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Jornal do Brasil: “remoção (das favelas) divide Judiciário"

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O Rio de Janeiro está vivendo um momento triste – perda de vidas, gente sem saber onde morar, crianças sem escolas – devido às fortes chuvas que assolaram a cidade e de construções irregulares que não deveriam estar onde estavam.

Somos solidários às todas as vítimas, mas cabe a ressalva: não é hora de trocar remoções de moradores por votos. Que não se tenha essa tentação. Foi essa política da bica d’água que levou ao caos atual.

A hora é de calma, de muita reflexão e estudos sérios para não se trocar remoções por votos. Também é a hora da transparência

O Ministério Público do Rio está fazendo a advertência que não pode aceitar a remoção pela remoção:

"Temos que estudar cada local especificamente antes de realmente reassentar seus moradores. Sem laudos (técnicos), não deve haver remoção” afirma o procurador geral de Justiça do MP-RJ, Cláudio Soares Lopes.

Já o coordenador de Meio Ambiente do MP-RJ, o promotor Murilo Bustamante foi na mesma linha:

“Acho difícil que um juiz permita que se interdite um imóvel sem laudo técnico. Também sou a favor de que não se faça remoções totais em comunidades, pois, além de desnecessárias, acabariam sendo uma despesa maior que a urbanização da área afetada.

Todas essas posições estão em reportagem do Jornal do Brasil desta quarta-feira. Íntegra em:
http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/04/13/e130425406.asp

Interior do Rio, esquecido por Sérgio Cabral, também sofre com favelização

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Abandonados pelo governador (???) sem-noção, Sérgio Cabral, ao longo de todo o seu mandato, os municípios do interior do Rio também sofrem com o crescimento da favelização em suas encostas.

O município de Angra dos Reis, onde houve a tragédia no Réveillon desse ano, é um dos que mais sofre.

Vale lembrar que o governador Cabral, que possui uma mansão em Mangaratiba, a poucos quilômetros de Angra, sabe muito bem dos problemas locais, mas nada fez para resolvê-los.

Leiam abaixo reportagem do jornal O Globo:



Mais uma tragédia anunciada na Tijuca. Prefeitura sabe, mas não tem prazo para remoção

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Depois não dizem que faltou o aviso de mais uma tragédia anunciada: Bananal pode desabar, segundo a prefeitura, que não sabe quando fará a remoção.

Está no Estado de SP, o jornal paulista que melhor cobre as notícias sobre o Rio de Janeiro:

Leiam abaixo:


Sérgio Cabral, sem votos e desesperado, agora inaugura até maquetes virtuais

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Desesperado porque nada fez e por isso não tem o reconhecimento favorável da população, principalmente entre as camadas menos favorecidas, Sérgio Cabral acha que vai enganar o povo novamente inaugurando maquetes de obras.

Isso mesmo: maquetes. E nem real são: foram criadas virtualmente.

A denúncia é do ex-prefeito Cesar Maia:


FÁBRICA DE CROQUIS!

Com a rejeição a Cabral nas camadas mais pobres do Rio, onde perde em pesquisas para Garotinho, foi contratada uma Fábrica de Croquis, que semanalmente cria pelo menos dois protótipos de intervenções em favela, sem estudo prévio e sem viabilidade.


Distribui o croqui colorido para que seja divulgado e com isso tentar recuperar o desprestígio nas favelas. O pedido à Fábrica de Croquis é que façam desenhos em computação gráfica (mais fácil distribuição) no ritmo de 2 por semana. Aguarda-se os próximos.

Moradores denunciam ausência de orgãos públicos em favelas "pacificadas" por Cabral

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Promessas e mais promessas. Assim vem sendo o governo (???) Sérgio Cabral e sua ineficaz e truculenta política de segurança pública. Há nove meses a Secretaria de Segurança Pública instalou uma UPP nos morros Chapéu Mangueira e Babilônia, no Leme.

A promessa das autoridades era uma só: com a segurança reforçada e livre do tráfico armado, a comunidade receberia investimentos e todos os serviços de órgãos que alegavam que o local era considerado uma área de risco.

No entanto, segundo revela reportagem do Jornal do Brasil desta quinta-feira (11), os moradores da comunidade afirmam que o abandono do poder público permanece imperando no morro.

