A informação é do jornal Valoronline:
Dilma subirá nos palanques de Cabral e Garotinho, garante Dutra
RIO - A pré-candidata à Presidência da República pelo PT, Dilma Rousseff, vai subir no palanque do ex-governador Anthony Garotinho (PR) e do atual governador Sérgio Cabral (PMDB), opositores na campanha para o governo do Estado do Rio.
"O PR já deliberou apoio a Dilma e nós já dissemos que queremos apoio de Garotinho", afirmou o presidente do PT, José Eduardo Dutra, ao participar hoje do XXII Fórum Nacional, no Rio.
Na última vez que esteve no Rio, a convite de Cabral, Dilma não quis falar sobre o assunto. "Dilma subirá no palanque para pedir votos para ela, vai elogiar o Cabral e fará o mesmo com o outro candidato", confirmou Dutra.
Ele explicou que, depois de fechada a convenção nacional, será definido um acordo de procedimentos. "Quando Garotinho a convidar para um evento, se ela tiver agenda, virá", afirmou. "Isso será assim em todos os estados em que tiver mais de um apoio."
O presidente, no entanto, afirmou que a regra não valerá para o presidente Lula. Ele é que vai decidir seus apoios. "Não temos a menor intenção de enquadrar o Lula
PT garante: Dilma vai pedir votos para Garotinho ser governador
Marcadores: Anthony Garotinho, Anthony Garotinho eleição, Dilma Rousseff, governo do Rio de Janeiro, PT 0 Comente aquiPostado por Amigos do Governador Garotinho às 15:48
Educação no Rio de Janeiro "entrou numa fria", denuncia acadêmico
Marcadores: Educação, governo do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral 3 Comente aquiO acadêmico Arnaldo Niskier critica a decisão do governo estadual de comprar aparelhos de ar-condicionado para as escolas públicas. Ele não é contra o aparelho, mas prefiria que o governo investisse na formação dos professores e no aumento de salários.
Ele afirma com todas as letras que essa política não vai recolocar o Rio de Janeiro como o melhor estado em educação, como acontecia no passado.
Vale a pena ler o artigo:
A Educação entrou numa fria
Por Arnaldo Niskier
Segundo relato de historiadores como Pero Vaz de Caminha (o da carta), ao chegar ao Brasil, em 1500, o comandante Pedro Álvares Cabral, natural de Belmonte, Portugal, não se assustou muito com a nudez dos índios que frequentavam a praia (“nada cobria suas vergonhas”). Apesar de uma brisa constante, fazia calor pra valer. Os portugueses suavam em bicas e passaram a invejar a beleza dos naturais e a sua sem-cerimônia
Poucos anos depois, já com a vinda dos primeiros governadores gerais, Tomé de Souza e Duarte da Costa, com eles chegaram os jesuítas que foram pioneiros da educação brasileira, Manuel da Nóbrega e José de Anchieta. Davam aulas ao ar livre, debaixo de árvores frondosas, iniciando o processo de catequização dos nossos indígenas. O calor dos trópicos era secundário. Como escreveu Caminha, “a terra em si é de muito bons ares frescos e temperados.”
Não se sabe, apesar de alentadas pesquisas, do caso de algum cacique mais afoito que tenha reivindicado a colocação de ar-condicionado ou mesmo um simples ventilador, nos locais de aprendizado. Também ainda não tinham inventado os maravilhosos eletrodomésticos de hoje, nem o original sistema de financiamento em 10 vezes (ou mais).
Lembro nossas origens para depois passar por grandes educadores que viveram no Rio de Janeiro, sem o conforto dos aparelhos de ar-condicionado. Não consta da nossa história que o Instituto de Educação, glória da pedagogia fluminense, tenha precisado disso para oferecer o melhor ensino do Brasil. A ele bastava o talento de Fernando Azevedo, por exemplo, e outros saudosos educadores na sua congregação.
Anísio Teixeira criou a Universidade do Distrito Federal, matriz da UFRJ, e não há registros de que, no seu apreciado planejamento, tenha mandado adquirir aparelhos que aumentassem o conforto dos professores. Era um homem comprometido com novas ideias pedagógicas.
Assim o Rio tornou-se capital do Brasil e o centro mais importante da sua educação, detendo por anos a fio o melhor índice médio de instrução do país. O Colégio Pedro II, padrão de excelência, contribuiu para isso.
Hoje, com a educação decadente e índices lamentáveis no “Prova Brasil”, especialmente em língua portuguesa, o Rio de Janeiro parece se orgulhar da compra de centenas de aparelhos de ar-condicionado para colocar em algumas escolas fluminenses.
Quem vai pagar a conta do consumo, ainda não se sabe. Nem como será feita a complicada manutenção, sobretudo em cidades do interior. Sem aumentar significativamente os salários dos professores, há dois anos, alegando falta de verba, o governo compra computadores, microfones e aparelhos de ar-condicioanado, como se isso fosse melhorar a qualidade do ensino, que carece de providências estruturantes, ainda longe de serem tomadas.
Não se conhece um só caso da educação mundial em que a qualidade do ensino foi substancialmente aperfeiçoada graças `a existência de luxuosos aparelhos de ar-condicionado. Ao contrário, sempre houve crescimento quando professores e especialistas receberam melhores salários. É preciso ponderar sobre isso.
Arnaldo Niskier - é da Academia Brasileira de Letras e presidente do Centro de Integração Empresa-Escola/RJ.
Contato: aniskier@ig.com.br
Postado por Amigos do Governador Garotinho às 15:44
Mais uma pesquisa confirma o crescimento de Garotinho nas intenções de votos para o governo do Rio de Janeiro
Marcadores: Amigos do Garotinho, eleições, governo do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, Violência 2 Comente aquiA possível candidatura do ex-governador Anthony Garotinho ao governo de estado não pára de crescer. Depois do DataFolha, que mostrou esta tendência, agora é o também conceituado Instituto UP Pesquisa e Marketing que registra esse crescimento.
O estudo mostra ainda que apesar da avalanche de verbas publicitárias, o governo Sérgio Cabral tem péssimo conceito com a população, que também não acredita que a segurança pública tenha aumentado no atual governo.
Segundo os números, para 67% da população, a violência no Rio aumentou nos últimos anos. A percepção de que a violência diminuiu é de apenas 9%
Os dados estão no blog do Garotinho. Mais detalhes em:
http://www.blogdogarotinho.com.br/
Leiam o que escrevemos antes sobre a pesquisa DataFolha em:
http://amigosdogarotinho.blogspot.com/2009/12/garotinho-dispara-nas-pesquisas-para-o.html
Postado por Amigos do Governador Garotinho às 13:20
Sérgio Cabral, não se sabe a razão, não gosta de concorrências nem licitações. Por que será?????
Marcadores: Cabral, governo do Rio de Janeiro, Metrô, Supervia 4 Comente aquiQue o (des) governador Sérgio Cabral não gosta de quem não lhe diga sim até os tapetes do Palácio Guanabara sabem.
O que se descobre agora é que ele também não gosta de licitações – a forma clássica de se disputar verbas governamentais sem maracutaias.
É o que revela o colunista Dácio Malta, do You Pode:
Um dia o bicho pega
O governo Sergio Cabral não gosta de concorrências nem licitações.
Já fez isso com o Metrô.
Agora chegou a vez da SuperVia.
O atual contrato com a empresa que explora os trens suburbanos vence em 2023, portanto daqui a 14 anos. Mas Cabral achou pouco e decidiu que, no próximo mês, numa canetada, ele que vai prorrogá-la por mais 25 anos, ou seja, até 2048.Isso está no ‘Dia’ de hoje.
O silêncio do Ministério Público diante de fatos como esse é um mistério.
A não ser que ele esteja reunindo um pacote de ações contra Cabral para agir de uma só vez.
Aí será um Deus nos acuda.
Postado por Amigos do Governador Garotinho às 13:16
Folha de SP: Cabral desmonta esquema de segurança deixado por Anthony Garotinho
Marcadores: Garotinho, governo do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, Violência 0 Comente aquiO ex-governador Anthony Garotinho sempre aguardou por Justiça pelos ataques sofridos por parte de certo segmento da imprensa, que sempre o perseguiu.
Essa Justiça começa aparecer, como se nota no artigo do influente e respeitado articulista Janio de Freitas, da Folha de São Paulo (leiam abaixo).
Paciente, Garotinho aguarda que também os jornais do Rio de Janeiro, que andam tão silenciados por verbas publicitárias oficiais, também lhe façam justiça.
Como diz o ditado, a Justiça tarda mas não falha:
JANIO DE FREITAS
O que importa não importa
A QUANTIDADE de relações entre as atuais fuzilarias no Rio e a Olimpíada, nas considerações feitas por autoridades de todos os níveis e "especialistas" de diferentes calibres, é uma oportuna demonstração de como o problema da insegurança é tratado segundo as circunstâncias, os interesses ou desejos, e a dispensa de reflexão.
Diante disso, o absurdo é dizer-se que a Olimpíada é secundária, a imagem do Rio é secundária, tudo assim é secundário, com esta exceção: o que importa, o único a importar, é o direito de cada pessoa a viver sem ameaça criminosa, sem temor da sua cidade, sem restrições ao direito vital de usá-la, andá-la e vê-la toda.
O que importa é a relação da cidade com a vida, que são os seus habitantes, na qual haver ou não haver Olimpíada não é chave para nada que importa na vida.
O que importa, porém, não está, nunca está, nas cogitações que se impõem, pelos diferentes meios de fazê-lo.A hipótese de que um criminoso beneficiado pela tal progressão da pena, que a reduz a um sexto da sentença, foi o deflagrador dos atuais combates promete, enfim, objeções àquele benefício.
Presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes refere-se aos "que conseguem um regime semiaberto ou aberto e depois não voltam ao presídio" para deduzir: "Tudo isso precisa ser seriamente discutido". Dedução muito apropriada nas circunstâncias.
Mas, sem circunstâncias destas, o próprio Supremo Tribunal Federal há pouco derrubou o fim, aprovado pelo Congresso, da tal progressão da pena para autores de crimes hediondos. O STF apenas admitiu que os benefícios da prisão semiaberta e aberta se apliquem depois de cumprida metade da pena, e não um sexto.
