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Superlotação, atrasos e desinformação no Metrô de Sérgio Cabral na manhã desta terça-feira

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Superlotação, caos, desinformação e nenhum controle de entrada de passageiros nas estações e nos vagões do Metrô. Assim está sendo a manhã caótica dos cariocas que precisam do serviço precário de transporte de Sérgio Cabral.

Por causa de um defeito ainda não explicado pela concessionária Metrô Rio, os trens estão circulando com intervalos irregulares. Há relatos de leitores do blog de que os intervalos chegam a 20 minutos.

E agora? Reclamar pra quem, se a própria mulher do (des) governador Sérgio Cabral, Adriana Ancelmo, é a advogada de defesa da concessionária Metrô Rio, cujo contrato de concessão foi renovado por Cabral até 2038?

Concessionárias de transportes públicos de Sérgio Cabral são multadas por péssimos serviços

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A Agetransp, agência reguladora de transportes coletivos do Rio, decidiu, por unanimidade, em sessão realizada nesta terça-feira, multar as duas caóticas concessionárias de transportes públicos de Sérgio Cabral: SuperVia e a Barcas S/A. A SuperVia foi multada em 0,2% do faturamento de 2009 ou R$ 587 mil.

A penalização é por causa do incidente de 18 de janeiro, quando um trem partiu sem maquinista nas proximidades da estação Ricardo de Albuquerque. No episódio, que ficou conhecido como “trem fantasma”, a concessionária foi considerada culpada por não garantir a segurança dos usuários.

Na mesma sessão, também por unanimidade, o conselho da agência multou a Barcas S/A, outra concessionária precária de Sérgio Cabral em R$ 276 mil (valor atualizado) por causa do que aconteceu em 28 de março de 2007. Nessa data, a embarcação Visconde de Moraes parou a viagem iniciada em Paquetá com destino à Praça XV.

População usa rede de relacionamentos para criticar a bagunça no Metrô de Sérgio Cabral

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Na manhã de segunda-feira (1) este blog já havia noticiado que a semana começara mal novamente para o metrô e para os cariocas. Mas não custa nada lembrar mais uma lambança do metrô de Sérgio Cabral.

Problemas no sistema de ar comprimido em um trem da conexão Pavuna-Botafogo por volta das 8h40 fez com que o tempo de espera pelas composições chegasse a 10 minutos, o dobro do normal. Passageiros relatam que levaram quase 30 minutos para percorrer a distância entre duas estação, Central e São Cristóvão.

Por conta dos atrasos, a ligação direta foi suspensa por meia hora e usuários da Linha 2 tiveram que fazer a baldeação no Estácio. Cansados de tantos problemas, passageiros do metrô recorrem às redes sociais na Internet para organizar manifestações.

Na comunidade ‘Eu odeio o Metrô’ do site de relacionamentos Orkut, o usuário Carlos Eduardo Almeida deixou seu protesto. “Entrei em um vagão sem ar-condicionado e tirei a camisa. Minha ideia é que os homens tirem a camisa quando entrarem em um trem sem refrigeração.



Agência reguladora comprova o caos no serviço do metrô de Sérgio Cabral

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O caos continua no Metrô de Sérgio Cabral, mas pelo menos já é possível para a população enxergar alguma solução à vista. Depois de exigir que a concessionária Metrô Rio resolva as falhas operacionais da Linha 1A até o dia 10, a Agetransp (agência que regula o transporte público) mira em outro alvo: o contrato de concessão entre a empresa e o estado.

O órgão já constatou que o acordo não está sendo cumprido, mas alega que o texto sobre as obrigações da concessionária é vago e não estabelece o tempo de espera pelas composições, nem tampouco a lotação dos vagões.

O Ministério Público tenta na Justiça acabar com a linha 1A, que eliminou a baldeação no Estácio.

Enquanto isso, a concessionária Metrô Rio comprou uma pesquisa do Ibope que revelou que os usuários estão aprovando a baldeação no Estácio e que tudo está uma maravilha.

