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Colunista revela o inferno astral do ex-prefeito de Nova Iguaçu

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O ex-prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias, está vivendo um inferno astral. A revelação é de Luiz Carlos Azedo, no ‘Correio Brasiliense’:

Vice de Lindberg demite 900

“Virou mesmo um inferno a vida do candidato do PT do Rio ao Senado, Lindberg Farias. Além dos três pedidos de bloqueio de bens por causa de supostas irregularidades na administração de Nova Iguaçu e uma CPI na Câmara local, a prefeita Sheyla Gama (PDT) demitiu 900 apadrinhados do petista.

A última de Paulo Duque, o pau-mandado de Cabral

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Paulo Duque, suplente de Cabral no Senado e que envergonhou o Rio, a mando de Cabral, ao engavetar todas as denúncias contra Sarney, produziu mais uma sandice.

Leiam o que está escrito na coluna Radar On Line, da Veja:

A última do Duque
Paulo Duque, sempre ele.

O senador Paulo Duque, aquele mesmo que arquivou todas as denúncias contra José Sarney sem investigá-las, protagonizou mais uma cena patética hoje de manhã.

Quase ao final da longa audiência em que Edison Lobão explicava detalhadamente os projetos que tratam da exploração de petróleo abaixo da camada do pré-sal, Duque pediu a palavra e mandou:

- Eu realmente aprendi muito sobre o pré-sal hoje. Mas eu quero saber é do sal. É uma riqueza importante. O que o senhor tem a dizer sobre o sal?

Lobão, educadamente, fingiu não ter ouvido a indagação.

Por Lauro Jardim

Colunista da Veja põe na testa de Cabral as atitudes de Paulo Duque

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Um dos mais respeitados colunistas do país, o polemista Diego Mainardi, vai direto ao assunto: a população não pode esquecer que tem o dedo de Cabral no arquivamento das denúncias no Senado contra Sarney. Vale a pena ler abaixo:

A não ser que você tenha estado dentro de uma redoma, sem olhar nenhum jornal ou dar uma zapeada em um telejornal ou mesmo uma visitada ao Twitter, sabe da atual situação do Presidente do Senado, José Sarney. E da falta de vergonha do Senador Paulo Duque (PMDB) que simplesmente arquivou todas as denúncias contra Sarney como se todos os atos dele fossem corretos.

Aí alguns leitores se perguntam: “O que Sergio Cabral tem com isso, ele é governador”, sim, mas antes ele tinha sido eleito para o Senado e Duque é seu 2o suplente, o primeiro sendo seu braço direito Régis Fichtner. Duque representa os interesses TOTAIS do nosso governador, afinal, se não representasse bastaria que exonerasse o senador Regis do seu cargo como Secretário da Casa Civil do Estado, este voltaria a Brasília e agiria como um Senador que deve representar o interesse de seu estao, pelo menos é o que se esperaria.

Cada voto de Duque, seja pela absolvição de Renan, evitar a quebra da caixa-preta da Petrobrás e agora simplesmente inocentar Sarney na Comissão de Ética são um voto do governador Sergio Cabral.

Duque não tem o que perder como político, já tem 82 anos e dificilmente se candidatará a mais alguma. Mas Sergio Cabral tem a perder e é ele que tem que explicar estes votos de Duque que ele poderia muito bem ter evitado

Cabral e Duque debocham da população

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Vejam abaixo como continua o deboche do senador Paulo Duque com a população, principalmente com a do Rio de Janeiro. Ele está na Comissão de Ética indicado pelo governador Sérgio Cabral.

ASSISTA AQUI REPORTAGEM DO JORNAL NACIONAL

Leia abaixo o blog escreveu antes de mais essa baixaria.

O Rio de Janeiro tem no senador Francisco Dornelles um representante digno como senador. Independentemente de eventuais divergências que se possa ter em relação a ele, trata-se de um homem com uma história de zelo pelo Estado.

Mas o nosso outro senador, Paulo Duque, que só está lá porque é o segundo suplente do governador Sérgio Cabral, está envergonhando o Rio. O comportamento dele, ontem, como presidente do Conselho de Ética do Senado, quando arquivou quatro ações contra José Sarney, não foi apenas desrespeitoso, foi ofensivo às tradições políticas do Rio.

O Rio não merecia este deboche diante da nação.

Jornais do Rio não informam que Duque é cria de Cabral

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O site You Pode informa que os jornais do Rio finalmente mostraram indignação com a bagunça no Senado.

Reagiram tarde, mas continuam sem dar nome aos bois.

Não informam à população que o presidente da Conselho de Ética do Senado, Paulo Duque, foi posto lá por Sérgio Cabral para arquivar todas as ações contra Sarney.

Leia mais:

E o Duque?
// Postado por You Pode
Os jornais do Rio reagem com indignação (parecem, finalmente dar voz às ruas) ao arquivamento de pelo menos quatro denúncias contra o presidente do Senado, José Sarney. Narram, interpretam, analisam os fatos, mas nenhum deles (O Globo, Jornal do Brasil, O Dia e o Extra) quis ou tentou explicar quem é realmente Paulo Duque, o senador do PMDB carioca que comandou a triste e também hilária sessão do Conselho de Ética.

