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Alerj pedirá que TCE investigue contratos de aluguel de ar condicionado para escolas de Sérgio Cabral

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Diante da denúncia publicada no jornal Extra no fim de semana, e reproduzida aqui no blog, de que o governo (???) Cabral comprou aparelhos de ar-condicionado para as escolas estaduais que não estão sendo usados e que continua usando aparelhos alugados, a Comissão de Educação da Alerj pedirá ao Tribunal de Contas do Estado que investigue o contrato de aluguel dos aparelhos, em julho de 2009, entre o governo estadual e a empresa Belo Rio Engenharia.


Levantamento feito pela comissão concluiu que o Estado gastaria R$ 49,6 milhões se comprasse os aparelhos em definitivo. Isso dá apenas 27% a mais do que o total de R$ 38,9 milhões que Cabral se comprometeu a pagar pela locação de 34.250 aparelhos, por 12 meses.


Leia o que o blog Amigos do Garotinho publicou no fim de semana sobre o tema: http://amigosdogarotinho.blogspot.com/2010/03/cabral-paga-por-ar-condicionado.html

Cabral paga por ar condicionado desligado na Rede Estadual de Ensino

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O inferno astral do Rio de Janeiro na gestão Cabral parece não ter fim. Agora que o verão mais quente dos últimos tempos acabou, descobre-se que foram comprados aparelhos de ar-condicionado para as escola estaduais que não foram usados.

Apesar disso, o estado continua pagando pelos aparelhos que estão desligados. Um vexame.

A denúncia é do jornal Extra. Leiam abaixo e mais em:

http://extra.globo.com/geral/casosdecidade/#276234

Desperdício na educação
Estado paga por ar condicionado desligado em salas de aula do Rio

O Estado vem desperdiçando dinheiro num dos projetos mais importantes da sua pasta de Educação: o de climatização das salas de aula. No começo deste mês, o governo recebeu uma fatura — da empresa com quem tem contrato — pelo aluguel relativo ao mês de fevereiro de 14 mil aparelhos de ar-condicionado.

Esse é o total de equipamentos que estão afixados nas paredes das salas. Porém, só 6 mil já puderam ser ligados por professores e alunos. Os demais 8 mil estão sem funcionar há períodos que, segundo a Secretaria estadual de Educação, chegam a um mês, aguardando o aumento de carga elétrica das escolas