Inacreditável!

Clique no link e leia a reportagem de O Dia http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/2/concessao_fora_de_controle_66019.html


Ministério Público Estadual quer pôr ordem na bagunça do Metrô de Sérgio Cabral

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A bagunça do Metrô de Sérgio Cabral e o descaso são tão grandes que o Ministério Público Estadual (MP) quer limitar o número de passageiros nos vagões do metrô. Em ação ajuizada na semana passada, o órgão pede que a Justiça obrigue a concessionária Metrô Rio a fechar os guichês de venda de bilhetes quando as estações estiverem com lotação máxima ou superior àquela necessária para prestação adequada do serviço.


O promotor Carlos Andresano Moreira explica que, com a interrupção da venda de passagens, a intenção é evitar problemas gerados pela superlotação e, como consequência, impedir risco à vida dos passageiros. A ação propõe ainda que a empresa informe que a estação está com a lotação esgotada.

Conforme o jornal O DIA noticiou no domingo (21), a ação civil pública movida pelo MP pede a suspensão imediata da circulação de trens entre as estações São Cristóvão e Central, enquanto as obras dessa ligação não estiverem concluídas. A Promotoria constatou risco de acidentes por falha na sinalização e declive inadequado. O MP requer ainda que a concessionária seja condenada a tomar medidas para adequar a prestação do serviço, sob pena de multa diária de R$ 100 mil.

O Ministério Público requer ainda que a concessionária Metrô Rio suspenda, imediatamente, qualquer propaganda ou oferta de serviço, que se refira à conexão direta Pavuna-Botafogo (Linha 1A) . “A superlotação é consequência da propaganda enganosa que eles fizeram, sem melhorar a qualidade do serviço. Enquanto disserem que podem atender a um milhão de pessoas, a demanda só vai aumentar e a qualidade do serviço cair”, avalia o promotor Carlos Andresano Moreira.

O MP propõe que a conexão entre as linhas 1 e 2 do metrô — Linha 1 A — só comece a funcionar quando as estações Cidade Nova e Uruguaiana estiverem totalmente prontas. O risco, aponta o promotor, é de colisão entre as composições, já que o intervalo é de apenas dois minutos.
O que fará agora o escritório de advocacia da primeira-dama, Adriana Ancelmo, para defender o Metrô Rio?

Descaso de Sérgio Cabral com os transportes públicos do Rio será apurado em Brasília

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Diante da recusa do presidente da Alerj, e sócio e amigo de Sérgio Cabral, Jorge Picciani, de instaurar CPI para apurar a bagunça e a deficiência dos transportes públicos do Rio, em especial o metrô, cuja concessionária tem como advogados de defesa a primeira-dama do Estado, Adriana Ancelmo, a bancada do Rio na Câmara dos Deputados, em Brasília, vai propor a realização de uma audiência pública.

O objetivo é apurar o caos no sistema de transporte de massa do Rio. A informação foi publicada nesta quinta-feira (11), na coluna Extra, Extra, do jornal Extra, que também revela a precariedade da estação das barcas em Paquetá, que, no último domingo, com a ilha cheia de visitantes, tinha apenas uma das três roletas funcionando.

Leia abaixo

Metrô começa a semana do jeito que Cabral gosta: uma bagunça e com defeito

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Mal começou a semana e a bagunça já está de volta ao metrô de Sérgio Cabral. Uma vergonha!


Um trem que circulava na Linha 1 do metrô ficou parado na estação Afonso Pena, na Tijuca, depois de apresentar problemas técnicos no sistema de ar comprimido. O problema aconteceu na manhã desta segunda-feria (8).

Seguranças ajudaram os passageiros, que precisaram desembarcar da composição. O trem foi retirado para reparos, mas a circulação do metrô não precisou ser interrompida.

De acordo com a rádio CBN, o intervalo entre os trens ficou maior, provocando atrasos.

