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Cabral deixa a Zona Norte do Rio entregue à própria sorte e sem policiamento

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César Maia mostra hoje em seu blog que a Zona Norte da cidade, onde morreu mais uma criança por bala perdida, está completamente entregue à própria sorte e sem policiamento.

Quando os policiais aparecem já chegam atirando, sem qualquer planejamento.

BALA PERDIDA MATOU MENOR EM ÁREA SEM POLICIAMENTO!

1. Que diferença entre a ocupação pelas UPPs na Zona Sul do Rio, sem trocar um tiro, e a ocupação do Morro da Pedreira em Barros Filho, na Zona Norte, na sexta-feira, com uma operação bélica, tipo tropa de assalto. Este Ex-Blog já havia feito uma nota sobre a região que a secretaria de segurança chama de AISP 9 (área integrada de segurança 9) (bairros de abrangência: Colégio, Irajá, Vicente de Carvalho, Vila Cosmos, Vila da Penha, Vista Alegre, Campinho, Cascadura, Praça Seca, Quintino, Cavalcanti, Engenheiro Leal, Madureira, Turiaçu, Vaz Lobo, Bento Ribeiro, Marechal Hermes, Oswaldo Cruz, Acari, Barros Filho, Costa Barros, Parque Columbia, Pavuna, Coelho Neto, Honório Gurgel e Rocha Miranda), mostrando o vazio policial.

2. Consultando o site do ISP (Instituto de Segurança da Secretaria Estadual de Segurança), vê-se que a AISP 9 tem 854 mil moradores e apenas um (1) Batalhão da Polícia Militar (lotação de 400 homens). Na AISP 9, em 2009, ocorreram 515 homicídios, mais que no último ano do governo anterior, quando ocorreram 480 homicídios.

3. Em toda a Zona Sul do Rio são 597 mil moradores, segundo o site do ISP. Em 2009 ocorreram 56 homicídios em toda a região, menos que em 2006, quando ocorreram 77 homicídios. Em 2009, praticamente 10% dos homicídios da AISP 9. Na Zona Sul foram implantadas algumas UPPs nas menores favelas.

4. Já são 4 UPPs, o que é muito bom para a região. Essas 4 UPPs alcançam 20 mil moradores. Cada UPP tem um efetivo de pelo menos 150 policiais militares, num total de 600 (um pouco mais, pois no morro do Pavãozinho são mais). Ou seja, 50% mais que em toda AISP 9. Sem falar em suas favelas que não tem um só policial, quanto mais uma UPP.

5. Exonerar comandante, falar da presença ostensiva de traficantes, etc., é repetir a mesma ladainha de tantos anos. O que a AISP 9 precisa mesmo é de pelo menos mais 2 batalhões da Polícia Militar, passando de 400 para 1.200 homens. Afinal, a Zona Sul para uma população com menos 257 mil moradores tem três (3) batalhões da Polícia Militar.

PM para cidadão sobre violência: "Isso aqui está pior do que o senhor pensa"

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Cena carioca, relatada na Coluna Gente Boa:

Gangue do skate

Amigo da coluna foi ao PM mais próximo, domingo, na Vieira Souto, reclamar que havia visto um skatista, na pista de lazer, atropelar uma senhora em cadeira de rodas.

“Doutor, disse o PM, “isso tá pior do que o senhor pensa. Já estão assaltando de skate”.

Para quem não é do Rio, cabe a explicação: a Vieira Souto fica na Praia de Ipanema e é um dos locais mais CAROS do MUNDO!

Cariocas reclamam da ação de bandidos, que Cabral garante não existir

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Os cariocas são “ingratos”. Eles não conseguem se convencer de que a Cidade Maravilhosa está “pacificada” como garantem o (des) governador Sérgio Cabral e o seu secretário de (in) segurança.

E não satisfeitos com a ingratidão, ainda mandam cartas aos jornais reclamando das ações de bandidos que Cabral afirma serem imaginários. Esses bandidos, na visão de Cabral, são lendas, como as do Boitatá e Saci Pererê.

É mesmo muita “ingratidão” ver o que não “existe”.


No Rio "pacificado" de Cabral, bandidos levam o terror a três bairros da Zona Norte

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No “Rio pacificado” de Sérgio Cabral, bandidos levam o terror a três bairros da Zona Norte. A reportagem é do jornal Extra:

Tiroteio e arrastão na Zona Norte

Bandidos roubam pedestres e motoristas em três bairros e trocam tiros com policial

RIO - Armados com fuzis e pistolas, cinco bandidos praticaram, na tarde deste domingo, uma série de assaltos e se envolveram em um tiroteio na esquina das ruas Uruguai e Maxwell, no Andaraí. A polícia suspeita que um dos ladrões tenha sido baleado. Mesmo assim, todos conseguiram fugir.

