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População do Rio desaprova transportes públicos de Sérgio Cabral

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Diferentemente do que pensa o (des) governador Sérgio Cabral, a população do Rio não anda nada, nada contente com os péssimos serviços de transportes públicos no Estado.

Vejam abaixo a nota publicada no Informe O Dia, a partir de uma pesquisa do Ibope com a população.

Vejam abaixo também o que publicou o ex-prefeito Cesar Maia em seu ex-blog:

E NO RIO-CAPITAL, DESABA A AVALIAÇÃO DOS TRANSPORTES PÚBLICOS ENTRE 2008 E 2010! (Ibope/O Dia, 11) Desaba avaliação transportes públicos no Rio. Trem 78% para 33%. Ônibus 42% para 28%. (Obs.: Agora sob o comando do PMDB.

11_transporte_575 por Ex-Blog.

Bagunça na SuperVia de Cabral: trens circulam com fios expostos

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Vejam abaixo o absurdo flagrado por um leitor do jornal O Dia, que revela mais uma bagunça nos trens da SuperVia, de Sérgio Cabral, que renovou o contrato de concessão da empresa até 2048.


Trens circulam com fios e circuitos completamente expostos, ameaçando a segurança dos passageiros. O leitor José Augusto Assis flagrou o momento em que a composição vinda da Zona Oeste com destino à Central, deu entrada na plataforma D.


Um absurdo!



Irresponsabilidade do Metrô de Cabral interrompe funcionamento para corrigir problema entre estações

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Essa é inacreditável. Em pleno horário de alta procura, o Metrô de Sérgio Cabral resolveu interromper as operações entre as estações São Francisco Xavier, na Tijuca, e Central, para fazer manutenção. A trapalhada parou o fluxo de trens do metrô entre 13h29m e 13h39m desta segunda-feira (26).

Metrô de Sérgio Cabral fica parado na manhã desta terça-feira (20)

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Mais um dia da semana começa com problemas no Metrô de Sérgio Cabral. Na manhã desta terça-feira, um problema numa subestação de energia que alimenta a Linha Dois do Metrô interrompeu a operação dos trens entre as estações São Cristóvão e Central por 35 minutos, segundo a concessionária que administra o transporte ferroviário.

Por este motivo, os trens da Linha Dois circularam, até 11h15m, apenas da Pavuna à estação Maracanã. A estação São Cristóvão foi fechada neste período e o dinheiro devolvido aos clientes que já haviam comprado os bilhetes para embarque. Usuários dos trens informaram por telefone os transtornos da falta de luz, que fez com que as composições da Linha 2 fizessem paradas mais prolongadas nas estações.

Barcas S.A, de Cabral, condenada por desrespeito a portador de deficiência

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Demorou, mas a concessionária Barcas S/A, de Sérgio Cabral, foi condenada pelo Tribunal de Justiça do Rio a pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais a um passageiro portador de deficiência mental e à mãe dele.

A decisão é da 1ª Câmara Cível do tribunal e ainda cabe recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STF), em Brasília. O incidente ocorreu em 2006, quando mãe e filho estavam embarcando na estação das barcas de Niterói, na Região Metropolitana do Rio.

De acordo com a sentença, o jovem, na época com 19 anos, já tinha passado pela roleta. Mas a mãe dele foi impedida por seguranças de entrar na estação, pois, segundo eles, o passe-livre estaria vencido.

O Dia comemora o bilhete único. Não deveria: é ruim para os cariocas

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Não há explicação – pela lógica – para o jornal O Dia comemorar na edição dessa segunda-feira o lançamento do muito mal explicado bilhete único no Rio de Janeiro.

A informação é do site You Pode, que mostra que o carioca, como sempre, sairá perdendo em relação ao mesmo tíquete usado pelos paulistas.

Saudação inexplicável

// Postado por youPode

Para pagar mais, ter direito a uso por menos tempo e com uma série de outras limitações em relação ao seu irmão paulista, o chamado bilhete único no Rio, um arremedo deste tipo de proposta, ganhou até um guia e manchete na edição desta segunda-feira de O Dia, agora sob nova direção.

Como se necessários fossem um guia para entender o que é incompreensível (as restrições do modelo carioca) e uma manchete para saudar o que não merece saudação.

Não há no jornal uma comparação profunda com os similares do bilhete único em São Paulo e outras cidades do mundo. Ou seja: a coisa é apresentada da forma como veio ao mundo, uma bandeira de campanha em ano eleitoral.

A propósito, O Dia poderia ao menos, discretamente que fosse, acompanhar O Globo que vem mostrando a situação caótica em que se transformou o metrô do Rio de Janeiro, beneficiado há pouco pelo governo por uma inexplicável, do ponto de vista técnico, extensão de sua concessão. Ou seja: o ano de 2010 promete na exibição dos “feitos” do governo estadual.