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Imprudência e truculência no combate ao crime são comuns no governo (???) Cabral

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Episódios de bala perdida como o que ocorreu na segunda-feira no Humaitá, quando policiais saíram atirando livremente na direção da população para atingir os bandidos, reforçam ainda mais a política equivocada de truculência da secretaria de (In) Segurança Pública do Estado do Rio, de Sérgio Cabral e de seu secretário José Mariano Beltrame.

E merecem nota zero e a bronca do Informe do Dia. Veja abaixo:

Cabral “resolve” o problema da falta de segurança do RJ: PMS mais baixos também poderão entrar na corporação

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Em uma visita ao Rio de Janeiro essa semana, o governador-viajante Sérgio Cabral tomou uma medida que vai “solucionar” a falta de segurança na Capital e no Estado.

Ele mandou para a Assembleia projeto de lei que reduz a altura dos PMs.

É um gênio. A revelação é do blog do Coronel Paulo Ricardo Paúl. Leiam abaixo

SÉRGIO CABRAL RESOLVEU O PROBLEMA DA SEGURANÇA PÚBLICA COM UMA MEDIDA DE IMPACTO.

A ALERJ vota projeto de lei de Sérgio Cabral reduzindo a altura mínima para ingresso na Polícia Militar, que passará de 1,68m para 1,65m.

Os três centímetros a menos mudarão toda a realidade da nossa insegurança pública diária, sem qualquer dúvida.

Lamentamos que nenhum outro governante genial tivesse tido ideia semelhante há décadas, isso evitaria o caos atual.

Quem sabe no ano que vem poderemos pensar em reduzir para 1,62m e assim progressivamente, afinal o que são 3 centímetros.

Algo muito estranho liga Sérgio Cabral ao secretário de segurança pública

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Alguma coisa muito estranha une o governador Sérgio Cabral ao secretário de segurança, José Maria Beltrame.

Só isso explica a defesa apaixonada de Cabral em relação ao deboche de Beltrame, que teve a cara de pau de afirmar que o Rio é seguro.

Em vez de demitir – o que já devia ter feito há muito tempo – ele socorre o secretário dizendo que é o melhor da história do Rio. Não é. É o pior. Basta conferir os números da violência na reportagem abaixo feita pelo site G1.

Ele não tem o apoio da população. Cabral não sabe disso ou finge não saber porque não vai às ruas.

É, de fato, uma ligação para lá de estranha desses dois.

Leiam abaixo:

Cabral diz que Beltrame tem autonomia e apoio da população

O governador Sérgio Cabral defendeu, nesta sexta-feira, o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, criticado por suas declarações de que o "o Rio de Janeiro não é violento" e que "algumas áreas teriam índices de crimes europeus". Para Cabral, o secretário tem autonomia e apoio da população.

- O Beltrame tem estratégia, tem autonomia para administrar a Secretaria de Segurança, fato esse que nunca aconteceu na história do Rio e Janeiro. É evidente que os resultados não são de curto prazo, os resultados são de médio e longo prazo. Mas o secretário Beltrame, sem dúvida, tem o apoio da população do Rio no trabalho que vem realizando - disse Cabral.

A declaração de Beltrame foi feita nesta quinta-feira, em Brasília, durante audiência na Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados. A afirmação foi criticada por alguns estudiosos da área de segurança.

Segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), de janeiro de 2007 a setembro deste ano, 20.255 pessoas foram mortas: 16.310 casos homicídios dolosos (quando há intenção de matar), 3.272 vítimas de confrontos com a polícia (auto de resistência), 589 latrocínios (roubo seguido de morte) e 84 policiais atingidos em ação.

O cientista político Geraldo Tadeu Monteiro, presidente do Instituto Brasileiro de Pesquisa Social (IBPS), chegou a comparar alguns números de criminalidades dos institutos de referência para tentar encontrar os “índices europeus”.

“Não é verdade que o Rio não seja violento. Todos os índices mostram o contrário. E o número de homicídio aqui já é o triplo de São Paulo”, ressalta Tadeu.

Segundo ele, o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec), da Universidade Candido Mendes, fez a comparação em 2005 que revelou a disparidade na comparação das ocorrências de criminalidade da capital carioca com cidades européias.