Utilizando um Fiat Linea que, segundo a polícia, foi furtado na última quarta-feira, os ladrões iniciaram os roubos na Rua Grajaú, no bairro de mesmo nome, por volta das 13h. As primeiras vítimas foram as aposentadas Vanda Souza, de 73 anos, e Miriam Pinho, de 58.

- Estávamos andando quando um dos bandidos desceu do carro com uma pistola. Ele levou nossos celulares e documentos, além de dinheiro - contou Miriam.

Na mesma rua, na esquina com a Rua Mearim, o militar Paulo Peixoto, de 47 anos, também foi assaltado pelo bando. Em seguida, os ladrões seguiram para o Andaraí. Na esquina das ruas Maxwell e Uruguai, os criminosos roubaram ocupantes de vários carros.


Eles obrigaram um policial civil e uma mulher que estavam numa Chery Tiggo a descer do veículo e roubaram documentos, joias e celulares. O bando ainda roubou uma jornalista e um taxista.

Leonardo Castro, inspetor da Delegacia de Homicídios, chegou ao local no momento em que acontecia o arrastão e abriu fogo contra os bandidos.

- Percebi o assalto e dei três tiros. Acho que atingi um dos criminosos. Os bandidos também atiraram, correram para o Linea e conseguiram escapar - disse Castro.

Na delegacia, o policial civil que foi assaltado reconheceu, por meio de fotos, Bruno Alexandre Barbosa de Oliveira como um dos integrantes do bando. Bruno tem contra si um mandado de prisão que foi decretado por conta de um outro roubo a mão armada.


Segundo investigadores, testemunhas ainda o reconheceram como participante do assalto que terminou com a morte de Lúcia Maria de Carvalho Ramos, de 60 anos, na Rua Sá Viana, no Grajaú, no último dia 12.

http://extra.globo.com/rio/materias/2010/04/25/tiroteio-arrastao-na-zona-norte-916426796.asp

Participantes do Fórum Urbano Mundial têm medo de sair dos hotéis à noite por causa da violência no Rio de Sérgio Cabral

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O governador (???) Sérgio Cabral adora dizer que o Rio de Janeiro vive “tempos de paz” e que está pacificado. Será mesmo? Não é essa a ideia que tem os participantes do Fórum Urbano Mundial das Nações Unidas. Seguindo os conselhos até do presidente Lula, muitos nem saem dos hotéis de tanto medo.

Leiam abaixo a reportagem do Jornal do Brasil

Participantes do Fórum Urbano destacam medo da violência no Rio

O Rio de Janeiro recebe desde a última segunda-feira milhares de pessoas de vários países para o Fórum Urbano Mundial das Nações Unidas. Muitas delas vêm ao Rio pela primeira vez e mostram percepções diversas sobre a cidade, que sediará jogos da Copa do Mundo de Futebol em 2014 e as Olimpíadas de 2016.

A reportagem da Agência Brasil conversou com alguns desses visitantes e, apesar das opiniões diversas, percebeu um tema comum abordado por todos: a violência.

A jornalista queniana Beatrice Marshall, que está participando da cobertura do fórum, disse que foi informada para ter cuidado com a segurança, antes mesmo de sair do Quênia, no leste da África. Segundo ela, o governo de seu país aconselha turistas a terem cuidado no Brasil.

- Não me aventurei a sair de noite, de forma alguma. Estou confinada ao meu hotel. Então, é provavelmente algo que o governo brasileiro tem que ter mais cuidado - disse a queniana, que gostou da arquitetura e do aparente aspecto de ordem da cidade, mas disse que as ruas do Rio são mais sujas do que ela imaginava.

Outro visitante que disse evitar circular pela cidade, com medo da violência, é o paquistanês Mohawad Fawad, morador de Islamabad. - Antes de vir, eu ouvi coisas sobre a violência no Rio e fiquei com um pouco de medo. Por isso, não saio muito por aí. Não me afasto muito do hotel. Fico apenas na rua principal e não vou para outras ruas. Tento não sair à noite e tampouco usar algo muito caro, para não atrair assaltantes - disse.

O paquistanês também se surpreendeu com o calor da cidade que, segundo ele, não deixa nada a dever ao clima de seu país. Ao contrário da jornalista queniana, Fawad destacou a limpeza da cidade como um dos atributos principais do Rio.