Há duas semanas, uma vistoria realizada por técnicos do Ministério Público e do Sindicato dos Metroviários apontou falhas de segurança na operação do metrô .

Na mesma época, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) questionou o fato de o escritório Coelho, Ancelmo & Dourados Advogados, que tem entre os sócios a primeira-dama do estado, Adriana Ancelmo Cabral, defender a concessionária Metrô Rio numa ação movida pelo Ministério Público em 2008.

Além disso, o presidente da Alerj, Jorge Picciani, rejeitou na semana passada todos os pedidos de deputados estaduais de abertura de CPIs sobre a bagunça no metrô alegando que isso poderia prejudicar futuros investimentos.

E a população, não está sendo prejudicada diariamente, não, com todo este descaso?

Metrô de Sérgio Cabral vira o caldeirão dos cariocas

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O chargista Leonardo, do jornal Extra, continua com sua fina ironia ao abordar um dos principais problemas enfrentados atualmente pela população do Rio.

A charge publicada nesta sexta-feira destaca o inferno em que se transformou viajar de metrô pelo Rio de Janeiro, onde nem os seres que mais aguentam calor suportam o que acontece no subsolo da cidade.

Superlotação, atrasos de mais de seis minutos entre uma composição e outra, calor insuportável, falta de informação, estações sem refrigeração, falhas nos freios, vagões se soltando um dos outros...etc, etc.

O que mais falta?

No Metrô de Sérgio Cabral, hoje, nem o "diabinho" aguenta.

Leitores indignados com a precariedade do Metrô e o descaso de Cabral

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Na ironia sutil do chargista Leonardo, do jornal Extra, a triste realidade dos cariocas, que viram o metrô, um dos principais meios de transporte da cidade, se tornar, com Sérgio Cabral, uma tortura diária.

E o que é pior nessa história toda de descaso do metrô com a população é que nada irá acontecer com a empresa Metrô Rio porque a concessionária tem uma grande advogada de defesa, a mulher de Sérgio Cabral, Adriana Ancelmo.

Como Sérgio Cabral só anda de avião, e mesmo assim para o exterior, sempre, não sabe o sufoco, o calor e a agonia que a população enfrenta todos os dias nas idas e voltas para o trabalho e para casa - O QUE CABRAL NÃO FAZ.

Mais abaixo, leitores do jornal O Globo criticam a decadência do atual metrô e o descaso do (des) governo, que abriu uma ligação entre Pavuna-Botafogo sem estudo algum, e inaugurou uma estação inacabada em Ipanema, prejudicando ainda mais o sistema.




Seguranças do Metrô de Sérgio Cabral espacam estudante na porta de estação

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Se já não bastassem os problemas que transformaram o metrô do Rio num dos piores do mundo, como superlotação, atrasos, vagões que se soltam um dos outros, falha no sistema de freios e descaso com a população, que viaja espremida como gado indo para o abatedouro, eis que o metrô agora se supera e espanca um estudante na porta de uma estação.

O caso ocorreu na madrugada de terça-feira (2), quando um Anderson de França Brasil, 24 anos, que também trabalha como porteiro de uma casa de samba na Lapa, foi espancado por dois seguranças da Metrô Rio quando passava de bicicleta perto da Estação Estácio agredido. Ele registrou queixa na 5ª DP (Mem de Sá).

Anderson foi abordado pelos dois homens por volta das 4h40. Ele foi fechado por uma picape prata, com o adesivo da Metrô Rio, e desceu da bicicleta. Com uma pistola na mão, um dos seguranças ameaçou o estudante.

“Ele falou que eu era um ladrão. Eu ainda tentei mostrar meus documentos de identidade, mas ele não deixou. Foi quando os dois começaram a me bater”, lembra Anderson, que só foi liberado após ter sua mochila revirada e a bicicleta quebrada. Ele foi atendido no Hospital Souza Aguiar e encaminhado ao IML para o exame de corpo de delito.

A informação é do jornal O Dia. Lamentável

Bagunça no Metrô de Sérgio Cabral continua: falha no sistema de freios na estação Uruguaiana atrasa circulação da Linha 1

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A bagunça no metrô de Sérgio Cabral continua a todo vapor. Depois de um vagão se separar de outro na última sexta-feira (29), além dos inúmeros problemas que a população vem sofrendo diariamente nas composições, quem viajava de metrô na tarde de segunda-feira (1o) enfrentou mais um problema no sistema.

Uma composição teve seu sistema de freios travado na estação Uruguaiana, sentido Zona Sul, por volta das 16h30m. Os passageiros precisaram desembarcar na estação e pegar outro trem.

Nesta terça-feira (2), deputados estaduais protocolam pedido de abertura de CPI para apurar os problemas no metrô e nos trens da SuperVia.

Já estava mais do que na hora! Já que Cabral nada faz e ainda por cima a concessionária do metrô é defendida pelo escritório de advocacia da primeira-dama do Estado, Adriana Ancelmo, pelo menos agora a população pode aguardar por uma solução na bagunça que se tornou o metrô.

Na última sexta-feira, o último vagão de uma composição do metrô se desprendeu das demais no momento em que o trem partia da estação Triagem, na Linha 2, às 16h40. Ninguém ficou ferido. No entanto, todos os trens da linha 2 ficaram inoperantes por mais de 20 minutos.

A estação de Triagem chegou a fechar, e as composições circularam em apenas dois trechos da linha 2: entre as estações Botafogo e Maracanã e entre os pontos Maria de Graça e Pavuna. O problema também causou reflexos na Linha 1.

Leiam o que saiu também no YouPode


Inferno no metrô em 10 vídeos feitos pelos sofredores usuários
// Postado por Eucimar de Oliveira

Tem vagão que se desprende da composição, trem que pára por defeito nos freios, intervalos cada vez maiores entre um trem e outro, falta de ar-condicionado, verdadeiras latas de sardinha sob trilhos, gente atirada na plataforma pela multidão que se comprime pela falta de espaço e até riscos para a segurança dos passageiros.

Afinal, o metrô também passa em áreas conflagradas da cidade. As reclamações contra o metrô são tantas que o youPode mostra aqui, em 10 vídeos dos próprios usuários, o que eles sofrem e o sofrimento que o governo Sérgio Cabral não vê. Confira em:
http://youpode.com.br/

Nem os portadores de deficiência escapam do descaso no metrô de Sérgio Cabral

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Quando o metrô de Sérgio Cabral está superlotado, até mesmo a solidariedade fica sem espaço. Portadores de deficiência física dizem que os transtornos para usar o meio de transporte ficam ainda piores.

Leia abaixo a reportagem do jornal O Globo que mostra o descaso da concessionária Metrô Rio, com quem Cabral renovou contrato recentemente, com os portadores de deficiência.

Superlotação e desrespeito pioram acesso de deficientes físicos ao metrô

O GLOBO acompanhou a atendente comercial Maria da Conceição de Oliveira Santo, que tem dificuldades de locomoção decorrentes de poliomielite (infecção que pode causar sérias lesões no sistema nervoso e afetar os membros, sobretudo os inferiores). Antes, ela pegava o metrô, sentada, no Estácio. Agora, precisa ir até a Central e, de lá, seguir para o Engenho da Rainha, torcendo para que alguém lhe ceda um lugar.

- De tão cheio que está o vagão, muitas vezes as pessoas sequer conseguem me ver. Outros, mesmo vendo que tenho deficiência, não cedem o lugar, nem mesmo os que são reservados para idosos, gestantes e deficientes físicos - reclama. Depois de enfrentar o vagão superlotado e viajar em pé, Maria da Conceição precisa se sentar um pouco nos bancos da estação Engenho da Rainha, para seguir até sua casa:

- Cheguei muito cansada. Vim em pé, num vagão muito quente, insuportável, cheio. Isso é todos os dias. Quem não tem deficiência já sofre. Para alguém como eu, é pior ainda.