– O tempo passou, mas não mudou muita coisa – revela o vigia Ricardo Brito, 51, nascido e criado na Babilônia. – A coleta de lixo não passa todo dia, não existe manutenção nas lâmpadas e não temos posto de saúde. Somente a segurança melhorou, mas o estado não entrou, como foi prometido no dia da inauguração da UPP, como ocorreu no Santa Marta.

Os mais jovens também reclamam da falta de áreas de lazer. A única praça existente nas comunidades, localizada na Ladeira Ary Barroso, está abandonada e com os brinquedos enferrujados. Para os meninos, não existe sequer um campo de futebol construído pela prefeitura.

Moradores de favelas "ocupadas" estão sendo ameaçados e humilhados pelos bandidos

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Denúncias de moradores nas favelas "ocupadas" têm chegado ao Disque Denúncia". É o que relata um leitor do jornal Extra à coluna Extra, Extra, de Berenice Seara.

Leiam abaixo:

Disque-Denúncia: famílias de comunidades ocupadas vêm sendo ameaçadas

Informações do Disque-Denúncia sobre as ocupações promovidas durante a instalação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) dão conta de que
famílias das comunidades vêm sofrendo ameaças e humilhações diárias.

Segundo o órgão, os bandidos "infernizam a vida das comunidades 'ocupadas'". impõem toque de recolher para os moradores, comerciantes e estudantes e os obrigam a guardar suas armas, a fornecer alimentação e a realizar serviços de transporte de armas e munições - como foi visto recentemente durante a ocupação do Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, por exemplo.

Ao migrarem para outras comunidades, os bandidos roubam carros e motos para intensificar a "fiscalização" e se prevenir de possíveis invasões.

Foi o que aconteceu na Chatuba, em Nilópolis, Baixada Fluminense, para onde foram traficantes do Jacarezinho após a ocupação da polícia por conta do PAC.

Apesar da presença da polícia, drogas e armas continuaram chegando da comunidade.

Segundo o Disque-Denúncia, o Rio vem "exportando" bandidos. Após a instalação das UPPs, grupos de traficantes vêm se refugiando em outras favelas do Grande Rio, em cidades do interior e até fora do

O órgão ressalta que esse êxodo também acontece durante operações de varredura em áreas conflagradas, como a do dia 17 de outubro no Morro dos Macacos, após um helicóptero da PM ter sido derrubado.

Moradores de favelas revelam o medo que sentem da polícia de Cabral e Beltrame

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É o que revela o blog You Pode, citando reportagem do site UOL.

"Uma matéria da repórter Rosanne D’Agostino,do UOL, abre uma questão que a polícia do Rio sempre tentou manter fechada sobre a guerra do tráfico que vem apavorando a cidade.

Enquanto o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, e o governador Sérgio Cabral dizem que a polícia age com mais inteligência e menos violência, o sentimento nas comunidades carentes é diverso.

Os pobres das favelas veem muito mais truculência do que planejamento."

Leiam a reportagem e assistam ao vídeo da operação da semana passada na Vila Cruzeiro.

http://youpode.com.br/?p=25756#more-25756

Eduardo Paes, ventríloquo de Cabral, “gera dificuldades para vender facilidades”

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A Prefeitura do Rio “gera dificuldades para vender facilidades”. A acusação ao Prefeito Eduardo Paes, o ventríloquo de Cabral, foi feita por um dos advogados de um empresário alemão, que desistiu de levar um projeto de revitalização do Morro do Vidigal.


Para Rolf Glaser, “algumas pessoas (Paes e aliados) não gostam da favela, mas também não querem fazer nada para mudar a comunidade", avaliou o empresário, que viaja hoje para a Alemanha.

Para o advogado Maurício Duarte falta vontade política ao prefeito Eduardo Paes:

“Para a elite que estragou a Barra da Tijuca com atrocidades arquitetônicas e agora vai estragar a zona portuária, Rolf Glaser não é interessante. O projeto dele não vai gerar impostos e nem pertence à corriola do prefeito”.

Empresário desiste de projeto no Vidigal
O alemão Rolf Glaser gastou R$ 1,1 milhão para transformar morro em ponto turístico; burocracia teria impedido continuidade do empreendimento


O sonho de transformar o Morro do Vidigal, em São Conrado, zona sul do Rio, em polo turístico acabou. O empresário alemão Rolf Glaser, de 62 anos, que investiu R$ 1,1 milhão na compra de 37 propriedades na favela começou a vender tudo por 30% do valor de compra. "Perdi muito dinheiro. A prefeitura fez uma série de exigências e inviabilizou o negócio. Acho que algumas pessoas não gostam da favela, mas também não querem fazer nada para mudar a comunidade", avaliou Rolf, que viaja hoje para a Alemanha.