O visitante do Reino do Lesoto, um montanhoso país encravado na África do Sul, Lekhotla Francis Tseane, disse que o Rio tem fama de cidade violenta e que, inclusive, já teve notícias de um participante do fórum que foi assaltado.

- Ele [o participante do Fórum] disse que saiu do hotel e foi caminhar, quando encontrou ladrões que roubaram seu relógio, seu dinheiro e outras coisas. Mas eu só fiquei sabendo desse incidente específico. Aqui próximo ao Fórum parece ser mais seguro. Tem segurança em volta - disse.

Já Edward Seah, de Cingapura, cidade-Estado do Sudeste Asiático, disse que apesar de ter escutado “coisas não muito boas sobre o Brasil”, como o tráfego intenso e o crime, ele se sente seguro na cidade.

- Achei o Rio seguro. O Brasil vai sediar a Copa do Mundo e as Olimpíadas e o governo tem feito um trabalho muito bom para torná-lo seguro e acessível para estrangeiros como eu - disse o visitante, que se surpreendeu com a limpeza, a beleza da cidade e com a simpatia dos cariocas.

No Rio, de Sérgio Cabral, arrastão tem hora para acontecer no Méier

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Infelizmente, a realidade dos moradores da Zona Norte do Rio é de insegurança e violência, ao contrário do que gosta de dizer o governador (???) Cabral, que acha que o Rio está "pacificado".

Nos bairros do Méier e do Lins, arrastões têm hora para acontecer, assim como a ação de homens-aranhas em prédios da região.

Leiam abaixo a nota publicada nesta terça-feira (9), no Informe do Dia.


No Rio "pacificado" de Cabral, professora é atingida por bala perdida em frente à escola

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Para o governador (???) Sérgio Cabral, o Rio de Janeiro vive “tempos de paz” e está pacificado. Porém, a realidade é outra e, infelizmente, muito cruel para a população, que ao contrário do governador, é obrigado a conviver com a violência e a insegurança por todos os cantos do Rio.

Na tarde desta quinta-feira (4), um tiroteio ocorrido em Senador Camará, na Zona Oeste, obrigou a SuperVia a interromper o funcionamento do ramal de Santa Cruz.

Na mesma região, e por volta deste horário, uma professora da rede municipal de ensino foi atingida por uma bala perdida, próximo à estação ferroviária, na Zona Oeste do Rio. A mulher, identificada como Edjane Barros Rodrigues, de 50 anos, tinha acabado de sair da Escola Municipal Sampaio Correio, onde dá aula para turmas do ensino fundamental.

De acordo com o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), Edjane foi atingida em frente à escola. Segundo amigos da professora, ela foi atingida no peito e está internada no Hospital Albert Schweitzer, em Realengo.

Marcelo Itagiba afirma que Cabral discrimina o interior: ele é prefeito do Rio

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O Deputado Federal Marcelo Itagiba mostra com números e fatos o que o atual governador Sérgio Cabral não fez pelo estado. Mostra também que, além de não fazer nada, Cabral ainda abandonou projetos vitoriosos de administrações passada.

"Ele governa apenas para a capital, como se fosse prefeito do Rio e como se o interior do estado, com os seus 91 municípios, inexistisse."

Leiam abaixo o artigo de Itagiba postado no You Pode

2009, mais um ano do governo que não começou
Parece inacreditável, mas é a mais pura verdade. O atual Governo do Estado do Rio de Janeiro está finalizando o terceiro e penúltimo ano de sua gestão, iniciada em 2007, sem ter executado políticas públicas que inovassem a administração do estado e sem ter dado sequer continuidade às ações implantadas com sucesso pelas gestões anteriores.

Hoje, o Estado do Rio de Janeiro está desprovido, no âmbito do governo, de ideias inovadoras que transformem a dura realidade enfrentada pelos cidadãos fluminenses, carece de medidas eficazes que melhorem as condições de vida da população e age irresponsavelmente ao renegar e revogar tudo o que fora feito com êxito pelas administrações antecessoras.

Ao dar as costas ao que foi bem realizado – “eu não tenho retrovisor”, afirmou o governador, em seus primeiros dias no cargo –, ele dá uma demonstração inconteste do seu desrespeito ao sentimento público. As pessoas esperam apenas o melhor para o Rio de Janeiro, independentemente de quem estiver à frente do governo.

Mas o governador, além de ignorar os interesses da população, revela também uma inadmissível falta de zelo com o dinheiro público que foi investido em projetos e programas executados pelos governos que antecederam, fazendo questão de pôr por terra tudo o que não foi iniciado na sua gestão.

Ele tenta reinventar roda, mesmo que isso, irresponsavelmente, implique desperdício das verbas públicas que foram destinadas a projetos de melhoria nas áreas de educação, saúde, habitação e, principalmente, de segurança pública.

Ele não enxerga (o que, aliás, é esperável de quem dispensa o retrovisor e, por isso, dirige a administração pública de forma desgovernada) que a população deseja somente que o governo, seja ele qual for, tenha a responsabilidade de preservar o que foi construído com o dinheiro do povo (tesouro estadual) e se sinta no dever de manter e aprimorar o que estava pronto.

São muitos os fatores que levam o atual governo a agir de forma distante dos anseios dos cidadãos. Destaca-se, porém, o fato de não termos um governador que trabalhe para todo o estado. Ele governa apenas para a capital, como se fosse prefeito do Rio e como se o interior do estado, com os seus 91 municípios, inexistisse.

Prova disso foi a sua escamoteada postura de alinhamento com os projetos voltados para a extração de petróleo da camada de pré-sal, que, em relação à partilha dos dividendos que dela advirão, nos termos em que estão encaminhados no Congresso Nacional, causará graves prejuízos aos municípios produtores do Rio e, consequentemente, aos moradores dessas cidades.

Aliás, o governo não trai somente o interior do estado e os seus contribuintes. Mesmo tendo assumido, durante a campanha eleitoral, o compromisso de que só gastaria verbas de publicidade com propagandas de utilidade pública, o governador faz o contrário.

Em 2009, ele gastou R$ 67 milhões em peças de comunicação produzidas sob a classificação “prestação de contas”, numa tentativa desesperada de tentar reverter o quadro de desaprovação ao seu governo verificado pelos institutos de pesquisas. Apesar de ter previsto gastos de R$ 20 milhões em publicidade para 2007 e 2008, gastou mais de R$ 80 milhões.

Dos fracassos registrados pelo atual governo, o mais gritante, sem dúvida alguma, ocorre na segurança pública – 33,56% menos apreensões de armas, 13,87% menos de drogas e 20,2% menos prisões, em comparação com o governo anterior – e decorre da ausência de uma política séria e planejada para esta área.

Ou seja, além de não traçar uma política de segurança pública, interrompeu o que vinha sendo feito com excelentes resultados – recordes de prisões (64 mil) e de apreensões de armas (45 mil) –, jogando a população no desespero de enfrentar o aumento dos índices de criminalidade que mais lhe afetam diretamente, o de roubos a ônibus (53,91%) e a transeuntes (183,1%).

Nenhuma das maiores mudanças estruturais já feitas na área de segurança pública do Estado do Rio de Janeiro ocorreu neste governo. Foi o governo anterior que construiu o Centro de Comando e Controle, na sede da Secretaria de Segurança Pública, no prédio da Central do Brasil, que monitora as imagens geradas pelas 220 câmeras instaladas nas jurisdições dos 22 batalhões da Região Metropolitana.

O governo atual, que agora, no terceiro ano de sua gestão, tenta fechar convênios com órgãos privados e municipais, para transferir para o Centro de Comando e Controle as imagens produzidas pelos sistemas de monitoramento pertencentes àqueles, não comprou uma câmera sequer.

As 220 câmeras que garantiram a segurança nos Jogos Panamericamos de 2007 foram adquiridas pela administração anterior. Aliás, as centenas de câmeras emprestadas pelo governo federal para ampliar o raio de ação durante os Jogos, foram retiradas das ruas, após o final das competições, e jogadas num depósito no prédio da Central do Brasil, onde estão se deteriorando.

As 100 delegacias legais – prédios novos, modernos, sem presos, com sistemas de registro de ocorrências e de investigação totalmente informatizados, interligando todas as unidades e criando um banco de dados acessível a todos os policiais nela lotados – foram criadas de 1999 a 2006.

As 11 casas de custódias que retiraram mais de 7 mil presos das delegacias não foram inauguradas pelo governador de hoje. Aliás, ele não construiu nenhuma.

O verdadeiro aumento do contingente da PM em mais 10 mil homens – eram 28 mil em 1999, chegando a 38 mil em 2006 – não ocorreu no atual governo, que não diz a verdade quando afirma que formará três mil PMs por ano, para poder ter uma tropa em quantitativo suficiente para ocupar as comunidades.