O analista de sistemas Daniel Magalhães usa uma cadeira de rodas para se locomover. Ele pegou o metrô na quinta-feira na estação Carioca. Os vagões, de acordo com Daniel, não são preparados para receber deficientes físicos. A entrada também não é uma operação simples. É difícil passar de cadeira de rodas sobre o vão entre o trem e a plataforma.

- Desde que houve a ligação direta entre as linhas 1 e 2, a situação ficou pior. Os vagões não são adaptados para receber um cadeirante. Quando o metrô está mais cheio, é mais complicado - disse Daniel.

Ana Cláudia Monteiro, cadeirante e gerente do Instituto Brasileiro de Direitos das Pessoas Com Deficiência (IBDD), reclama da acessibilidade no metrô. De acordo com ela, em apenas quatro estações - Siqueira Campos, Cardeal Arcoverde, Cantagalo e Ipanema -, o cadeirante não precisa de auxílio para chegar à plataforma.

- Mesmo nas estações que têm acessibilidade, a distância entre o trem e a plataforma é um problema. Isso faz com que seja necessário auxílio em todas as estações para embarque e desembarque. Desde que houve a inauguração da estação Ipanema, o metrô está mais cheio e confuso. Há funcionários que não sabem como lidar com o cadeirante - disse Ana.

Empresa diz que faz campanhas educativas

A concessionária Metrô Rio informou que não tem como obrigar os passageiros a cederem seus lugares, mesmo os que são prioritariamente destinados aos portadores de deficiência. Campanhas são feitas para que os usuários sejam solidários.

A estação Ipanema e a ligação direta entre as linhas 1 e 2 foram inauguradas em 21 de dezembro. Já no primeiro dia de operação, houve grandes transtornos.No último dia 10, O GLOBO mostrou que a situação no metrô estava pior.

Uma inspeção realizada na quinta-feira pelo Crea, pelo deputado estadual Alessandro Molon (PT) e pelo Sindicato dos Metroviários reprovou o metrô. Uma CPI poderá ser aberta. Molon pedirá à Justiça, na segunda-feira, a anulação do prazo maior dado à concessionária ou a construção da via que permitirá à Linha 2 ir do Estácio à estação Carioca.

Para agradar a Lula, Cabral expõe a população ao caos nos transportes públicos

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A concessionária do Metrô e o governo do estado dão uma desculpa a cada cinco minutos – bem menos do que os intervalos dos trens do Metrô.

Mas a verdade é uma só: Cabral para puxar o saco de Lula – pela milionésima vez – e a concessionária, para mostrar serviço – que ela não executa bem – anteciparam em três meses a inauguração da linha Pavuna-Botafogo e da estação de Ipanema.

O resultado, que qualquer pessoa de bom senso anteciparia, foi o caos amplificado ontem nas estações, que continua nesta quarta-feira – e que deve continuar nos próximos dias.

Faltou informar com antecedência à população sobre como funcionaria a nova linha e treinar os funcionários. O resultado é essa tragédia anunciada.

Leiam abaixo:

Após inauguração da conexão direta Pavuna-Botafogo e da Estação General Osório, Metrô funciona com intervalos maiores

O dia seguinte às inaugurações da conexão direta Pavuna-Botafogo e da Estação General Osório, em Ipanema está sendo de transtornos para os usuários do metrô: as duas linhas operam com atrasos, houve superlotação nas estações, passageiros reclamaram de falta de informações e nove pessoas passaram mal e precisaram ser atendidas.

Segundo a assessoria de imprensa da concessionária Metrô Rio, os atrasos foram causados porque os trens circularam em velocidade menor do que a usual e no início da operação algumas composições ainda estavam no Centro de Manutenção fazendo a rotina diária de inspeção. Em nota, o Metrô disse que as composições foram sendo liberadas na medida em que estavam em condições de transportar passageiros com segurança.


Leiam o que publicamos antes sobre esse caos em: