Mostrando postagens com marcador escândalo na saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador escândalo na saúde. Mostrar todas as postagens

Secretário de Saúde enrola e não explica o superfaturamento na compra de medicamentos

2 Comente aqui

O enrolado secretário de Saúde de Sérgio Cabral, Sérgio Cortes, foi à TV tentar se explicar. Falou, falou, falou e não disse nada sobre o superfaturamento na compra de medicamentos.

No entanto, ele disse que confia plenamente em Cesar Romero Vianna Jr., ex-subsecretário de Saúde que autorizou todas as compras superfaturadas. Romero foiexonerado depois que o RJTV denunciou o superfaturamento no contrato de manutenção de carros de combate à dengue assinado entre a secretaria e a Toesa Service.

Cesar Romero Vianna vem a ser primo de Verônica Vianna, mulher do secretário de Saúde Sérgio Cortes.

Os dois trabalhavam juntos desde o tempo em que ocupavam cargos no instituto nacional de traumatologia e ortopedia.

Cliquem no link abaixo e assistam a reportagem:

http://g1.globo.com/videos/rio-de-janeiro/v/secretario-estadual-de-saude-fala-sobre-compra-de-remedios-sem-licitacao/1300275/#/RJTV%201/page/1

TV Globo denuncia: secretaria estadual de Saúde de Sérgio Cabral gastou R$ 81 milhões em compras de medicamentos sem licitação

0 Comente aqui

O RJTV 2a edição da TV Globo denunciou na noite desta segunda-feira (12/07) a falcatrua da Secretaria Estadual de Saúde do (des) governo de Sérgio Cabral e de seu secretário Sérgio Cortes na compra de medicamentos para as unidades de saúde do estado.


São denúncias tão graves que até as Organizações Globo, aliadas da primeira até a última hora de Cabral, resolveram publicar, como se estivessem se preparando para pular fora da canoa furada do atual (des) governador.

Segundo a reportagem, o governo Cabral gastou aproximadamente R$ 81 milhões na compra de medicamentos sem nenhuma licitação.


Detalhe: hoje foi apenas a primeira parte da denúncia. Amanhã, terça-feira, mais detalhes sórdidos da gastança desnecessária de dinheiro público será mostrada no mesmo telejornal.

Leiam a íntegra da reportagem.

Secretaria de Saúde do Rio dispensa mais licitações do que outros estados

Em 2009, 17,3% das compras foram feitas sem licitação, R$ 81 milhões.
As compras foram mais caras do que as de estados que usam o pregão.

Do RJ TV

A rede estadual de Saúde do Rio tem hospitais, UPAs e institutos especializados. Só com medicamentos e material médico-hospitalar para essas unidades o estado gastou mais de meio bilhão de reais no ano passado. Mas nem sempre os fornecedores dos produtos foram escolhidos por concorrência pública. A Secretaria Estadual de Saúde dispensou a licitação em compras que somam R$ 81 milhões. E, muitas vezes, alegou que era caso de emergência.

Antibiótico, anticoagulante, analgésico e até gaze usada em curativos são apenas alguns produtos da lista de compras emergenciais da secretaria de Saúde. Só que sem licitação os preços ficam muito acima do que normalmente é cobrado no mercado. Na comparação com as compras de outros órgãos públicos, a secretaria jogou dinheiro fora.

Em novembro do ano passado a secretaria de Saúde comprou - sem licitação - o antibiótico levofloxacino 5 mg, por R$19,20 a unidade. Dois meses antes, numa concorrência pública, a prefeitura de Porto Alegre havia pagado R$ 10,86 pelo mesmo produto. A diferença: o estado do Rio pagou 77% a mais.

Também em novembro de 2009 o frasco de dipirona sódica 500 mg saiu a R$ 0,90 para a secretaria estadual do Rio. Em junho do mesmo ano, o medicamento - na mesma apresentação - custou R$ 0,37 para a prefeitura de Maringá, no Paraná.

Sergio Guerra, professor de direito administrativo da Fundação Getúlio Vargas, explica que é dever do gestor público estimular a disputa entre o maior número de empresas para obter o melhor preço. "Há limites para o administrador público. Ele não pode utilizar simplesmente esse instituto da dispensa da licitaçao a seu bel prazer. A eficiência significa conseguir os melhores resultados com o menor custo possivel", explica.

Nem mesmo quando adquire grandes quantidades a secretaria de Saúde parece ter descontos nas compras emergênciais. Hoje, é possível comprar o pacote de gaze a R$ 0,65 na farmácia. Em novembro de 2008, quando comprou quase 7,5 milhões de unidades, pagou R$ 0,59. Quase o mesmo preço do balcão. A despesa total, na época, ficou em R$ 4,4 milhões.