De acordo com os dados, Paris apresentava 1, 6 homicídio doloso para cada grupo de 100.000 habitantes; Londres, 2,4; Amsterdã, 4,5; e Rio, 39,5, usando o mesmo parâmetro comparativo.

1.636 homicídios de janeiro a setembro

Para Geraldo Tadeu, as áreas com menores índices de violência estão localizadas nos bairros de Copacabana, Gávea, Jardim Botânico, Laranjeiras e Urca.


Ele lembra que, de acordo com o Instituto de Segurança Pública, o Rio acumulou 1.636 homicídios dolosos de janeiro a setembro de 2009. Ou seja, 125 casos a mais do que o ano passado.

O sociólogo Ignácio Cano, professor e membro do Laboratório de Análise da Violência da Uerj, também discordou do secretário Beltrame.

“Acho que ele está tendo uma visão hiperotimista. Nossos índices são muito elevados. A América Latina é a região mais violenta do mundo. O Brasil está em quarto lugar. O Rio e o estado estão entre os primeiros no país. A violência não é mesmo homogênena, mas a média é muito alta. O fato de a violência ser distribuída em núcleos não é um dado positivo”, contesta o pesquisador.

Rio é notícia no exterior. Infelizmente só tem más noticias

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Deu no Clarin, argentino:

Brasil: la guerra entre policías y narcos dejó 33 muertos desde el sábado

La violencia se desató el fin de semana en distintas favelas de Río. Facciones rivales chocan por el control del narcotráfico. Cientos de familias abandonaron sus hogares por los continuos enfrentamientos.La violencia desatada el fin de semana pasado entre narcotraficantes y agentes de la policía militar brasileña ya dejó alrededor de 30 muertos en Río de Janeiro.


Según trascendió, al menos 7 delincuentes fallecieron hoy al enfrentarse con la policía en el combate por tomar el control del negocio en favelas vecinas, mientras que la fuerza policial continúa su lucha contra el narcotráfico.

http://www.clarin.com/diario/2009/10/21/um/m-02023760.htm

Deu no espanhol El País, o mais importante jornal em língua espanhola

"Periodista, deja de temblar, si quisiéramos ya estarías muerto"
Un reportero de EL PAÍS entra en la favela carioca de Morro dos Macacos

FRANCHO BARÓN - Río de Janeiro - 23/10/2009
El recorrido en el interior de un taxi por la denominada franja de Gaza y la favela Nelson Mandela, en la zona norte de Río de Janeiro, sirve de poco porque la operación lanzada esta mañana por la Policía Militar ya ha concluido. Tampoco hay movimientos destacables en las favelas Manguinhos y Jacarezinho, en las que la policía también ha entrado en las últimas horas, deteniendo a sospechosos e incautándose de drogas y armas. La ofensiva contra el narcotráfico que se desató el pasado fin de semana en estos suburbios ha puesto todo patas arriba y ya se contabilizan más de 33 muertos. No es que la miseria tenga una apariencia diferente, pero hoy la gente camina más rápido por la calle y procura no exponerse demasiado ante un más que probable tiroteo. Es la cara más sombría y angustiante de Río de Janeiro



Deu no New York Times:
Violence in the Newest Olympic City Rattles Brazil
RIO DE JANEIRO — Just over two weeks ago, this striking city landed the 2016 Olympic Games, the first ever in South America, setting off a sweaty, impromptu beach party that lasted most of the weekend. President Luiz Inácio Lula da Silva of Brazil sobbed with happiness. Rio’s residents glowed with pride.
Then over the weekend, in a chilling outburst of violence, drug traffickers wielding what the police say they believe was a large-caliber weapon shot down a police helicopter just one mile from Maracana stadium, where the opening and closing ceremonies of the Olympics will be held and the World Cup final will be played two years before the Olympics.

Suddenly, the celebration has been overwhelmed by hand-wringing that Rio’s chronic drug violence, its Achilles’ heel, is being laid bare before the world, and at a particularly inopportune time. Brazilian leaders are touring the world, searching for the investors needed to pay for the billions of dollars in infrastructure required for the events.

The images of the downed police helicopter “really shocked Brazilians, and now everyone is worried about what will happen with the Games,” said Nadine Matos, 21, who works at a hair salon a block from Copacabana Beach. “We need to tell the world where we stand so that people outside Brazil understand what measures we are taking and are not so worried when planning to come down here.”

