demais 8 mil estão sem funcionar há períodos que, segundo a Secretaria estadual de Educação, chegam a um mês, aguardando o aumento de carga elétrica das escolas

Colunista desconfia que choro de Cabral é apenas “dumping de emoção”. Já Boechat diz: a culpa é do Cabral

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Deu no blog do Reinaldo, da Veja:

Quanto ao choro do governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), dizer o quê? Confesso que o estilo deste senhor me incomoda um pouco. Sou meio antigo nessas coisas.

Acho que há certas exigências do decoro a que um homem público está obrigado. Se eu o visse furioso com o revés na Câmara, acharia muito compreensível. E até correto.

Chorar por causa dos royalties do petróleo me parece, sei lá, coisa de gente sensível demais, de quem faz dumping de emoção. Especialmente em ano eleitoral.

Eu recomendo que ele se contenha um pouco na alegria do Carnaval e na tristeza do petróleo. Antes que acabe virando uma personagem de si mesmo.


Deu na Rádio Bandnews FM. Ouçam o áudio clicando abaixo: