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Morros ocupados não têm bandidos, não têm drogas, não têm armas...

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Essa política de UPPs começou na gestão de Garotinho. Só foi trocado o nome. Antes, era denominado Gepae (Grupamento Especial de Policiamento em Áreas Especiais).

O que mudou também é que, agora, nos tais territórios "retomados" pelo estado não se prende mais nenhum bandido, não é encontrada nenhuma arma, não há apreendão de drogas, nem mesmo acham uma atiradeira ou estilingue.

É como se esses morros e comunidades fizessem parte do território da Escandinávia, da Suécia, da Inslândia.

Fica no ar a suspeição de que foi tudo combinado....com quem não é muito difícil de se imaginar.

Cartão postal do Rio de Janeiro de Sérgio Cabral não tem policiamento e bandidos atacam livremente

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No Rio de Janeiro pacificado de Sérgio Cabral, um dos principais pontos turísticos do Rio de Janeiro está abandonado e se tornou local de ataque de bandidos a turistas. Uma quadrilha está atacando visitantes na subida da Pedra Bonita e nas trilhas da Floresta da Tijuca, desde o ano passado.

As vítimas mais recentes foram quatro moças que caminhavam na área. Elas foram levadas pelos bandidos para um local pouco frequentado por trilheiros, roubadas e ameaçadas de morte. As garotas só conseguiram sair da mata três horas após o assalto.

Uma delas ficou muito arranhada. As jovens registraram queixa na 15ª DP (Gávea) e pediram mais segurança à direção do Parque Nacional da Tijuca. As duas decidiram não voltar mais. A informação é do jornal O Dia.

Bandidos fazem arrastão no Rio "pacificado" de Cabral

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O que a gente lê abaixo deve ser uma peça de ficção. Afinal, o Rio, segundo Sérgio Cabral, está “pacificado”.

Está em todos os jornais online essa “ficção” que aconteceu na Barra da Tijuca:

RIO - Pelo menos nove motoristas foram assaltados na manhã desta terça-feira, na Avenida Armando Lombardi, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, no sentido São Conrado. Os bandidos, que estavam em motos, aproveitaram um engarrafamento provocado por um acidente na faixa reversível da Autoestrada Lagoa-Barra para surpreender as vítimas, que registraram queixa na 16ª DP (Barra).

Os assaltos teriam começado às 7h30m, quando quatro homens em duas motos atacaram os motoristas. Eles quebraram os vidros dos carros, levaram bolsas, joias e celulares. Os ladrões agiram dessa forma por mais de duas horas.

A publicitária Ana Maria Trota, uma das vítimas, contou ao telejornal "RJTV" que os ladrões levaram sua bolsa com todos os documentos:

- Eu estava distraída realmente, porque em engarrafamento a gente tenta relaxar um pouco. Estava olhando para o lado, quando eu ouvi um barulho que eu acredito que tenha sido de arma, pela violência com que o vidro foi quebrado. Eles levaram a minha bolsa com todos os meus documentos. Enfim, minha vida está lá - disse Ana Maria.

Outra vítima afirmou que, minutos depois do roubo, viu os assaltantes na mesma avenida:

- Estava totalmente parado no engarrafamento, sem ter para onde ir e dois elementos vieram apontando uma arma para mim, falando para eu entregar tudo. Não tem o que fazer, é entregar. E a impotência depois, de ver esses elementos voltando ao local do crime sem que nada tivesse sido feito. Vinte minutos depois eu voltei à mesma avenida e cruzei com os mesmos indivíduos procurando novas vítimas - relatou ao "RJTV".

Moradores de favelas "ocupadas" estão sendo ameaçados e humilhados pelos bandidos

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Denúncias de moradores nas favelas "ocupadas" têm chegado ao Disque Denúncia". É o que relata um leitor do jornal Extra à coluna Extra, Extra, de Berenice Seara.

Leiam abaixo:

Disque-Denúncia: famílias de comunidades ocupadas vêm sendo ameaçadas

Informações do Disque-Denúncia sobre as ocupações promovidas durante a instalação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) dão conta de que
famílias das comunidades vêm sofrendo ameaças e humilhações diárias.

Segundo o órgão, os bandidos "infernizam a vida das comunidades 'ocupadas'". impõem toque de recolher para os moradores, comerciantes e estudantes e os obrigam a guardar suas armas, a fornecer alimentação e a realizar serviços de transporte de armas e munições - como foi visto recentemente durante a ocupação do Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, por exemplo.

Ao migrarem para outras comunidades, os bandidos roubam carros e motos para intensificar a "fiscalização" e se prevenir de possíveis invasões.

Foi o que aconteceu na Chatuba, em Nilópolis, Baixada Fluminense, para onde foram traficantes do Jacarezinho após a ocupação da polícia por conta do PAC.

Apesar da presença da polícia, drogas e armas continuaram chegando da comunidade.

Segundo o Disque-Denúncia, o Rio vem "exportando" bandidos. Após a instalação das UPPs, grupos de traficantes vêm se refugiando em outras favelas do Grande Rio, em cidades do interior e até fora do

O órgão ressalta que esse êxodo também acontece durante operações de varredura em áreas conflagradas, como a do dia 17 de outubro no Morro dos Macacos, após um helicóptero da PM ter sido derrubado.

Algo muito estranho liga Sérgio Cabral ao secretário de segurança pública

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Alguma coisa muito estranha une o governador Sérgio Cabral ao secretário de segurança, José Maria Beltrame.

Só isso explica a defesa apaixonada de Cabral em relação ao deboche de Beltrame, que teve a cara de pau de afirmar que o Rio é seguro.

Em vez de demitir – o que já devia ter feito há muito tempo – ele socorre o secretário dizendo que é o melhor da história do Rio. Não é. É o pior. Basta conferir os números da violência na reportagem abaixo feita pelo site G1.

Ele não tem o apoio da população. Cabral não sabe disso ou finge não saber porque não vai às ruas.

É, de fato, uma ligação para lá de estranha desses dois.

Leiam abaixo:

Cabral diz que Beltrame tem autonomia e apoio da população

O governador Sérgio Cabral defendeu, nesta sexta-feira, o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, criticado por suas declarações de que o "o Rio de Janeiro não é violento" e que "algumas áreas teriam índices de crimes europeus". Para Cabral, o secretário tem autonomia e apoio da população.

- O Beltrame tem estratégia, tem autonomia para administrar a Secretaria de Segurança, fato esse que nunca aconteceu na história do Rio e Janeiro. É evidente que os resultados não são de curto prazo, os resultados são de médio e longo prazo. Mas o secretário Beltrame, sem dúvida, tem o apoio da população do Rio no trabalho que vem realizando - disse Cabral.

A declaração de Beltrame foi feita nesta quinta-feira, em Brasília, durante audiência na Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados. A afirmação foi criticada por alguns estudiosos da área de segurança.

Segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), de janeiro de 2007 a setembro deste ano, 20.255 pessoas foram mortas: 16.310 casos homicídios dolosos (quando há intenção de matar), 3.272 vítimas de confrontos com a polícia (auto de resistência), 589 latrocínios (roubo seguido de morte) e 84 policiais atingidos em ação.

O cientista político Geraldo Tadeu Monteiro, presidente do Instituto Brasileiro de Pesquisa Social (IBPS), chegou a comparar alguns números de criminalidades dos institutos de referência para tentar encontrar os “índices europeus”.

“Não é verdade que o Rio não seja violento. Todos os índices mostram o contrário. E o número de homicídio aqui já é o triplo de São Paulo”, ressalta Tadeu.

Segundo ele, o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec), da Universidade Candido Mendes, fez a comparação em 2005 que revelou a disparidade na comparação das ocorrências de criminalidade da capital carioca com cidades européias.

De acordo com os dados, Paris apresentava 1, 6 homicídio doloso para cada grupo de 100.000 habitantes; Londres, 2,4; Amsterdã, 4,5; e Rio, 39,5, usando o mesmo parâmetro comparativo.

1.636 homicídios de janeiro a setembro

Para Geraldo Tadeu, as áreas com menores índices de violência estão localizadas nos bairros de Copacabana, Gávea, Jardim Botânico, Laranjeiras e Urca.


Ele lembra que, de acordo com o Instituto de Segurança Pública, o Rio acumulou 1.636 homicídios dolosos de janeiro a setembro de 2009. Ou seja, 125 casos a mais do que o ano passado.

O sociólogo Ignácio Cano, professor e membro do Laboratório de Análise da Violência da Uerj, também discordou do secretário Beltrame.

“Acho que ele está tendo uma visão hiperotimista. Nossos índices são muito elevados. A América Latina é a região mais violenta do mundo. O Brasil está em quarto lugar. O Rio e o estado estão entre os primeiros no país. A violência não é mesmo homogênena, mas a média é muito alta. O fato de a violência ser distribuída em núcleos não é um dado positivo”, contesta o pesquisador.

Globo usa Fórmula-1 para esconder a guerra que acontecia no Rio, sede da emissora

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É inacreditável, mas é verdade: a Globo ficou praticamente durante quatro horas transmitindo o que nada acontecia – o treino da F-1, interrompido por causa das chuvas – e não deu sequer um plantão para o inferno que acontecia na Zona Norte do Rio.

O carioca ligado na Globo ficou desinformado durante toda a tarde. Isso não é jornalismo. É submissão ao governo do estado atrás de verbas publicitárias.

Uma vergonha!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Até batalhão da Polícia Militar é atacado no Governo de Sérgio Cabral

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Nem a polícia está segura no Governo de Sérgio Cabral, que, como sempre, não está nem aí e viajou mais uma vez para Paris.

Se os bandidos tem a audácia de atacar um batalhão da PM (leia abaixo), a população está mesmo entregue à falta de segurança

Jornal O Dia
Traficantes disparam contra prédio do batalhão de Olaria

Rio - Traficantes da favela da Grota, no Complexo do Alemão, Penha, Zona Norte do Rio, fizeram disparos contra o prédio do 16º BPM (Olaria) nesta sexta-feira e fugiram para a comunidade. Os policiais então fizeram operação no morro e também na Vila Cruzeiro com o objetivo de prender os suspeitos. Houve intensa troca de tiros, mas não há informações de feridos. Os 260 alunos do CIEP Brandão Monteiro tiveram as aulas suspensas por motivo de segurança.