O governo (???) Cabral e a secretaria Estadual de Saúde e Defesa Civil não enviaram ao Ministério da Saúde justificativas para ter deixado R$ 15,6 milhões em remédios estragarem ou perderem a validade apontados na auditoria realizada em novembro pelo Departamento de Auditoria do Sistema Único de Saúde (Denasus).
Segundo reportagem publicada no jornal O Dia, o relatório final do Denasus aponta que o índice de cobertura dos remédios que deveriam ser fornecidos a doentes crônicos é “insatisfatório” e “o gerenciamento do estoque é ineficaz, pois as perdas de medicamentos, insumos e material médico hospitalar foi elevada” — de R$ 15,6 milhões, segundo o Denasus.
Conforme o jornal revelou há uma semana, o Ministério Público Federal (MPF) decidiu dar prosseguimento a ação civil pública contra a Secretaria Estadual de Saúde para que o órgão normalize o fornecimento dos remédios aos pacientes.
Há dois anos, a ação havia sido suspensa porque o estado assinara Termo de Ajustamento de Conduta, se comprometendo a regularizar o fornecimento e inaugurar farmácia com condições de armazenar remédios. O termo, no entanto, não foi cumprido.
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