Em novembro de 2008, o alemão começou a comprar casas e terrenos no Morro do Vidigal, cuja favela tem vista panorâmica para o mar de São Conrado e para as Praias do Leblon e de Ipanema. Ele também mudou para uma mansão no pé do morro avaliada em R$ 350 mil. A meta era construir casas que abrigassem turistas e um caminho de lojas, de lavanderia a uma casa de sucos. O empreendimento empregaria moradores do Vidigal - que, depois de algum tempo, seriam responsáveis por gerir o negócio. O empresário já participou de iniciativa semelhante na África.

O projeto do alemão, que doou 1.600 caixas de coleta de lixo para a comunidade, mobilizou o morro e atraiu o interesse da mídia estrangeira, era inspirado no balneário de Positano, na Itália, região pobre de topografia semelhante, que foi recuperada por investimentos privados. No entanto, poucos apareceram para ajudar a tocar a ideia. "Faltam pessoas para me ajudar também. Senti na pele o preconceito dos cariocas de subir o morro e também desfiz uma visão antes ingênua sobre os moradores da favela", disse o empresário.

ESCRITURAS
O principal obstáculo ao empreendimento foi o embargo das obras pela prefeitura do Rio, em abril. Nenhuma das casas do empreendimento está situada em área de risco ou de proteção ambiental, mas o município ordenou que o projeto fosse paralisado. "A prefeitura exigiu escrituras definitivas e os terrenos são posses. É a inoperância desses paquidermes gigantescos que são os órgãos públicos. A prefeitura veta porque quer voto. Eles barram qualquer pessoa que atraia a simpatia da população", afirmou o arquiteto responsável pelo projeto, Hélio Pellegrino, do HGP Arquitetos Associados.

O arquiteto Maurício Duarte, do HGP, realizou pesquisas com os moradores e fez as plantas de oito projetos para o Vidigal. Ele afirma que, após o embargo da prefeitura, as obras estão definhando e algumas casas foram invadidas pelo tráfico. "Foi uma cama de gato. A prefeitura embargou algumas obras sob a alegação de que pertenciam à Cedae (Companhia de Águas e Esgotos do Rio) e proibiu outras sem explicação. Nunca foi definido um critério sobre um caminho que poderíamos seguir para a liberação", disse Duarte.

O arquiteto afirmou que falta vontade política ao prefeito Eduardo Paes (PMDB). "Para a elite que estragou a Barra da Tijuca com atrocidades arquitetônicas e agora vai estragar a zona portuária, Rolf Glaser não é interessante. O projeto dele não vai gerar impostos e nem pertence à corriola do prefeito", afirmou Duarte. Segundo ele, a prefeitura "gera dificuldades para vender facilidades".Procurado, o prefeito Eduardo Paes informou que não comentaria as críticas. A Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU) informou que a liberação das obras depende de informações técnicas do projeto que não foram repassadas à prefeitura e fazem parte do conjunto de exigências para qualquer empreendimento no Rio.

A SMU informou ainda que recebeu o responsável pelo projeto, forneceu todas as orientações e aguarda as informações solicitadas.

Sérgio Cabral e Eduardo Paes querem tapar os ouvidos dos moradores com a peneira

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A maquiagem que Eduardo Paes e Sérgio Cabral querem fazer no Rio é sinônimo de segregação para os moradores de favelas.

Depois dos muros na favelas, a dupla quer erguer muros nas linhas Amarela e Vermelha, sob o pretexto de poupar os moradores das comunidades do barulho dos carros.

É de uma cara de pau impressionante. O que eles querem é esconder dos turistas – que desembarcam no Galeão – e dos moradores o impressionante crescimento das favelas da redondeza.


Muro de Cabral já pode ser visto do asfalto e envergonha o Rio de Janeiro

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E o muro da discórdia de Sérgio Cabral nas favelas da Zona Sul está quase pronto e envergonha a população do Rio.

Segundo reportagem de O Globo, o muro tem três metros de altura e 650metros de expansão na Favela Dona Marta, em Botafogo. Já na Rocinha, foram construídos até o momento 500 metros de um total de três quilômetros.

Uma vergonha!