Para comprarar, no ano seguinte, a prefeitura de São Paulo pagou pelo mesmo produto a metade do preço: R$ 0,29 cada pacote. Compra feita em pregão. Se tivesse conseguido pela gaze o mesmo preço cobrado em São Paulo, o estado do Rio teria economizado - em uma única compra - R$ 2,2 milhões.

A secretaria estadual de saúde do Rio dispensou a licitação em 13% dos gastos de 2009. Não é o que acontece em outros estados do país. No Paraná, segundo a secretaria de saúde, foram 5%. Em Pernambuco, apenas 2%. E no Rio Grande do Sul, a secretaria de Saúde informou que desde 2007 não dispensa licitação em nenhuma compra de material e medicamentos.

Claudio Abramo, diretor executivo da Transparência Brasil, ONG que combate a corrupção, diz que as compras sem licitação só devem ser feitas em casos extremos, como calamidades públicas. "Essas emergências sao programadas. Se espera que haja necessidade de fornecimento de um determiando produto, espera até o ponto em que fazer uma licitaçao não dá mais, e aí então compra por emergência. É uma coisas manjadíssima", diz.

A compra de heparina sódica - um anticoagulante - é outro exemplo de mau negócio para o governo do estado. Em novembro de 2009, a secretaria comprou emergencialmente 45 mil ampolas do medicamento. Pagou R$ 7,90. Dois meses antes, a prefeitura de São Paulo comprou quase a mesma quantidade: 43 mil ampolas por R$ 4,43 a unidade. O Rio pagou um preço 78% mais caro.

Todas essas compras foram autorizadas pelo então subsecretário executivo de Saúde, Cesar Romero Vianna Jr. Ele foi exonerado depois que o RJTV denunciou o superfaturamento no contrato de manutenção de carros de combate à dengue assinado entre a secretaria e a Toesa Service. Cesar Romero Vianna é primo de Verônica Vianna, mulher do secretário de Saúde Sérgio Cortes. Os dois trabalhavam juntos desde o tempo em que ocupavam cargos no instituto nacional de traumatologia e ortopedia.

O RJTV pediu uma entrevista ao secretário Sérgio Cortes -- mas o indicado para falar foi o novo subsecretário executivo, Maurício Passos. Ele diz que houve excesso de procura nas unidades de saúde do estado. "O que aconteceu em 2009 foi em razão do próprio excesso de pessoas atendidas que estavam fora do nosso campo de planejamento e isso redundou num desbastecimento e tivemos que fazer processo emergencial até que se apurasse um procedimento licitatório normal a compra desse material."

Ao ser perguntado sobre a compra emergencial de gaze, ele respondeu: "correto, a gaze é uma material que nós usamos com muita frequência em nosso estabelecimentos." Sobre o preço pago, explicou: "há de convir que compra feita pela secretaria de saúde é diferente de compra feita pelo particular no estabelecimento comercial comum. Por que? A secretaria de Saúde quando vai adquirir material é pra uma rede de mais de 30 hospitais da rede e mais de 30 UPAs."

O subsecretário foi perguntado sobre a lei de mercado, que diz que grandes quantidades abaixa o preço. "Isso aparentemente acontece. Mas não acontece quando assim fazemos," disse. E explicou que "infelizmente nós não podemos numa compra emergencial verifcar o que se pagou em São Paulo, Minas, por que nós temos a necessidade de comprar naquele momento."

Secretaria de Saúde de Sérgio Cabral suspende pagamentos à Toesa e culpa o autor da denúncia

2 Comente aqui

É inacreditável, mas a sindicância da Secretaria estadual de Saúde de Sérgio Cabral para apurar as irregularidades na área da Saúde no (des) governo de Sérgio Cabral responsabilizou o tenente-coronel José Carlos da Cunha. Logo ele, que foi o autor da denúncia e que procurou o Ministério Público Federal e Estadual.

Vejam só o absurdo: o tenente-coronel se recusou a assinar várias notas no valor de R$ 415 mil por serviços que não foram realizados, juntou toda a documentação, pediu exoneração e procurou o Ministério Público. Mas para a secretaria de Saúde, ele é um dos responsáveis pelas irregularidades, que foram cometidas por outros, entre eles o secretário de Cabral, Sérgio Cortes.

Segundo a sindicância, revelada em reportagem do jornal Extra, “há graves irregularidades” no contrato firmado com a TOESA para a manutenção de viaturas.