For years, the police essentially abandoned the shantytowns, or favelas, that ring the city’s wealthier neighborhoods, following a policy that resembled containment more than enforcement. That allowed drug traffickers to create strongholds where violence is pervasive. And as the downing of the helicopter illustrated, the police have not done enough to slow the flow of weapons into the favelas.

“We never hid our problems during the candidacy process,” Rio’s mayor, Eduardo Paes, said in London, where he was on the first leg of a trip in search of investors for the public works projects. “We always said to people that we were still facing problems. We still have a lot to do, we have a long road ahead of us and what happened this weekend showed that.”

This year the government has tried a community policing approach to stemming the violence and cracking down on the traffickers in dozens of shantytowns, where about a third of Rio’s six million residents live. But the effort involves only five favelas so far, and the weekend of mayhem has set off a new round of debate here about whether the more militaristic strategy that has long prevailed has been useful.

The police said the weekend’s violence started after a trafficker in prison ordered his followers to invade a rival’s territory. The attack set off clashes between the police and drug bandits in several favelas, leaving at least 26 people dead, including three policemen and three bystanders.
At least one member of the International Olympic Committee, which highlighted Rio’s security challenges as its chief concern before the vote on Oct. 2, was quick to point out that Rio was not the only city to endure violence after winning an Olympic vote. In 2005, a day after London was awarded the 2012 Games, terrorists set off bombs on London’s trains and buses, leaving 56 dead and about 700 wounded.
With Brazil’s television talk shows and newspapers filled with commentary about the effect of the violence on Rio’s image, city and state leaders are suddenly being forced to defend their Olympic bid all over again.

“We want to get to 2016 with a Rio de Janeiro in peace before, during and after the Games,” Sérgio Cabral, Rio’s governor, said over the weekend.

The awarding of the Olympics has been viewed here as a crowning achievement for the country and a personal triumph for Mr. da Silva. But on Monday, he also found himself having to promise to provide additional money from the federal government in the next few months to beef up security in Rio.

“I need to clean the filth that drug traffickers impose on Brazil,” he said.

Rio has one of the world’s highest murder rates, with 4,631 homicides in the metropolitan area last year; that number represented a decline from 5,143 murders in 2006, government figures show. There were 523 murders in New York City last year.

With the community policing effort, police officers try to establish a more permanent presence within the shantytowns. That differs from the prevailing approach for more than a decade, in which the police guarded the entrances to the favelas and ventured in only for select operations that often turned into deadly gun battles with traffickers.

Though the community policing effort has so far been limited, law enforcement experts said they were encouraged.

“For the first time the police are not coming into the favelas shooting, and then leaving only to draw the hatred and scorn of the residents,” said Silvia Ramos, the coordinator of the Centro de Estudos de Segurança e Cidadania at the University of Cândido Mendes in Rio.

Other analysts said they believed that the new approach needed to be accompanied by new housing and the building of avenues in the favelas to enable police cars to move in and out with ease.

The weekend mayhem began when a gang members from Morro São João, backed up by about 200 men from other favelas, invaded the nearby Morro dos Macacos neighborhood, in the northern zone of Rio.

The police waited for daylight before moving in to avoid civilian casualties, José Mariano Beltrame, Rio’s secretary of public security, told reporters.

As officers moved in, gang members opened fire on a police helicopter, causing it to explode and crash. Three of the six officers on board were killed.

Organizers of the Olympic bid promised the I.O.C. that Rio would improve its police forces by 2012 with additional training, technology and resources.

Law enforcement experts are hoping that will mean that the Olympics will leave a legacy of improved policing in Rio.

“Now the cost of security will be very high, but it will be worth it,” said Rodrigo Pimentel, a former police captain in the special operations unit of Rio’s Military Police. “Let’s be honest. One more helicopter that falls down in Rio de Janeiro or another slum invasion could seriously raise the chances of the Olympics and World Cup pulling out of Brazil.”

Myrna Domit contributed reporting from Miami.

Rio continua em chamas e Sérgio Cabral fingindo que não é com ele

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Mais de uma semana após os conflitos em Vila Isabel a cidade continua em chamas e o governo sem rumo.

A UPA (Unidade Precária de Atendimento) teve que ser fechada no complexo da Vila Cruzeiro. E nada dos bandidos que incendiaram a cidade.