O Centro de Formação da PM, em Sulacap não tem a capacidade de formar mais de mil por ano, número que praticamente só repõe a perda anual, de cerca de 900 policiais que desfalcam a tropa, por morte, reforma, expulsão ou dispensa voluntária.

Na verdade, a única mudança estrutural promovida pelo governador no âmbito da segurança pública foi a introdução da figura do empresário Arthur César de Menezes Soares Filho na área prestação de serviços terceirizados ao Estado. Ele concentra a maioria quase absoluta dos contratos, inclusive os de locação de viaturas para as polícias.

É uma situação desalentadora para uma população que sofre com o aumento dos crimes nas ruas, com o desperdício das verbas públicas e com o desapreço do governador pelas mazelas da população.

Moradores e empresários fazem campanha contra extinção do 13º BPM

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Deu no jornal Extra que Cabral e seu filhote, Eduardo Paes, querem deixar o Centro da cidade do Rio ainda menos policiado.

A denúncia é de moradores e empresários da região. Leiam abaixo:

Comerciantes do Centro lançam campanha contra extinção do 13º BPM

Empresários e comerciantes do Centro do Rio já preparam uma campanha contra a possível extinção do 13º BPM (Praça Tiradentes) - onde seria instalado o Instituto de Segurança Pública. É a terceira vez (e a segunda só na gestão Cabral) que o governo tenta deixar o coração financeiro do Rio sob a responsabilidade apenas do 5º BPM (Praça da Harmonia), na Gamboa.

Desta vez, os empresários preparam faixas e cartazes com o slogan "Daqui não sai!", além de uma passeata contra o processo de extinção.

A Sociedade Amigos da Rua da Carioca e Adjacências (Sarca), o Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro (Sindilojas-Rio), os lojistas da Saara, entre outras entidades, estão confeccionando as faixas e preparando um abaixo-assinado, além de já terem solicitado uma audiência com o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame.

As entidades lembram que a extinção do batalhão atrapalha, inclusive, o processo de revitalização do Centro, que faz parte dos planos da prefeitura e do governo do estado.

Cabral ignora que haverá eleição no ano que vem para governador

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É comum nos corredores do Palácio Guanabara os funcionários se referirem a Sérgio Cabral, quando ele passa por lá, o que é raro, que o "Tásea" chegou.

"Tásea" nada mais é que a corruptela de "Tá Se Achando". Faz todo sentido: afinal, Cabral anunciou pelos jornais que irá instalar, até 2016, UPPs em pelo menos 46 comunidades.

Faltou o "Tásea" combinar com a sociedade porque, até prova em contrário, haverá eleição no ano que vem. Ou o "Tásea" já acha que o jogo está ganho?

Números comprovam que havia mais segurança no governo de Rosinha Garotinho

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Não somos nós que estamos afirmando, são os números oficiais do Instituto de Segurança Pública, relatados por César Maia em seu ex-blog.

O governo anterior, faltou dizer, foi o de Rosinha Garotinho, quando ainda havia política de segurança e não de enfrentamento.

ITAGIBA X BELTRAME! ROUBOS A TRANSEUNTES CRESCEM 183%; APREENSÕES DE ARMAS CAEM 34%!

(ISP - ESP, 25) Comparação entre governo atual do Estado do Rio e governo anterior. Média mensal de ocorrências.

Pela ordem: governo anterior x atual.

Prisões: 1.834,56 x 1.463,75
Apreensões de armas: 1256,18 x 834,56
Apreensões de drogas: 994 x 855,93
Autos de resistência (mortes em confrontos): 90,5 x 99,6
Roubo a Transeuntes: 1.957,75 x 5.542
Roubo em Ônibus: 467,7 x 709,09

http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1354550-5606,00-COMERCIANTES+SOFREM+ARRASTAO+NA+TIJUCA.html

Todos são culpados, menos Beltrame. Quem afirma é Beltrame

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O ex-prefeito Cesar Maia mostra em seu ex-blog que o atual secretário de segurança (?) literalmente está atirando para todos os lados para se defender.

Ele pelo menos está mostrando a cara nos graves problemas que Rio enfrenta há uma semana. E Cabral, onde está? Ninguem viu.

Leiam abaixo

TRÊS ANOS DEPOIS! BELTRAME PERDE O CONTROLE, SE DESESPERA E ATACA TODO MUNDO, DE CABRAL A LULA. NÃO SOBRA NADA! SÓ ELE?

1. Quando afirmou que o "helicóptero" era o nosso 11 de setembro, fez uma analogia. Mas em função disso, os EUA invadiram o Afeganistão e a situação, hoje, oito anos depois, é muito pior que era em 2001, no 11 de setembro. E os EUA mudaram recentemente a estratégia e terão que enviar mais 40 mil militares para lá.

2. Diz que polícia ganha mal e dá uma canelada no Cabral. Diz que vai manter o bico do policial (ao arrepio da lei). Diz que o governo federal não ajuda e dá uma canelada no Lula. Ataca Polícia Federal e Exército. E pede uma legislação de emergência (Estado de Emergência na Constituição).

3. DECLARAÇÕES DE BELTRAME (21º encontro do OsteRio) após o 11 de setembro, ou abate do helicóptero:

a) "Só no Rio existe fuzil e rifle. Só no Rio existe metralhadora antiaérea. Então o país todo precisa saber que, para enfrentar fuzis 762, 556, e .30, precisa haver um nivelamento das forças de combate. Precisa haver uma paridade. Precisamos redimensionar o armamento e os recursos das forças da ordem. Precisa entrar grana. Mas, de que adianta me darem R$ 10 milhões ou R$ 100 milhões se não posso gerenciar essa verba? É para gerenciar as prateleiras com armas não letais? Só posso equipar meus policiais com spray de pimenta?"

b) "Eu quis comprar carros blindados de Israel e da África do Sul. Fiz o pedido. Ah, não pode, porque esses veículos têm características de guerra. E isso que vivemos no Rio é o quê? O governo federal precisa assumir sua responsabilidade, seu compromisso. Não adianta nada, um dia depois de bandidos derrubarem um helicóptero e matarem três PMs, nos telefonarem de Brasília oferecendo mais um helicóptero blindado. Nós recusamos. O que vai resolver mais um helicóptero blindado?"

c) "O combate ao narcotráfico é competência do governo federal. Em nenhum lugar do mundo polícia estadual é encarregada de combater narcotraficantes. Ainda mais traficantes com fuzis importados que entram por nossas fronteiras e nossos portos. O que a população não entende é que o governo federal não tem de ‘ajudar o Rio’ a combater o narcotráfico armado. É o estado do Rio que está ajudando o governo federal em algo que é compromisso de Brasília”.

d) "Os senhores acham que é fácil deixar um policial de noite no Complexo do Alemão ganhando 970 reais por mês e proibir que ele faça bico? Quando, ao fazer segurança para a elite, ele ganha um terço disso numa noite? Não serei eu que tirarei o bico do PM."

e) "Na Colômbia, expulsaram 15 mil policiais da corporação acusados de corrupção quando decidiram fazer a limpeza nas forças de segurança. Eu perguntei como eles conseguiram fazer isso em tão pouco tempo. ‘Lei de exceção’, me respondeu e. A Secretaria de Segurança tinha o poder discricionário. Suspeitava, acusava, julgava..., e rua."

f) "O governo federal é sócio deste problema. O Rio de Janeiro ficou febril por causa da queda desse helicóptero, mas esse é um episódio de todo um processo, iniciado há décadas e que começou a piorar nos anos 80. Não me venham com a oferta de mais um helicóptero blindado. Porque não existe meia solução. Não estou dizendo que o Exército tenha de cuidar da segurança pública. O Exército precisa cuidar das fronteiras. O que adianta trazer tropas para o Rio? Se nós todos não nos unirmos e nos mexermos, se não tivermos o apoio do Legislativo e do Ministério Público para que o país enxergue o Rio como é, realmente, esse pessoal virá aqui na janela com o fuzil na nossa cara. Sugiro que a gente faça da queda deste helicóptero nosso 11 de setembro da segurança pública no Rio. Antes e depois."

Barbárie no Governo Cabral não tem limite. Morto é encontrado em carrinho de supermercado

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Nem no Afeganistão e nem no Iraque se viu tanta barbárie como esta desta foto, feita nesta terça-feira por Wilton Júnior, do Estado de SP.

O corpo de um homem foi encontrado por policiais militares na tarde desta terça-feira, 20, dentro de um carrinho de supermercado nas esquinas das ruas Senador Nabuco e Luis Barbosa, que dá acesso ao morro dos Macacos, na Zona Norte do Rio.

Segundo a PM, o corpo, ainda não identificado, tem marcas de tiros e foi localizado após uma denúncia anônima.