Em seu blog, o pré-candidato ao Governo do Estado do Rio, Anthony Garotinho, que foi o primeiro a revelar o escândalo na Secretaria de Saúde de Cabral, destaca que só pode ser uma vingança pessoal do secretário Sérgio Côrtes, querendo prejudicar um oficial, que agiu honestamente, zelou pelo dinheiro público e ainda teve a coragem de denunciar a roubalheira instalada na secretaria de Saúde.

"Não passa de perseguição odiosa por ele ter tornado público o mar de lama em que o secretário Sérgio Côrtes está enterrado até o pescoço", disse Garotinho.

Leiam abaixo a reportagem


Saúde do Rio manda suspender pagamentos à Toesa

Todos os contratos firmados entre a Secretaria estadual de Saúde e a Toesa Service serão investigados pelo estado. A determinação vem a reboque do resultado de uma sindicância, que concluiu, na semana passada, ter havido irregularidades graves num contrato de manutenção de veículos vencido pela empresa em 2009 — tais como formação de cartel na licitação. Até o fim da devassa, embora os serviços continuem sendo prestados, os pagamentos relativos aos contratos estão suspensos. Ao fim da auditoria, se não forem encontradas irregularidades, os créditos serão desbloqueados.

Atualmente, a secretaria tem dois contratos com a Toesa que ainda estão ativos. Um terceiro (exatamente o que foi analisado na última sindicância) foi cancelado devido às irregularidades encontradas. Ao todo, os três contratos, somando-se aditivos, somam R$ 32 milhões. Um quarto contrato, já inativo, fora firmado em dezembro de 2008, com valores de R$ 2,1 milhões.

O EXTRA teve acesso à sindicância feita no contrato firmado entre a Toesa e o secretaria cujo objeto era a manutenção de 111 veículos. Entre as conclusões, a sindicância cita que houve cláusulas no edital que restringiram a competitividade. O documento refere-se ao fato de o edital ter exigido dos concorrentes(oficinas) na Vigilância Sanitária.

A sindicância concluiu que oito servidores cometeram irregularidades no processo de licitação e execução do contrato de manutenção de 111 veículos. A surpresa da lista é o nome do ex-fiscal do contrato, o tenente coronel José Carlos da Cunha. Ele também foi responsabilizado, apesar de ter denunciado a fraude. Entre os outros sete, está o ex-subsecretário executivo da secretaria, Cesar Romero Vianna Júnior. Segundo a sindicância, José Carlos teria demorado seis meses a relatar as irregularidades.

— Não me sinto desestimulado a denunciar por causa disso. Quem vai apurar as responsabilidades civis e criminais é a Promotoria de Justiça de Saúde, do MP. A sindicância da Secretaria de Saúde não é isenta porque o sindicante é nomeado pelo secretário de Saúde — disse José Carlos.

A Toesa informou que seus advogados estão em fase de análise dos processos e, tão logo finalizem, se pronunciarão.


Sérgio Cabral defende corrupção na Secretaria de Saúde

1 Comente aqui

A suspeita de superfaturamento na secretaria de Saúde do Estado (alvo de investigação dos Ministérios Públicos Estadual e Federal) tem novos ingredientes que indicam fortes possibilidades de irregularidades administrativas.

Ao comentar a respeito do episódio, o (des) governador Sérgio Cabral defendeu, como sempre, seu secretariado e acha que tudo está normal em seu governo.

Leiam abaixo o que foi publicado nesta quarta-feira no site YouPode.

Secretaria de Saúde do estado, sob suspeita de mega escândalo, é defendida por Sérgio Cabral

A suspeita de superfaturamento na secretaria de Saúde do Estado (alvo de investigação dos Ministérios Públicos Estadual e Federal) tem novos ingredientes que indicam fortes possbilidades de irregularidades administrativas. Pela primeira vez desde que o assunto foi tornado de conhecimento da sociedade, o governador Sérgio Cabral fez comentários a respeito.

Ele disse que é um episódio específico, descartando ser uma prática rotineira. “O secretário tem feito um trabalho extraordinário, goza da minha confiança é para mim mim o melhor quadro da saúde brasileira”, disse referindo-se ao médico Sérgio Cortês (foto, esquerda), cujo primo de sua mulher e subsecretário executivo da pasta, César Romero, pediu exoneração quando o que parece ser um mega escândalo (ignorado sistematicamente pelos jornais do Rio) veio à tona.

O que está sendo apurado é o contrato entre a Secretaria de Saúde e a empresa Toesa para a manutenção de 111 carros de combate à dengue no estado, serviço que conta com recursos estaduais e federais. O valor é bem maior do que o de todos os automóveis juntos.