Como Paulo Duque, um segundo suplente, chegou ao cargo? Os jornais preferem não tocar nem de raspão no tema. Ele está lá pelas mãos do governador Sérgio Cabral, que poderia muito bem poupar o país e os cidadãos do que ocorreu ontem se liberasse seu chefe da Casa Civil, Régis Fichtner, o primeiro suplente, para sentar na cadeira que está com Duque. Régis faria diferente? Certamente teria que fazer. É tão forte sua ligação com o governador que seus atos no Conselho de Ética seriam interpretados como atos inspirados por Cabral. E o governador não gostaria e nem poderia, às vésperas de uma nova eleição, ficar com a pecha de ter absolvido Sarney.

Melhor então deixar o Duque, agradar o governo, livrar Sarney e contar que a imprensa não vincularia o velho senador ao executivo estadual. E não vinculou, mesmo. Tão estranha quanto a sessão de ontem, no Senado, só uma pequena matéria publicada hoje em O Dia sobre novos ônibus que terão televisão e Internet sem fio. E mais: sinais sonoros para deficientes visuais anunciando os pontos de parada e os pontos turísticos a serem observados. Pano rápido.

“Eu juro às Vossas Excelências: esse bigodudo aí da foto não sou eu”

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Só falta Sarney dizer isso sobre a foto em que aparece no casamento da filha do ex-diretor-geral do Senado, Agaciel Maia, o homem dos atos secretos.


Sarney foi o padrinho do rapaz, “mas não o conhece”.

Fotos: Agência Estado

Sérgio Cabral segura José Sarney na presidência do Senado

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Sérgio Cabral é um dos principais avalistas da permanência de José Sarney na presidência do Senado, segundo a nota de hoje do Correio Braziliense:

Ficam

Paulo Duque (PMDB-RJ), octogenário presidente do Conselho de Ética do Senado, continua firme no cargo, apesar das pressões para que o titular de sua vaga, o secretário-chefe da Casa Civil do Rio, Regis Fitchner, assuma o mandato.

A troca dependeria do governador Sérgio Cabral, que é aliado do presidente do Senado, José Sarney, e do líder do PMDB, Renan Calheiros (AL). Duque virou uma espécie de para-choque da dupla de caciques no conselho.

Gabeira defende moralidade e “esquece” que pagamos a passagem da filha dele

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Clique na imagem para ampliá-la.

O deputado federal e ex-candidato à prefeitura do Rio escreveu artigo hoje na Folha de SP, onde defende o afastamento de José Sarney da presidência do Senado como forma de abrandar a crise naquela instituição.

É um direito dele. E não é o único que pediu o afastamento. Assim como há os que defendem a permanência do senador à frente da Casa. Duas posições antagônicas, mas democráticas.

O que causa no mínimo estranheza é o deputado defender a moralização no Congresso como um todo. Afinal, não foi ele que doou passagens aéreas pagas com o nosso dinheiro para a sua filha ir surfar no Havaí?

Leiam a transcrição de parte do artigo e tirem suas conclusões ou a íntegra acima:

“A denúncia do escândalo das passagens no Congresso representou um grande avanço. Milhões de reais foram economizados quando se adotaram novas regras. É a face material da luta pela transparência: otimizar o dinheiro público. O Senado e a Câmara, num nível menor, revelaram-se para a sociedade como duas instituições perdulárias”.

Tem cada cara de pau no Congresso.....

Continuam as especulações sobre o destino político de Anthony Garotinho

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A coluna Panorama Político, do jornal O Globo - uma das mais conceituadas do país - publicou hoje que o ex-governador Anthony Garotinho propôs ao PDT que o deputado Miro Teixeira concorra ao Senado em sua chapa. As conversas sobre alianças também estão adiantadas com o senador Marcelo Crivella (PRB).

Garotinho defende transparência e reforma no Senado

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Anthony Garotinho defende nesta quinta-feira em seu blog o aprimoramento das instituições e, como sempre, que os culpados paguem por seus atos. Mas faz a ressalva que não se deve desmoralizar a democracia, referindo-se às denúncias recentes envolvendo personalidades conhecidas do Senado.

Lula e Garotinho nem sempre concordam com tudo. Mas, num ponto, escreveu Garotinho, os dois marcham juntos – na apuração dos fatos e na penalização dos culpados:

– Desmoralizar as instituições não é melhor caminho, Lula está certo. Me parece muito mais sensato aprimorá-las – opinou o ex-governador.

– Por isso, digo que o presidente do Senado, José Sarney, tem uma oportunidade única nas mãos. Não adianta usar o argumento dos serviços prestados ao país para se isentar do julgamento popular. Melhor seria se ouvisse os conselhos de alguns senadores e promovesse uma reforma inquestionável no Senado para garantir a transparência e o fim de atos ilegais ou imorais, sejam secretos ou públicos. Estaria, com certeza, prestando um relevante serviço à democracia e, por consequência, ao país - disse.

Leia aqui o que Garotinho escreveu em seu blog