Para o jornal o Estado de SP, a foto representa o “encerramento do período de euforia do governador Sérgio Cabral (PMDB) e de seus aliados pela escolha da cidade como sede da Olimpíada de 2016. A morte de 17 pessoas, entre as quais três policiais, evidenciou a fragilidade da política de combate à violência e retraiu as avaliações de que Cabral havia obtido pontos importantes na tentativa de ser reeleito em 2010".

"Também deixou clara a dificuldade de se apresentar projeto consistente para a segurança pública, apontada em pesquisa recente como o ponto mais deficiente do governo Cabral”


E o governador Sérgio Cabral, segundo sua agenda, tirou o dia para descansar!!!

Polícia de Cabral não vê comboio com 150 bandidos. Só faltou eles desfilarem pela Praça da Apoteose

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É simplesmente inacreditável que ninguém tenha visto o que O Globo relata abaixo. O bando de cerca de 150 traficantes usou dois caminhões-baú, nove carros e dezenas de motocicletas e não foram parados sequer pela blitz-showmício de Cabral e Eduardo Paes no combate a motoristas alcoolizados.

É muita incompetência

Invasão ao Morro dos Macacos teve reforço de dois caminhões-baú e dezenas de motocicletas

RIO - Na invasão do Morro dos Macacos, pelo menos dois caminhões-baú, nove carros e dezenas de motocicletas foram usados pelos criminosos. A informação contraria a fala do secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, que no domingo disse que a invasão ao Morro dos Macacos teria ocorrido aos poucos e de maneira dissimulada.

O bando, cerca de 150 traficantes, se reuniu na Favela do Faz Quem Quer, de onde saiu no início da noite de sexta-feira em direção a Vila Isabel, usando dois trajetos de cerca de 17 quilômetros. Um grupo de traficantes seguiu pela Avenida Pastor Martin Luther King Jr., enquanto um outro passou pela Avenida Dom Helder Câmara. A invasão começou por volta das 21h, confirmando informações de moradores que, nesse horário, teriam ouvido os primeiros tiros do confronto que deixou pelo menos 15 mortos.

http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/10/19/invasao-ao-morro-dos-macacos-teve-reforco-de-dois-caminhoes-bau-dezenas-de-motocicletas-768132455.asp#

Cabral é pego em mais uma mentira. Dessa vez pelo Governo Federal

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Não durou nem 24 horas e a verdade apareceu: não partiu, como esse blog desconfiava e publicou mais cedo, dos presídios federais as ordens para ocupar o Morro dos Macacos.

Como esse blog já sabia e informava, era uma deslavada mentira de Cabral e seus comandados, tentando tirar do colo e botar no colo do Governo Federal a violência do último sábado.

Cabral já apareceu hoje para dizer que não partiu dos presídios a tal ordem. Fez isso porque sabia que seria, como de fato foi, desmentido pelo Governo Federal.

Ele nem pode reclamar do secretário Beltrame pela mentira. Ele sabia da mentira e concordou com ela.

Mas, como sempre, faz cara de paisagem e finge que não é com ele.

Leiam abaixo

Ministério da Justiça nega que a ordem para a invasão do Morro dos Macacos teria partido do presídio de Catanduvas

RIO - O Ministério da Justiça negou nesta segunda-feira que a ordem para a invasão do Morro dos Macacos teria partido de traficantes presos na penitenciária de segurança máxima de Catanduvas, no Paraná. Em nota, o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), do Ministério da Justiça, repudia a informação atribuída à Polícia Civil do Rio de Janeiro. O Depen ressalta que, no presídio, não há como um preso se comunicar com o ambiente exterior".

http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/10/19/ministerio-da-justica-nega-que-ordem-para-invasao-do-morro-dos-macacos-teria-partido-do-presidio-de-catanduvas-768117218.asp

Blog torce pelas Olimpíadas e pela volta da tranquilidade à população

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Socialite fugindo de bandido como se fosse um trailer de filme policial, delegado afirmando que sabe quem são os bandidos que estão aterrorizando nos túneis e ruas da cidade, mas não os prende, populares cada vez mais assustados com invasões de prédios e assaltos nas ruas.

Esse é o quadro que o Rio vem vivendo na véspera da candidatura da cidade aos Jogos Olímpicos. É uma pena.

O blog torce pelo Rio e torce ainda mais que uma vitória devolva à cidade a tranqüilidade que a polícia, sob comando de Sérgio Cabral, não sabe mais controlar.

Leiam as histórias abaixo.









Jornais do Rio finalmente mostram a triste realidade da falta de segurança no Estado do Rio

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Finalmente, a triste realidade do Rio de Janeiro começa a aparecer nos jornais da capital, que não têm mais como blindar Sérgio Cabral, como todos faziam sabe-se lá por que.

Abaixo, algumas das principais manchetes dos jornais mostram a que ponto chegou a falta de comando, de inteligência, de vontade política, de estrutura dos órgãos de segurança com Sérgio Cabral e José Mariano Beltrame à frente.

Um desastre!

O Estado de São Paulo

O Dia

Extra

Jornal do Brasil

O Dia

Folha de S. Paulo

O Globo

Povo do Rio

Jornal Expresso

Deu no ex-blog de Cesar Maia:

CENAS DO COTIDIANO DE UM ESTADO SEM GOVERNO!

1. (RJTV-1, 29/09) Quadrilha invade prédio e assalta 15 moradores em Copacabana. PMs fizeram uma varredura no edifício, mas não conseguiram encontrar os assaltantes.
2. (RJTV-2, 29/09) Bandidos armados fazem arrastão em edifício em Ipanema. Um dos ladrões usava um crachá da Companhia Estadual de Gás e rendeu o porteiro. Cinco apartamentos foram roubados e moradores foram mantidos reféns.

3. (RJTV-2, 29/09) Ladrões assaltam restaurante e ameaçam clientes com granada. Foi a segunda vez que o estabelecimento, em Copacabana, foi roubado, em menos de um mês. Mais de 20 pessoas foram rendidas.

Até batalhão da Polícia Militar é atacado no Governo de Sérgio Cabral

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Nem a polícia está segura no Governo de Sérgio Cabral, que, como sempre, não está nem aí e viajou mais uma vez para Paris.

Se os bandidos tem a audácia de atacar um batalhão da PM (leia abaixo), a população está mesmo entregue à falta de segurança

Jornal O Dia
Traficantes disparam contra prédio do batalhão de Olaria

Rio - Traficantes da favela da Grota, no Complexo do Alemão, Penha, Zona Norte do Rio, fizeram disparos contra o prédio do 16º BPM (Olaria) nesta sexta-feira e fugiram para a comunidade. Os policiais então fizeram operação no morro e também na Vila Cruzeiro com o objetivo de prender os suspeitos. Houve intensa troca de tiros, mas não há informações de feridos. Os 260 alunos do CIEP Brandão Monteiro tiveram as aulas suspensas por motivo de segurança.

Política John Wayne de Cabral leva violência para o asfalto

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Não há dia que passe que a política de segurança de Cabral e Beltrame não comprova o seu fiasco.

Falta inteligência e sobra truculência. Em vez de investigarem e,a partir daí, tentarem prender os criminosos, apostam na política John Wayne.

Atacam as comunidades. Não importa se no meio há 1.300 crianças como ontem em uma escola municipal que ficou sem aula.
Outra demonstração de deboche dos bandidos com Cabral e Beltrame está nesse adesivo colado em uma placa de indicação de endereço, afixado numa das esquinas da São Clemente.

Para os que não são do Rio, a Rua São Clemente é onde fica o Palácio da Cidade, um dos órgãos oficiais da Prefeitura.

Cabines da PM desativadas. E a população ainda pagou do próprio bolso...

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Nesse caso, além da pagar impostos – um dos mais caros da cidade – a população que comprou as cabines para a PM vê algumas delas abandonadas, servindo de armários para os ambulantes.

É o que constatou rápida excursão da reportagem do Jornal do Brasil pela Zona Sul. Se as da Zona Sul – região mais rica estão nesse estado – imaginem no resto da cidade....

Já Cabral diz que a política de segurança é uma beleza. Deve ser mesmo, em Kopenhagem, Madri, Paris, Disnney, locais preferidos do nosso viajante.

Lei reportagem abaixo

PM anuncia que vai desativar as suas cabines na orla
Nara Boechat, JB Online

RIO - O carioca que for atrás de uma das cabines da PM espalhadas pela orla em busca de socorro, vai dar com a cara na porta. Pouco depois de o JB fazer uma ronda por quatro delas em Ipanema e Lagoa, constantando o abandono das mesmas, a Polícia Militar informou que elas estão desativadas por não se adequarem à estratégia de policiamento do comando da corporação.

A assessoria de imprensa só não explicou porque elas ainda estão expostas, poluindo a paisagem e abertas. Uma delas teria até sido roubada, de acordo com o depoimento de um porteiro da Lagoa. Apesar de desativada, a de Ipanema tem um relógio funcionando e bebedor. Há relatos de funcionários de hotéis de que elas eventualmente são ocupadas.

LEIA AQUI A REPORTAGEM