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Terror nas "pacificadas" ruas do Rio de Janeiro de Sérgio Cabral

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Nas ruas da Zona Norte a pseudo-pacificação de Sérgio Cabral passa bem, mas bem longe. O terror voltou à região, tão abandonada por Cabral no quesito segurança e por Eduardo Paes em infraestrutura.


Na noite de quarta-feira, quatro ações de criminosos em pontos diferentes do Engenho Novo, praticamente no mesmo horário, levaram medo ao bairro. Pelo menos quatro carros foram roubados e uma mulher foi baleada.

Atingida com um tiro no peito durante um assalto, a funcionária da Fundação Petrobras de Seguridade Social (Petros) Clarice Archanjo dos Santos, de 50 anos, está internada com gravidade, no CTI do Hospital Pasteur, no Méier.

No Rio de Eduardo Paes, falta de tudo em bairros das zonas Norte e Oeste. Mas as taxas sempre chegam

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Campo Grande

A imagem acima é de uma rua de Campo Grande, mas é bem comum em ruas de inúmeros bairros das zonas Norte e Oeste do Rio de Janeiro, abandonados pelo prefeito factóide Eduardo Paes. Detalhe: todos já estão pagando a absurda e ilegal taxa de luz.

Os moradores do bairro Alessandra, em Campo Grande, na Zona Oeste, reclamam da falta de luz em vários postes do local. Os moradores já reclamaram e solicitaram reparos à Rioluz. E até agora nada.

A falta de respeito da prefeitura com os bairros das zonas Norte e Oeste há muito tempo já passou do tolerável.

Vejam abaixo, também, imagens do descaso na Taquara e em Miguel Couto.

São imagens de uma cidade em total calamidade pública. São vários os problemas que assolam os moradores: buracos, sujeira e falta de coleta regular de lixo.

Uma bagunça!

Miguel Couto

Taquara
As informações estão em Bairros.com, seção online dos jornais de bairros de O Globo.

Comlurb de Eduardo Paes reconhece incompetência na distribuição de garis

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Não é à toa que as ruas da Zona Sul estão sempre limpas. Segundo levantamento da própria Comlurb, que reconhece o erro, na Zona Sul há um gari para 76 pessoas. Já na Zona Norte, essa relação é de um funcionário para cada grupo de 1.306 moradores.


Ou seja, proporcionalmente, há 17 vezes mais servidores para varrer a rua na área mais nobre da cidade que na parte Norte. Nos bairros da Zona Oeste, como Campo Grande e Santa Cruz, a relação é de um gari para 439 pessoas.


A notícia chega a surpreender? Não, afinal, desde o início do mandato Eduardo Paes sempre privilegiou a Zona Sul com os melhores serviços e não dá a mínima para o Centro e as zonas Norte e Oeste.


Leiam abaixo o editorial do jornal O Dia:





No Rio "pacificado" de Cabral, violência urbana faz mais uma vítima na Zona Norte

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No Rio “pacificado” de Sérgio Cabral, infelizmente a realidade é ou “dá o dinheiro ou morre”. No bairro do Grajaú, Zona Norte do Rio, região esquecida por Cabral e sua trupe de (in) Segurança Pública, uma nutricionista identificada como Lúcia Maria de Carvalho Ramos, de 60 anos, foi morta, na tarde desta segunda-feira, na Rua Sá Viana.


Ela estava dentro de um táxi, quando foi abordada por uma dupla de bandidos que estava em uma motocicleta. A vítima havia sacado dinheiro de uma agência de banco, em Botafogo, na Zona Sul da cidade. Os bandidos teriam seguido o táxi que Lúcia estava desde o bairro da Zona Sul do Rio. Ainda não se sabe a quantidade em dinheiro que havia sido sacada pela vítima.


A Rua Sá Viana é uma das vias que dá acesso ao Morro do Andaraí. Porém, a rua fica localizada no bairro do Grajaú, a poucos metros do bairro do Andaraí. Segundo moradores do bairro, a violência tem sido cada vez mais comum na região.


Leiam mais em O Dia:

http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/4/mulher_vitima_de_saidinha_de_banco_e_morta_no_grajau_74875.html

Eduardo Paes faz obras onde não precisa. Já as ruas da Zona Norte padecem em buracos

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Começar o projeto de recapeamento de ruas do Rio de Janeiro pelo Leblon não passou de mais um factóide de Eduardo Paes. Aliás, são obras somente para agradar seus eleitores da Zona Sul.

Sim, porque as ruas do bairro que já receberam o novo asfalto não possuíam nenhum buraco e estavam em boas condições, segundo reportagem do jornal O Dia. Desperdício de dinheiro público e incompetência no planejamento, priorizando como sempre os bairros da Zona Sul da cidade.

Enquanto isso, ruas que realmente precisam de recapeamento urgente, com as do Centro e da Zona Norte, estão aguardando até hoje que alguém da prefeitura inicie por lá os trabalhos de verdade de recuperação do asfalto.

Leiam abaixo trecho da reportagem:

Ruas a serem recapeadas não têm buracos. Número de vias beneficiadas na Z. Norte é metade

O programa da prefeitura que promete fazer a recuperação asfáltica de 79 ruas e avenidas do Rio não deverá trazer muita diferença para a Zona Sul. Isso porque a maioria das 25 vias escolhidas na região para receber obras de recapeamento e tapa-buracos está em boas condições. É o caso, por exemplo, das avenidas Vieira Souto, em Ipanema, e Delfim Moreira, no Leblon. As vias que compõem a orla da praia foram percorridas, ontem, pela reportagem de O DIA. Nos dois locais, que têm aproximadamente 3,3 quilômetros, não havia nenhum buraco, apenas desníveis nas faixas utilizadas por ônibus.

O mesmo teste foi feito nas ruas Humaitá e Catete e nas avenidas Visconde de Pirajá, Ipanema, e Rui Barbosa, Flamengo. Todas estão entre as prioridades da prefeitura. Em nenhuma das vias foram encontrados buracos, mas somente ondulações no asfalto. Resultado idêntico ao obtido no percurso feito nas praias de Botafogo e Flamengo para verificar a necessidade emergencial de recapeamento.

No Rio "pacificado" de Cabral, Zona Norte tem 4 vezes mais homicídios do que na Zona Sul

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Enquanto a Zona Sul recebe todos os privilégios do governo (???) Cabral, a Zona Norte padece em meio à violência e a insegurança. Em um ano, na Zona Norte, matou-se quatro vezes mais que na Zona Sul. O relatório do órgão também mostra que a taxa de homicídios da Zona Oeste é bem elevada: três vezes maior que a registrada na Zona Sul.

A enorme diferença que divide a cidade consta dos mais recentes números do Instituto de Segurança Pública (ISP). O resultado foi obtido a partir da análise das ocorrências nas áreas de cada batalhão da cidade nos 12 meses entre fevereiro de 2009 e janeiro deste ano. Nesse período, foram registrados 9,4 homicídios para cada 100 mil habitantes da Zona Sul e 37,29 para cada 100 mil da Zona Norte.

Absurdo! E o que fazem o governador e o secretário de (in) Segurança Pública do Rio quanto a isso? Nada!

Desordem urbana nas ruas da Tijuca, bairro esquecido por Eduardo Paes

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A bagunça tomou conta das ruas da Tijuca, onde o (des) choque de ordem de Eduardo Paes passa longe. Um dos pontos onde esta situação ocorre diariamente é a Rua General Roca, na Tijuca, próximo à saída do metrô da estação Saens Peña.

Vários ambulantes esperam sentados em uma mureta do metrô o fim do expediente da Guarda, às 21h, para lançarem suas mercadorias no chão, tumultuando o fluxo de pedestres na calçada.

Outros são ainda mais ousados. A menos de 100 metros onde existia um carro da Guarda, um ambulante expunha DVDs e CDs piratas na Rua Barão de Mesquita, próximo ao Shopping Tijuca.

Leia abaixo a reportagem do Jornal do Brasil

http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/03/14/e140315393.asp

No Rio, de Sérgio Cabral, arrastão tem hora para acontecer no Méier

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Infelizmente, a realidade dos moradores da Zona Norte do Rio é de insegurança e violência, ao contrário do que gosta de dizer o governador (???) Cabral, que acha que o Rio está "pacificado".

Nos bairros do Méier e do Lins, arrastões têm hora para acontecer, assim como a ação de homens-aranhas em prédios da região.

Leiam abaixo a nota publicada nesta terça-feira (9), no Informe do Dia.


Cabral fecha os olhos para a Pavuna, que está à mercê de bandidos

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No Rio "pacificado" de Sérgio Cabral, onde somente a Zona Sul tem vez, moradores da Pavuna estão nas mãos de bandidos. Traficantes estão se aproveitando da falta absoluta da polícia na região e da omissão do Estado e tomam conta de ruas do bairro, cobrando pedágios e desfilando com armas em plena luz do dia.

Leiam abaixo a informação publicada nesta quarta-feira (24) na coluna Extra, Extra, do jornal Extra:

Zona Norte e interior do Rio revoltados com a Cedae de Sérgio Cabral

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Cansados do descaso da Cedae, que oferece serviço precário e adora cobrar indevidamente da população fluminense, moradores e comerciantes da Zona Norte estão revoltados com o aumento estratosférico das contas.

Já no interior do estado, o deputado Domingos Brazão - presidente da Comissão de Saneamento da Alerj - fez uma visita a 65 municípios fluminenses e ouviu tantas reclamações da Cedae de Sérgio Cabral que não sabe nem como começar o relatório final.

Leia abaixo a informação publicada na coluna Extra, Extra, do jornal Extra.

Tráfico sai da Zona Sul e já domina comunidades da Zona Norte, Niterói e Baixada

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A guerra contra o tráfico está mais para aquela velha história do cobertor curto. Cobre de um lado, descobre do outro. Traficantes de comunidades da Zona Sul de Sérgio Cabral estão migrando agora para as favelas na Zona Norte do Rio, para Niterói, São Gonçalo e até para a Baixada. Ou seja, a violência não está acabando. Está apenas mudando de ares.

E quem pagará por isso, novamente, será a população.

Reportagem publicada neste domingo (24) pelo GLOBO mostra que os complexos do Alemão e da Vila Cruzeiro, respectivamente, em Ramos e na Penha, figuram como os principais refúgios dos integrantes da facção criminosa que tinha como reduto os morros Dona Marta, Pavão-Pavãozinho, Cantagalo, Ladeira dos Tabajaras, Babilônia e Chapéu Mangueira, na Zona Sul, além da Cidade de Deus, em Jacarepaguá.

Com a perda de domínio territorial, parte dos traficantes dessas áreas migrou para os complexos do Alemão e da Vila Cruzeiro. Embora tenham refúgio garantido, esses grupos não entram na divisão dos lucros obtidos com a venda de drogas na localidade e, por isso, passaram a atuar em assaltos a bancos e até sequestros em diferentes regiões do Rio.

No caso mais recente, uma comerciante chinesa foi mantida em cativeiro por dois dias, após ter sido levada por bandidos, no último dia 15. O crime teria sido planejado no Complexo do Alemão e a vítima, mantida em cárcere na Favela da Mangueirinha, em Caxias, na Baixada Fluminense, até o pagamento do resgate.

As informações dos setores de inteligência mostram que o Alemão não teria sido usado como base de planejamento apenas de sequestros. No último dia 12, cinco homens, que levaram R$ 32 mil da agência do Bradesco, na Avenida Ministro Ivan Lins, na Barra, fugiram em direção ao Alemão e à Vila Cruzeiro. Foram em ruas das duas favelas que a polícia conseguiu recuperar os dois veículos roubados pelos bandidos para escapar da Barra após o assalto.

Índices de homicídios na Zona Norte crescem de forma alarmante

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A denúncia é de César Maia, com números oficiais da Secretaria de Segurança. Como não têm a visibilidade dos moradores da Zona Sul, que vive na Zona Norte não tem das autoridades públicas o mesmo tratamento.

ÍNDICE DE HOMICÍDIOS DOLOSOS DE 60 POR 100 MIL HABITANTES NA REGIÃO ONDE 4 INOCENTES MORRERAM!

1. A Área Integrada de Segurança Pública -AISP-9- inclui os bairros onde os traficantes que, atirando a esmo e trocando tiros com a polícia, terminaram matando 4 pessoas e deixando uma em estado grave. Essa é uma região de 850 mil habitantes, nos cálculos do Instituto de Segurança Pública (ISP).

Ali, em 2009, até novembro, ocorreram 459 homicídios, uma taxa de crescimento, sobre 2008, de 15%, segundo o ISP. Para se ter uma ideia, todas as 3 AISPs da Zona Sul -02,19 e 23- somadas, tiveram em 2009, menos de 10% dos homicídios dolosos da AISP 9.2.

O Índice de Homicídios da AISP 9 é de 60 por cem mil habitantes. A média da cidade é de 35. Com 13% da população da cidade, essa região representa quase 25% de todos os homicídios dolosos. Os bairros da AISP 9 não têm a visibilidade, nos meios de comunicação, dos bairros da zona sul, onde a secretaria de segurança procura concentrar sua coreografia.

São cariocas como todos e exigem uma atenção proporcional à violência da qual são vítimas.3. As UPPs já ocuparam 4 pequenas comunidades da Zona Sul, o que é bom. (JN-09) (AISP-9) “Nós estamos falando de uma área em que há, pelo menos, 94 comunidades carentes dominadas por narcotraficantes de diferentes facções", afirma o capitão Ivan Blaz, relações públicas da PM.

Quarta-feira (30) de violência no Rio de Janeiro "pacificado" de Sérgio Cabral

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Além da forte chuva que cai sobre o Rio de Janeiro, também "chove" atos de violência por várias partes do Rio. Depois de assaltos, assassinatos e sequestros-relâmpagos, agora é a vez de ônibus incendiados no Rio de Janeiro "pacificado" de Sérgio Cabral na tarde desta quarta-feira (30).

São pelo menos cinco o número de ônibus incendiados, na tarde desta quarta-feira, nas proximidades do Morro da Pedreira, em Costa Barros, na Zona Norte do Rio.

De acordo com testemunhas, os bandidos retiraram os passageiros do ônibus antes de colocar fogo nos veículos. Ninguém ficou ferido. O policiamento na região foi reforçado com carros blindados da Polícia Militar para evitar mais ataques.

A ação seria coordenada por traficantes da localidade em represália à morte de um bandido na parte da manhã, quando policiais militares do 9º BPM (Rocha Miranda) trocaram tiros com um grupo de cinco bandidos. Durante a ação, uma metralhadora e drogas foram apreendidas.

Um grupo de bandidos iniciou o confronto e fugiu assim que um dos comparsas foi baleado. O homem, ainda não identificado, foi levado em estado grave para o Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes, mas não resistiu aos ferimentos.

No início da tarde, alguns homens pararam uma kombi que passava pela avenida pastor Martin Luther King e colocaram um homem ferido dentro, com a ordem de que ele fosse levado para o hospital, onde já chegou morto.

Traficantes do Rio não respeitam nem a igreja

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Nem a casa de Deus escapa da violência que assola o Rio de Janeiro no governo Cabral. O Santuário de Nossa Senhora da Penha vem sendo usado por traficantes de drogas de favelas para monitorar a movimentação de policiais na região da Zona Norte, noticia a imprensa nesta segunda-feira.

Leia abaixo a reportagem do Estado de S. Paulo

Tráfico invade Igreja da Penha para vigiar polícia no Rio

Alfredo Junqueira - O Estado de S.Paulo

RIO - Marco religioso e turístico do Rio, a Igreja Nossa Senhora da Penha, na zona norte da cidade, vem sendo usada por traficantes de drogas de favelas para monitorar a movimentação de policiais na região. A informação foi confirmada ontem pelo arcebispo do Rio, d. Orani Tempesta, durante a procissão da 374ª Festa de Nossa Senhora da Penha, que passou por várias ruas do bairro - muitas delas palco da mais recente guerra travada entre gangues de traficantes e a polícia fluminense, que deixou saldo de 46 mortes. Erguido sobre um monte rochoso, o santuário é cercado por favelas e tem vista panorâmica de vários bairros da área disputada por criminosos.

"Quando há um problema qualquer, eles (traficantes) usam a torre para olhar quem está chegando", afirmou o arcebispo, que não soube informar, no entanto, se os criminosos entram armados na igreja. "Essas coisas acontecem em tudo quanto é lado. Não só em igrejas, mas também em casas e outros locais. Faz parte dessa guerra urbana. Acho que é uma preocupação de todos nós. A Igreja não está isenta disso."

D. Orani também confirmou que já conversou com autoridades estaduais e municipais sobre a invasão de traficantes. Ele disse que não iria pedir aumento do policiamento no local, por não ser sua atribuição. "Como cidadão, a gente também tem direito de reclamar e de dizer. Já conversamos sobre isso. Não é novidade nem para o governo do Estado nem para o municipal", afirmou d. Orani.

Entre as favelas que cercam o santuário, estão a Vila Cruzeiro, o Cariri, o Morro da Caixa d"Água e o Morro do Alemão - todas dominadas por traficantes de drogas. Em um dos acessos à igreja, a Avenida Brás de Pina, havia um caveirão (veículo blindado da Polícia Militar) e outros dois veículos da PM estacionados em frente ao Parque Ary Barroso e à Unidade de Pronto Atendimento 24 horas.

Na sexta-feira, houve intenso tiroteio entre policiais e traficantes no local.Na homilia, D. Orani falou sobre a guerra. "Vimos vários cartazes pedindo a paz. Junto com a sociedade, passamos pelas mesmas dificuldades, passamos pelos mesmos problemas. E vamos todos juntos, nessa grande cidade, construir essa paz."

Mais uma prova dos "tempos de paz" de Cabral: tiroteio paralisa obras do PAC e leva pânico a moradores

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Em mais uma prova de que a violência não só aumentou como está descontrolada no Governo de Sérgio Cabral, mais um confronto com intensa troca de tiros entre criminosos e policiais militares levou pânico a moradores da favela de Manguinhos, na Zona Norte do Rio.

Com o confronto, cerca de 500 operários do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) tiveram que paralisar o serviço na comunidade. Segundo a Secretaria Estadual de Obras, os trabalhadores que prestavam serviço nas obras de elevação da via férrea e no antigo terreno da Embratel foram transferidos para o canteiro de obras dos apartamentos na antiga unidade do Exército.

Já a Supervia – que administra o transporte ferroviário - informou que o tráfego de trem do ramal de Saracuruna foi interrompido por 40 minutos por causa do tiroteio. Muitos passageiros, apavorados, decidiram sair do trem e seguiram a pé pela linha férrea devido a demora e a falta de aviso. Os trens só voltaram a circular normalmente por volta das 10h19.

Creches fecham e estudantes evitam ir à escola devido a tiroteio no Rio

A Secretaria Municipal de Educação informou que 285 crianças ficaram sem aulas em duas creches, na sexta-feira, devido ao confronto entre criminosos e policiais militares na favela de Manguinhos, na Zona Norte do Rio.

Ainda segundo a secretaria, ouvida pela Folha de São Paulo, estudantes ficaram assustados com a troca de tiros. A Escola Professora Maria de Cerqueira e Silva e o Ciep (Centro Integrado de Educação Pública) Juscelino Kubitschek abriram as portas, mas tiveram o número de alunos reduzido.

Rocinha inteira sabia da operação “secreta” da PM de Sérgio Cabral

Sob o título “Bem informados”, o jornalista Fernando Molica, colunista de O Dia, revela o que todo mundo sabia: guardar segredo não é uma prática da polícia de Sérgio Cabral.

Muito pelo contrário.

“Às 11h da manhã de quarta-feira, a Rocinha inteira sabia que haveria uma operação da polícia por lá. Escolas até mandaram alunos de volta para casa. A operação de quarta vazou ainda de madrugada”, escreveu o jornalista.

Comentário desse blog: não fazem policiamento e ainda avisam os traficantes.

Apagão da administração de Eduardo Paes leva à privatização da Rioluz

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Como não consegue resolver os problemas do Rio, o prefeito-maluquinho Eduardo Paes resolveu privatizar tudo o que não está funcionando.

Agora surge a notícia de que toda a iluminação da Zona Norte será terceirizada. Ele prefere pagar uma outra empresa para administrar a iluminação pública do município.

Mas e a Rioluz, como é que fica? Vai ser desativada?

LEIA AQUI A REPORTAGEM DE O GLOBO

Abandonada por Sérgio Cabral, Zona Norte pede socorro contra a violência

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A Zona Norte cobra mais policiamento nas ruas. O mesmo acontece nas zonas Sul, Oeste, Centro...

O descaso com a população já atinge toda a cidade. Não há uma região que não cobre do governador-viajante mais policiamento e segurança nas ruas.

Reportagem do jornal O Dia mostra a triste realidade e o conformismo dos moradores da Zona Norte, que não acreditam mais no (des) governo Cabral e que são obrigados, infelizmente, a conviver com os mais altos índices de violência do Rio.

Levantamento feito pelo jornal mostra que na região, desde que Cabral assumiu o governo em 2007, não houve aumento de efetivo de policiais militares nas ruas da Zona Norte. Enquanto a região tem um PM para mil habitantes, na Zona Sul a proporção é de um para 300 moradores.E mesmo assim impera o caos também na Zona Sul.

Uma vergonha!

LEIA AQUI A ÍNTEGRA DA REPORTAGEM DE O DIA