É o que comprova, mais uma vez, reportagem do Jornal do Brasil:
A professora da Escola de Serviço Social da UFRJ, Paula Ferreira Poncioni, explica o fenômeno:
O presidente da Associação de Moradores e Amigos do Méier, Aníbal Antunes, afirma que, no bairro, o medo e a preocupação dos transeuntes são constantes.
– Quando anoitece é pior. Mas, na Praça Agripino Griecco e nas proximidades do viaduto Castro Alves não importa a hora do dia, o risco sempre existe – disse.
Reportagem completa em:
http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/06/23/e23068064.asp