A propósito ainda: ao fixar a medida de metade, tomou o poder do Congresso, ao qual cabem as decisões na matéria. E nisso fez uso do interessante pressuposto de que, se beneficiado na metade, e não no sexto da pena, o criminoso bárbaro reduziria a probabilidade de reincidência.
As circunstâncias favorecem, também, e até que enfim, a acusação ao governo federal de que não faz a sua parte, fundamental, na ação contra a criminalidade urbana.
Da burocracia a proibições militares antiquadas, o secretário de Segurança do Estado do Rio, José Mariano Beltrame, liberou a própria língua. Tem plena razão. A cada eclosão mais aguda de criminalidade, ressurge a lengalenga da Força Nacional de Segurança, que nada mudou nem se sabe por onde anda, ou se ainda anda; das verbas de repente liberadas, de mais discursos de Lula.
Nada que ultrapasse o blablablá de ocasião, enquanto as armas e as drogas continuam entrando.
Sem reparo ao desempenho funcional de Beltrame, pela dedicação, sua crítica ao governo federal encontra duas adversidades.
Uma, a de que as omissões falastronas do governo federal não estão sozinhas nas responsabilidades pela violência crescente; outra, a de que o governo Sérgio Cabral reteve 80% da verba disponível para investimento na área policial e só gastou 11,7% da verba total concedida, no orçamento do Estado, à secretaria de Segurança: R$ 491 milhões da verba de R$ 4,2 bilhões.
Os dois governos estão de braços dados na quota de contribuição para a criminalidade.
Pode-se dizer que o dispositivo de combate ao crime é, no Rio, o deixado pelo governo anterior, cujos feitos foram obscurecidos por interesses políticos e econômicos.
Foram criadas, por exemplo, cerca de cem das chamadas "delegacias legais"; novas casas de custódia esvaziaram as celas criminosamente superlotadas das delegacias; já imensa, a Barra da Tijuca recebeu o batalhão da PM que esperou por décadas, e a PM mesma teve o seu contingente quase duplicado.
Nem 10% de cada um desses itens foram feitos nos últimos anos, sendo que o contingente da PM, de comprovada insuficiência, mal recebe a reposição das baixas. Verbas retidas aparentam bons resultados, no entanto desastrosos.
Apegar-se à comparação com Londres, Nova York e Bogotá, que dizem haver superado suas ondas criminais, pode ser útil como subterfúgio. Apesar de pequenos problemas. No caso de Bogotá, além de corresponder a uma fração pequena do Rio, não venceu a criminalidade, cuja preferência por sequestros prossegue com êxito.
A criminalidade de Nova York não teve, nem tem no que sobra, semelhança alguma com a do Rio, e das cidades brasileiras. Já um tal Sir Craig Reedie, que em causa própria meteu Londres no assunto, porque integra o Comitê Olímpico Internacional que destinou a Olimpíada ao Rio, deixou o seu palpite como algo de má-fé ou imbecil.
As ocorrências no Rio, diz ele, são "insignificantes, comparadas ao que houve em Londres em julho de 2005", quando a violência de 52 mortos e 700 feridos não se refletiu na Olimpíada recém-destinada à cidade. O que houve em Londres, porém, foi um ato de terrorismo de homens-bomba, absolutamente sem comparação com qualquer episódio brasileiro.
Mas o que importa não importa.
Postado por Amigos do Governador Garotinho às 12:40
Cesar Maia explica porque a política de segurança () fracassou com Sérgio Cabral
Marcadores: governo do Rio de Janeiro, incompetencia, Sérgio Cabral, Violência 3 Comente aquiO ex-prefeito Cesar Maia analisa hoje, em seu blog, a política de segurança (?) do secretário José Mariano Beltrame e do governador Sérgio Cabral e explica porque ela fracassou.
São 300 mil roubos e furtos -registrados- por ano. São 75 mil lesões corporais dolosas -registradas- por ano. São 65 mil ameaças -registradas- por ano. No total -registrados- são 440 mil ocorrências, que apavoram a população. Registrados…, já que as ocorrências não registradas estima-se pelo menos numa mesma quantidade, dobrando o número. A atenção para o patrulhamento deveria ter igual prioridade que o narcovarejo e os 6 mil homicídios dolosos que ocupam as estatísticas publicadas.
Leiam mais em
http://youpode.com.br/blog/alguemmedisse/2009/10/22/cesar-analisa-fracasso-da-seguranca/
Postado por Amigos do Governador Garotinho às 15:29
Cabral viaja ao exterior. Quer fugir da gripe suína
Marcadores: Cabral, governo do Rio de Janeiro, servidores 1 Comente aquiE o que ele não fez pelos servidores.
Em tempo: uma fonte deste blog informa que Sérgio Viajando Cabral embarca novamente nesta quarta-feira (12) para o exterior.
Cabral está fazendo milhagem para garantir uma viagem grátis para a Lua. E fugindo dos servidores e da gripe suína.
Postado por Amigos do Governador Garotinho às 16:09