A Toesa recebia, até março, 415 mil mensais por isso, num contato de quase cinco milhões anuais, mais do que o dobro do que o governo federal paga pelo mesmo serviço. Quem denunciou o suposto superfaturamento foi o tenente-coronel bombeiro José Carlos Cunha, que agora teme ter sua imagem divulgada em fotos ou vídeos da TV porque se diz ameaçado de morte.

Em 2009, a Secretaria de Saúde decidiu terceirizar sua frota (o mesmo acontece com a Secretaria de Segurança). Mas em maio de 2008, a empresa Troikar apresentou uma proposta de manutenção no valor de 1,3 milhão, um terço do que Sérgio Cortês pagou à Toesa. Meses depois, a Troikar, diante da então relutância da Secretaria de Saúde, que achou o valor alto, baixou seu recebimento para 870 mil, quase cinco vezes menos do que a Toesa. Apesar da redução, a Troikar não ganhou o contrato.

A Secretaria de Saúde decidiu, depois, fazer uma nova licitação e a Troikar voltou a concorrer, mas foi derrotada pela Toesa, que levou os cinco milhões do Estado. O preço foi considerado justo pelos técnicos de Sérgio Cortês que antes consideraram 1,3 milhão valor exorbitante.

Curiosamente, a Toesa deveria cuidar de tudo, mas três meses depois, a Secretaria de Saúde fez uma nova licitação, com o objetivo de buscar uma empresa que cuidasse da troca de pneus e alinhamento na direção destes automóveis, o que deveria ser função da Toesa, como dizia o póprio edital de licitação. Desta vez, a Troikar levou o contrato de um ano, por pouco mais de 514 mil reais.

Em janeiro passado, a Troikar enviou uma carta à Secretaria de Saúde propondo assumir a manutenção dos 111 veículos integralmente, ao valor de 45 mil mesais, contra os 415 mil mensais da Toesa. A carta não foi respondida e o contrato de 514 mil da Troikar apenas para alinhamento e balanceamento acabou suspenso.

Garotinho: "Cabral vem tentando impedir que as falcatruas na Saúde venham ao conhecimento público"

2 Comente aqui

Em seu blog, o pré-candidato pelo PR ao governo do Estado do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, destaca a roubalheira na secretaria de Saúde do (des) governo Cabral e a mordaça da imprensa carioca em relação ao caso.


Leiam abaixo:


A roubalheira na secretaria de Saúde do governo Cabral


Diversas investigações estão em andamento sobre as falcatruas que vêm ocorrendo na secretaria estadual de Saúde e Defesa Civil. Vários órgãos, como Polícia Federal, Ministério Público Estadual e Federal, Tribunais de Contas da União e do Estado têm em mãos documentos mais do que suficientes que comprovam fraudes em licitações, superfaturamento em compras de medicamentos, desvios de verbas e, imaginem, até em contratos de prestação de serviços de funcionários que não existem.


Escândalo! Todo mundo sabe, mas as providências acabam não acontecendo. Através de articulações políticas, Cabral vem tentando impedir que as falcatruas venham ao conhecimento público.


São milhões de reais em recursos estaduais e federais desviados para o bolso de pessoas ligadas a essas quadrilhas, que atuam na secretaria estadual de Saúde. Com toda a mídia amordaçada pelas polpudas verbas de propaganda do governo estadual e com as instituições intimidadas pelo governador, não será surpresa que o escândalo estoure a qualquer momento pela internet ou pelos jornais de outros estados, já que no Rio, isso é impossível.


A secretaria de Saúde de Cabral é lama pura. A verdade é essa e precisa ser mostrada ao povo.


E será!

Folha de SP: Cabral entrega R$ 5 milhões a empresa amiga para manutenção de carros da dengue. Verba é superior ao valor dos carros

0 Comente aqui

O descalabro do (de) governo de Sérgio Cabral não tem limites. Agora, o fanfarrão está despejando R$ 41 mil em manutenção de cada um dos carros designados para o combate à dengue.

O gasto na manutenção dos veículos é superior até mesmo o valor de mercado dos carros. É a farra total com o dinheiro público e na Saúde, onde, até mais que em qualquer outra atividade do governo, o dinheiro teria que ser de fato destinado à qualidade de vida dos cidadãos.

Mais uma vez a denúncia está em jornais de São Paulo, porque a imprensa carioca está anestesiada com as verbas publicitárias de Cabral.

Leiam o que descobriu a colunista Renata Lo Prete, da Folha de São Paulo