E nada governador Sérgio Cabral, que finge que ele não tem nada com o que acontece na segunda mais importante cidade do País.

Tiroteio entre PMs e traficantes fecha UPA da Penha

RIO - Traficantes do Morro da Chatuba, que pertence ao complexo de favelas da Vila Cruzeiro, na Penha, trocaram tiros, na tarde desta sexta-feira, com policiais do 16º BPM (Olaria).

O tiroteio provocou a interrupção do trabalho na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Penha. As ruas Lobo Júnior e Ari Barroso também chegaram a ser interditadas.

Segundo testemunhas, há marcas de tiro nas paredes do hospital. No confronto entre policiais e bandidos foram ouvidas até explosões de granadas. O galho de uma árvore, nos fundos da UPA, caiu após ser atingido por disparos.

Assustados, pacientes tentaram deixar o local, mas foram impedidos por questão de segurança. O marido de uma paciente quebrou o vidro de uma das portas e foi detido momentaneamente pelos policiais. O atendimento médico na unidade está sendo realizado apenas nos pacientes que já estavam no interior da UPA.

Dezenas de homens do 16° BPM (Olaria) e do Batalhão de Choque (BPChoque) estão no local. Ainda não há informações sobre feridos.

Polícia de Cabral não vê comboio com 150 bandidos. Só faltou eles desfilarem pela Praça da Apoteose

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É simplesmente inacreditável que ninguém tenha visto o que O Globo relata abaixo. O bando de cerca de 150 traficantes usou dois caminhões-baú, nove carros e dezenas de motocicletas e não foram parados sequer pela blitz-showmício de Cabral e Eduardo Paes no combate a motoristas alcoolizados.

É muita incompetência

Invasão ao Morro dos Macacos teve reforço de dois caminhões-baú e dezenas de motocicletas

RIO - Na invasão do Morro dos Macacos, pelo menos dois caminhões-baú, nove carros e dezenas de motocicletas foram usados pelos criminosos. A informação contraria a fala do secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, que no domingo disse que a invasão ao Morro dos Macacos teria ocorrido aos poucos e de maneira dissimulada.

O bando, cerca de 150 traficantes, se reuniu na Favela do Faz Quem Quer, de onde saiu no início da noite de sexta-feira em direção a Vila Isabel, usando dois trajetos de cerca de 17 quilômetros. Um grupo de traficantes seguiu pela Avenida Pastor Martin Luther King Jr., enquanto um outro passou pela Avenida Dom Helder Câmara. A invasão começou por volta das 21h, confirmando informações de moradores que, nesse horário, teriam ouvido os primeiros tiros do confronto que deixou pelo menos 15 mortos.

http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/10/19/invasao-ao-morro-dos-macacos-teve-reforco-de-dois-caminhoes-bau-dezenas-de-motocicletas-768132455.asp#

Política de segurança no governo de Sérgio Cabral é uma grande mentira

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É simplesmente inacreditável a cara de pau de nossos chefes de segurança - isso existe???- no Estado do Rio do Rio de Janeiro. Eles afirmam que sabiam, com ANTECEDÊNCIA, de que haveria confrontos nos morros da Zona Norte.

Sabiam e não fizeram NADA? Se é verdade que SABIAM por que não deslocaram policiais em pontos estratégicos, e escondidos, para surpreender os traficantes?

Como não fizeram NADA, é óbvio acreditar que NÃO SABIAM de nada. É conversa para boi dormir de que o governo de Sérgio Cabral tem polícia de informação. Não tem. Como os fatos provaram.

Se de fato sabiam, como dizem, esse blog gostaria de saber o que vão dizer às famílias dos dois policiais mortos no helicóptero abatido pelos marginais, notícia que ganhou destaque mundial?

Globo usa Fórmula-1 para esconder a guerra que acontecia no Rio, sede da emissora

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É inacreditável, mas é verdade: a Globo ficou praticamente durante quatro horas transmitindo o que nada acontecia – o treino da F-1, interrompido por causa das chuvas – e não deu sequer um plantão para o inferno que acontecia na Zona Norte do Rio.

O carioca ligado na Globo ficou desinformado durante toda a tarde. Isso não é jornalismo. É submissão ao governo do estado atrás de verbas publicitárias.

Uma vergonha!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!